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Mateus 14.22: Logo a seguir, compeliu Jesus os discípulos a embarcar e passar adiante dele para o outro lado...
Mateus 14.24: Entretanto, o barco já estava longe, a muitos estádios da terra, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário.
Porque a tempestade alcançou os discípulos que estavam debaixo de uma palavra de Jesus?
Marcos 6:45: Logo a seguir, compeliu Jesus os seus discípulos a embarcar e passar adiante para o outro lado, a Betsaida...
João 6.17: E, tomando um barco, passaram para o outro lado, rumo a Cafarnaum.
Jesus os manda para Betsaida, mas eles vão para Cafarnaum. Toda vez que a gente desobedece uma palavra de Deus, ventos contrários e tempestades nos alcançam para redirecionar a rota (Jonas 1.1-4).
Sentimento é liberdade. É viver sem amarras, seguir o que seu coração deseja, sem medo, sem questionamentos, sem precisar de uma justificativa para ser ou fazer algo. Sentir é estar aberto ao momento, ao que surge dentro de você, sem a necessidade de controlar ou entender tudo o tempo inteiro.
Já a razão é segurança. Ela busca o conforto, a estabilidade, e muitas vezes o controle. A razão tem medo do desconhecido, ela precisa de explicações, de um "porquê" para cada coisa, e quer sempre encontrar uma razão lógica para viver. Ela se baseia em estruturas e em previsibilidade, tentando proteger do que é incerto.
A razão controla, organiza e planeja, enquanto o sentimento é espontâneo, flui sem restrições, leva você a lugares e experiências que a mente racional não consegue planejar. O equilíbrio entre esses dois aspectos é o que torna a vida rica, mas é o sentimento que nos conecta ao nosso verdadeiro ser, ao que realmente importa no fundo.
Meu livre-arbítrio é um circulo, tenho que lembrar que pra cada direção que eu seguir, existe limites, pois do outro lado esta o meu próximo.
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LEVIDADE
É preciso leveza
para seguir em frente;
para viver o instante
e brincar com o presente.
Deixar o excesso,
ser vento, ser pluma;
navegar na calma
que o tempo apruma.
Aceitar as marés,
sempre em comunhão;
dançar com a vida,
e soltar a canção.
Entre o peso e a rotina
escolher a alforria;
fazer da noite menina,
e celebrar o dia.
Em tudo existe uma certa lógica, uma tendência, o sábio estará sempre atento, em seguir o melhor caminho.
Nem todos enxergam o fio.
Para muitos, o trapezista parece apenas seguir em frente, firme, quase seguro. Há quem admire sua coragem, sem perceber que não há escolha apenas a impossibilidade de parar.
E, ainda assim, ele segue.
Não porque acredita que chegará ao outro lado, mas porque aprendeu, cedo demais, que olhar para baixo é o verdadeiro começo da queda.
