Se Voce se Sente Infeliz agora
Muitas vezes me enganei,me iludir,mas agora chega,é a hora do jogo virar contra falsas pessoas,e tocar bola pra frente❤
#somente_isso
"Para de fazer planos com letras! Nada de plano A ou B, pois o alfabeto é finito. Agora faremos planos com números. Pois com os números teremos um universo de infinitas possibilidades."
==== Lenilson Xavier (lexgrafia - 18/04/2017 às 02:00hs)
"Viva sempre o aqui e agora, deixe o passado por que gera depressão e o futuro por que gera ansiedade.
Um já passou e o outro não se sabe se virá nem como virá"
Inteligência emocional.
Sem lutas não tem vitórias. Sem deserto não tem terra prometida.
Então não pense em desistir agora. Todos que venceram tiveram que enfrentar grandes batalhas. Muitos obstáculos vão surgir no seu caminho, mas não pare, Deus vai te ajudar a chegar do outro lado. Não observe o vento e nem a tempestade, eles vão querer te impedir de atravessar o mar. Insista! Porque o melhor de Deus vem para aqueles que vão até o fim.
E naquela noite ela olhou nos meus olhos e disse, "agora já é tarde de mais..."
De lá pra cá nunca mais amanheceu.
Se a tristeza é a falta da realização de um desejo, eu estou extremamente triste.
Agora vou fumar um haxixi pra esquecer um pouco o que me fez triste.
Vivemos um novo apartheid, agora o energético. pessoas com vibração baixa devem ser retiradas do nosso convivi-o. Incrível como o ser humano sempre cria novas modalidades separatistas. Quanta criatividade. Julgar o outro é absurdo. Cada um é luz e sombra, estamos em processo de aprendizado, em devir. Estamos todos nesta experiência chamada vida caindo e levantando. Onde foi parar o "todos somos um"? A teia da vida é uma só e pra todos. Não existe réu tampouco juiz. Não precisamos que correspondam as nossas expectativas para que haja respeito, amizade e amor.
Como agora estou por aqui, foi por ter sobrevivido às aventuras vividas no Congo.
Valeu muito como experiencia de vida, pois é vivendo que damos o real valor à vida...
Ósculos e amplexos,
Marcial
UM BRASILEIRO NA AFRICA (epílogo)
Marcial Salaverry
Nosso grande objetivo, quando decidimos embarcar nessa aventura africana, era uma tentativa de acertar nossas finanças, seriamente abaladas por algumas besteiras cometidas, e também por motivos de saúde.
Havíamos previsto ficar pelo menos 10 anos por lá, que julgávamos seria o necessário para fazer um bom “pé de meia”. Aliás, o objetivo era fazer os dois pés...
As coisas foram um pouco facilitadas quando comecei a viajar, pois os ganhos triplicavam, como também eram triplicados os riscos de vida que corria. Havíamos reduzido em dois anos a previsão de nossa estadia lá. E poderíamos, talvez, eliminar mais um ou dois anos, tão bem corria tudo.
Contudo, algo estava para acontecer. A política estava começando a se modificar, e o tratamento das autoridades para com os estrangeiros começou a mudar. Sutilmente, mas notava-se que havia algo de podre na Republica Democrática do Congo, e que não era a chikwanga...
Em fins de 1970, eles inventaram um novo documento para os estrangeiros, a famigerada “Carte Jaune”, ou seja, “Cartão Amarelo”, começando assim a fazer algumas restrições quanto a nossa permanência lá. Por causa desse documento, muita gente teve que deixar o País. Como eu estava legalmente empregado, com Contrato de Trabalho em vigor, apenas teria que apresentar um diploma que justificasse alguma especialização. Escrevi para minha família, pedindo que enviassem algum Diploma para lá. E meu sobrinho enviou-me um Diploma de Especialização em Corte e Costura, emitido pela Singer. E eu virei “Tecnicien en Couture”. Com algumas gorjetas bem distribuídas, tudo ficou arranjado. E poderíamos continuar por lá.
Foi quando comecei a viajar pelo interior do Congo. Graças a esse diploma da Singer, permaneci por lá, e pude então viver todas aquelas aventuras.
De repente, não mais que de repente, os ares começaram a ficar pesados. E outras mudanças estavam no ar.
O Presidente Joseph Desiré Mobutu, resolveu cortar todos os vínculos colonialistas, e começou a mudar o nome de todas as cidades, ruas, praças, enfim, tudo que tivesse nome estrangeiro, a começar por ele mesmo, que passou a se chamar Mobutu Sese Seko. A Republique Democratique du Congo, mudou para Zaire. Comecei a ver as coisas mal paradas.
