Se Toca eu te Amo
AMOR, AMOR, AMOR... QUANTO AMOR é VOCÊ NÃO se toca.
Antonio R Fedossi- escritor—editorainteracao.com.br
lembro daquela menina deitada em meus lençois
aquela vontade imensa de abraça - lá, poder toca lá,
a timidez sempre impedia. Aquele beijo lento acelerando com
o o calor dos nossos corpos, Pareçia que o tempo parava
e só aquele momento existisse, E quando a menina ia embora,
Ele ficava feliz, como se tudo fizesse sentido, Ele lembrava
daquele abraço forte te segurando por um tempo, O coração
acelerando, Vira e me beija. Ele sente sua falta, volte, feche
os olhos e beije o ,e deixe o tempo parar.
DouglasdebruinShady
Há manhãs
Vê. Sente a vida como é boa!
Abre a janela bem cedinho...
Deixa o sol entrar.
Toca com as tuas próprias mãos
a brisa primeira da manhã.
Sente o vento...
Galgando espaço pelas frestas da cortina,
acariciando-te o rosto,
percorrendo todo o teu corpo.
Vê! Se já podes, vê.
O ar, entrando sorrateiro por suas narinas,
envenenando-te os pulmões,
embriagando-te as palavras
- que a essa hora -
desenrolam-se manhosas por entre os lábios.
Recusa-te ao sono matutino.
Mesmo que a cama tente te convencer do contrário.
Não permitas que os bocejos que deslizam por tua boca o controle.
Desperta-te pela manhã, uma vez que seja em toda a sua vida,
e abra a janela.
O vento sopra e emaranha seus cabelos
Te toca a alma e arrepia sua pele
Trazendo com ele o equilibrio e também varrendo as folhas secas do passado...
Te ver e não poder te tocar,
é como que estar no céu e não poder voar.
Te ver e não poder te tocar,
é como que estar no meio do mar e não conseguir nadar
Te ver e não poder te tocar, é como fugir de algo que não se consegue enxergar.
Te ver e não poder te tocar,
é como pedir perdão a não vai perdoar.
Por isso fecho meus olhos,
Para não te ver sem poder de tocar.
Estou saindo com um garota.
Que quando meu telefone toca,
eu espero que seja ela.
Estou saindo com uma garota.
Que quando ela me beija,
esqueço por um segundou ou dois,
que meu pai está morrendo.
Quando ela me abraça,
esqueço por um minuto ou dois,
o peso e,
a dor que estou vivendo.
Quando ela sorri,
volto a sentir,
que a vida pode ser leve e pura.
Que esse sentimento,
não são 18.000 mulheres que me fazem sentir.
É uma.
É ela.
O amor e como uma Briza fina que te toca deixando marcas boas e ruins
Apague as ruins e deixe as boas exalar seu melhor perfume
“A pior solidão é aquela que você toca em seus lábios e,
somente sente o deslizar do ar, sem uma gota da verdade!”
FRAGMENTOS DE MIM
Quisera ser eu como o vento
Que voa, que toca em seu ritmo
Dar asas a minha imaginação
Ver o invisível
Entender o indecifrável
Decifrar o indescritível
Tocar suavemente a lua, as estrelas
e um coração
Ser carinho no momento preciso
Introspecção no teu sonhar
Liberdade no teu amar
Acalento no teu pensar
Arrepiar tua tez sem o contato das mãos
Vibração pura no teu sentir
Navegar nas palavras de sua canção
Inspiração na tua poesia
Descrever metáforas de nós dois
Despojar as suas sombras
Afugentar os seus medos
Completar o teu deserto
Assim sonhar... em contemplação
Assim sentir a paz... solta à imaginação
Desvendar os mistérios da existência
De forma suave e sem pressa
Transpor
Fragmentos de mim
em você...
ao mundo...
COMO PODE SER O AMOR ABSTRATO?
Como pode ser o amor abstrato
se posso tocá-lo, senti-lo, penetrá-lo?
Uma brisa leve, tão suave, toca meu rosto esta manhã,
de um frescor indescritível. E as nuvens formam no céu um desenho de esperança, esperança de que o dia será maravilhoso.
Alegre-se como as plantas e dance no ritmo suave do vento, dance, dance, como se ninguém tivesse te olhando.
A NOITE E EU
... Esperando a noite chegar
O vento sopra de mansinho
A brisa toca a pele fazendo carinho
No entardecer
O sol se põe no horizonte
Deixando em seus raios
O mistério da noite
... Lentamente
As nuvens dispersam-se
No escuro céu
A lua cheia
É toda luz a me vigiar
O sono dissolve-se na noite
Instantes eternos
É a medida do tempo
Na noite e eu
A luz da lua em mim
Vida minha, senda iluminada
Meu sono e eu
Um misto de encanto
De sonho e magia
Um piano abandonado, viu-se inútil sem um bom pianista que pudesse tocá-lo.
A cidade inteira não se importava com seu som.
Muito menos com todos os arranjos e orquestras nos quais participou.
Sua história de nada valia, pois sua música era ultrapassada demais.
Muito triste e sem perspectivas, o piano tocava apenas em 'Dó'.
A poeira cobriu suas teclas, e suas cordas estavam desafinadas.
Havia virado uma mesa, uma tábua forrada com jornais amarelados.
Contudo, em uma manhã, um velhinho entrou na loja querendo sorrir.
Com seus passos lentos retirou seus óculos e com um lenço os limpou.
Mirou o velho piano, cheio de saudades e cercado de 'Sol'.
Abriu sua carteira, contou as notas e moedas que economizou por 'Si'.
Levou o velho piano, limpou, afinou e lustrou o marfim.
Sentou-se ao piano em frente a janela, que se iluminava à luz do jardim.
Tocou o velho e o piano, uma música-saudade que os enalteceu.
Os vizinhos que não se importavam, logo se encantavam ao som que surgia dali.
A cidade logo repensava, porque tanto tempo ouviu música ruim.
E o piano encontrou o seu tom, o velho o seu dom e se fizeram arte assim.
"Vou me envolvendo nas notas que o seu violão toca.
E me encanto.
Relaxo.
Fico manso.
Sou seu.
De graça".
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