A situação estava nesse pé, quando fui para a viagem ao Kivu, e em Goma, fiz amizade com o Cônsul Geral da França lá, e durante um jantar ele me confidenciou o que iria acontecer no Congo, perdão, no Zaire, e fiquei arrepiado com o que ouvi, pois iria mexer diretamente em nosso bolso, e eventualmente com nossa vida, pois a segurança iria passar a ser insegurança...
Torna-se necessária uma pequena explicação, pois segundo meu contrato de trabalho, meu pagamento era dividido em 75% depositados na Bélgica em francos belgas, e 25% em dinheiro local, mais que suficiente para nossas despesas, pois tinha toda a assistência da firma, no que diz respeito a despesas médicas, farmacêuticas, odontológicas, e também moradia.
Bem, segundo meu amigo Jules, a coisa a partir de 1972 iria mudar radicalmente. Até Junho de 1972, iriam ser proibidos os depósitos de salários em contas no exterior, e o salário seria pago integralmente em zaires... Vi literalmente as coisas ficarem pretas, e resolvi que estava na hora de voltar ao Brasil. Iria aproveitar que já estava com direito a férias, e simplesmente diria Adieu Congo, perdão, Zaire.
Mas havia um problema. Como viria em férias, a firma iria pagar as passagens de ida e volta, mas se eu me demitisse dizendo que não regressaria, a viagem seria por minha conta.
Foi aí que mostrei pra eles o que é o “jeitinho brasileiro”. Vendi o carro, alegando que iria comprar um novo quando voltasse, e deixei o carro encomendado na concessionária. Quase um mês antes de minha viagem, peguei todos os objetos que queria trazer, e cuja saída não era permitida, como peças de marfim e madeira entalhada, enfiei em 8 baús de zinco, chamados de “mal-en-fer” e levei ao aeroporto para despachar como “bagagem não acompanhada”. Uma razoável quantidade de zaires foi suficiente para tornar desnecessária a revista das malas pela alfândega local, e para garantir que seriam embarcadas no mesmo avião em que eu viajaria, para que chegassem comigo ao Brasil. Os funcionários da alfândega de Kinshasa ainda estão esperando que eu leve os sapatos brasileiros que prometi para meu regresso.
Passei os últimos dias, despedindo-me dos locais, e apenas os amigos mais chegados é que souberam que não voltaria.
Dei um adeusinho para Chuttes, Ma Valée, Boulengerie du Parc Hembize, piscina da OUA, e avisei aos crocodilos do Congo que seu jantar brasileiro ficaria adiado sine die...
Senti um friozinho na barriga, quando fui chamado pela alfândega, na hora do embarque. O que eles poderiam querer? Foi apenas para me lembrar que estavam esperando pelos sapatos brasileiros. E eu disse que dentro de dois meses estaria de volta...
O garboso avião da Panam nos levou a Dacar, com escalas em Monrovia, Accra e Lagos.
Com essas escalas todas, tentem visualizar a cena. Neyde, Iara, Alexandre e Marcial, cada qual com três sacolas de mão, precisando carregar tudo em cada escala, já que nada poderia ficar no avião... As crianças quase sumiam debaixo das sacolas com seus brinquedos favoritos...
Em Dacar, ficamos algumas horas esperando a conexão com o avião da Swissair que nos traria ao Brasil. Consegui acesso ao Depósito de Cargas, e constatei que meus amigos da alfândega congolesa, perdão, zairoise, haviam cumprido sua palavra. Lá estavam meus queridos baús, que seguiriam para o Brasil no mesmo avião.
Quando o avião decolou, dei uma última olhada para a África, e mentalmente mandei um adeus a todos os amigos que lá havia deixado. Senti um nozinho na garganta, e meu filho viu aquela lágrima furtiva, e chorou junto.
Havia sido uma bela aventura, foram anos em que pude reavaliar todos meus conceitos de vida.
Vi que solidariedade é o maior veiculo para se chegar à felicidade. Vi que mais do que nunca existe Alguém lá em cima que olha por nós. E como estava pertinho Dele, fechei os olhos, e agradeci por toda ajuda que me deu lá, e que não foi pouca.
E deixo por conta da imaginação de quem quiser, a emoção que senti ao sobrevoar o Rio de Janeiro, ao passar pertinho do Cristo Redentor, ao pisar em território brasileiro, e, suprema glória, tomar um guaraná gelado...
Assim foi a grande aventura da minha vida. Claro que tive que me segurar para manter minha decisão de não regressar, pois quando devolvi as passagens de retorno para a firma em Kinshasa, avisando que não voltaria, por “questões de saúde”, eles devolveram as passagens, com uma bela gratificação, e um novo contrato de trabalho em excelentes condições. Ocorre que eles não sabiam que eu sabia da grande modificação que ia acontecer. Então, fiquei com a gratificação, e tornei a devolver as passagens e o contrato avisando que minha decisão infelizmente, era irrevogável.
Pensei que seria capitulo encerrado em minha vida, pois sequer imaginava que um dia iria escrever minha história africana.
E agora, sinceramente, lamento não ter feito anotações do que vivi lá. Tive que buscar no cantinho da memória as lembranças do que lá passei.
UM BRASILEIRO NA ÁFRICA, relata com fidelidade o que vivi num país que se chamava Congo, mudou para Zaire, e voltou a ser Congo... Como eles estarão lá?
Caso este livro chegue às mãos de alguém que ainda lá esteja, ou que lá tenha vivido, e que chegou a conhecer o “Brasileiro do Hasson”, que receba o abraço que não consegui dar quando resolvi voltar de vez para o Brasil, com muita saudade, e boas lembranças das aventuras lá vividas. Ao escreve-las, algumas vezes tive que parar, para deixar que a saudade falasse através de algumas lágrimas que teimosamente acompanham boas recordações, principalmente os momentos vividos na convivencia dos amigos portugueses que sempre dedicaram uma amizade sincera a este brasileiro maluco...
Quem sabe um dia voltarei para rever locais, e talvez alguém que ainda lá esteja, e enquanto isso não acontece, procuro sempre fazer de cada dia,UM LINDO DIA, e às minhas queridas amizades, desejo o mesmo.
- O que almejamos conquistar? Isso tem tirado seu sono? Estar aqui e agora já é uma conquista. Quantos não tiveram a chance de nascer, de respirar e usufruir de uma vida? Estar vivo é um verdadeiro milagre.
Agora, quando já era tarde demais e as lojas da vida estavam fechadas, ele lamentava não ter comprado certo livro que sempre desejara, não ter jamais passado por um terremoto, um incêndio ou um desastre de trem; não ter visto jamais o Tatsienlu no Tibet, nem ter ouvido nunca as gralhas azuis parlando em salgueiros chineses; não ter jamais falado com aquela colegial errante, de olhos impudicos, que encontrou, certo dia, numa clareira solitária; não ter rido da anedota contada por uma mulher tímida e feia, quando ninguém riu na sala; ter perdido trens, alusões e oportunidades; não ter dado a moeda que tinha no bolso para aquele velho violinista de rua, que tocava tremulamente para si mesmo, certo dia gelado, numa cidade esquecida.
Não chore pelo leite derramado. Já derramou, agora é limpar a bagunça, colocar as coisas em seus equilíbrios perfeitos e continuar sorrindo. A vida é assim, sempre haverá gotas derramadas.
Agora entendo o poder da frase "-te amarei pra sempre", após *x* anos e poucos contatos mesmo assim eu sinto que tu esteve presente em todos os dias da minha vida, não fisicamente obvio mas em pensamento, é possível?.
Passei por diversas fases na minha vida com "outra" pessoa, mas a cada erro, a cada acerto, conquista ou frustração eu imaginava o que tu pensaria, como tu agiria. Ouvi tua voz no rádio, na televisão, te vi em lugares públicos, senti o teu cheiro,textura, tudo fruto da minha imaginação, essa deve ser a razão da tua "falsa" presença na minha vida. Muitas idas e vindas, e eu sempre esperando a hora certa pra dar um basta nisso, seja de qualquer maneira.
Deixar que entre em erupção esse vulcão, ou adormecer de vez pra sempre. Nunca tentei,e pra ser sincero "nem quero esquecer".
UM PACTO DE SANGUE
Me encontro caminhado em direção ao abismo
Com o coração agora calmo sinto-me arder
Eu fiz um pacto de sangue contigo
Na qual você me daria tudo em troca de te obedecer.
Fui escravo das tuas ambições desenfreadas,
Que me fizeram mergulhar na subversão
Eu era apenas um garotinho solitário
Movido pelas incertezas e pela ambição.
Eu sentia todo dia perder minha alma e
Fugir de mim o brilho do olhar
Você me dizia que era divertido perder e fingir
Que nada no mundo era capaz de me mudar
Já que não mais me encontrava no controle
Resolvi cumprir o prometido, não será agora que você vai me dizer que eu não tenho coragem.
Passar as noites em claro escrevendo coisas sem sentido agora fazem parte da minha rotina. Quisera eu, ter uma noite de sono tranquilo sem pensamentos obsessivos e sentimentos indefinidos que tomam conta da minha cabeça. Faço do meu silencio, um refúgio. Mas a escuridão da noite têm sido minha companheira mais fiel. Noites de total solidão. Observar o céu e imaginar o quão vasto ele é, quais mistérios ele esconde. Eu gosto disso.
O que eu mais queria agora era o teu abraço no meu abraço, meu pequeno mundo no teu mundo e todo o meu amor poder te dar... ah, a distância!
" Quando te descrevi
pensei que amei
mas o amor somente percebi
quando te fantasiei
agora sim, sem descrever,
mas com um belo traço de magia
entendi que és de todas
a mais bela poesia...
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