Se o Amor é Brega
Amor de mãe só se esquece se não tiver problemas.
Mãe de verdade atrai o bem e o mal pra ensinar, e não simplesmente é ruim a não ser que queira.
O amor é incrível, quando damos lugar para o amor agir em nós, ele é capaz de realizar coisas inexplicáveis em nossas vidas.
Uma meditação profunda me fez hoje entender que:
"Não é no aperto financeiro que você vê quem é quem, é na sua enfermidade" Nos faz refletir sobre a verdadeira natureza das relações e da lealdade. Enquanto o dinheiro pode ser um fator importante em nossas vidas, é na hora da doença e da vulnerabilidade que podemos ver quem realmente se importa conosco.
É nesse momento que as pessoas ao nosso redor mostram sua verdadeira face, revelando quem está disposto a nos apoiar e cuidar de nós quando mais precisamos. A doença pode ser um teste para as relações, e é aí que podemos ver quem é fiel e quem é passageiro.
Essa reflexão nos faz pensar sobre o que realmente importa na vida e como devemos valorizar as relações que nos sustentam nos momentos difíceis.
Minha história de amor com meu marido começou na infância, sempre fomos apaixonados, mas a maldade humana nos separou por um período, porém o amor verdadeiro ninguém pode apagar.
A Jornada do Coração é o caminho da alma em seu desenvolvimento através das muitas experiências de vida humana. E o Amor é a linguagem universal, energia potente criadora, livre do tempo-espaço, a voz que fala no silêncio nos chamando no retorno para casa.
Quantas vezes falamos que temos amor próprio e muitas vezes nós mesmos somos os causadores da nossa limitação, nos auto-sabotamos, e assim deixamos a porta aberta para a tristeza, frustração... AME O TODO EM VOCÊ, a luz e a sombra, o amor incondicional a si próprio é a chave da sua liberdade.
Natureza branca
Uma raposinha no matagal escuro.
Seu conhecimento é vasto ao sentimento branco.
Sempre sozinho, sempre imaturo.
Sua natureza é um formato endêmico.
Ao vale da sombra vazia, vaga a raposinha.
Sempre sozinha, coitadinha.
Acompanhado ao lado de bichos benevolentes.
A sua máscara é um pertence inerente.
A sua dor da natureza solitária.
O tornava ordinária.
Se culpava da sua solitude que mais virou foi solidão.
Muitas vezes seu desejo era apenas de ser o padrão.
Em um dia qualquer, com tudo mais tranquilo.
Tranquilo de mais, não fazia seu estilo.
Um vulto o atacou, formou uma dor de cavalo.
Isso sim combinava com seu sentimento modelo.
Mesmo desconhecido, ele sabia o que o atacou.
Aquele vulto, era o branco, ele voltou.
Desolado e desacordado.
Sentindo ser carregado.
Só podia sentir a presença de um ser bem maior.
As pregas do olhar, viu aquela que recuperou seu vigor.
Uma loba ao seu vislumbrar, percebera uma virtude.
Vidrado a aquele ser, só podia ver sua pulcritude.
Com receio as naturezas distintas, tinha medo de se machucar.
Mas quebrado pela loba, uma mudança estava a almejar.
Passado tempos, um sentimento criou .
Um desejo se formou.
Uma esperança brotou.
O devaneio o pirou.
Mas, a natureza não pode ser vencida.
Mesmo sem nossa vida.
Ela continua a crescer a uma lenta medida.
Mesmo com esforço.
O produto é um caroço.
Gerado em seu coração.
Perdera toda sua convicção.
A raposinha continua o seu caminho.
Sendo sozinho.
Tadinho, coitadinho.
Em seu caminho continua a trilhar.
Quem sabe um dia as diferentes naturezas não venham a culminar..
Eu não quero demonstrações de amor. Eu quero criar expressões de amor. E isso não se faz, apenas transbordamos.
Tão pouco sabia o Sol, que a Lua precisava do seu brilho, e que sem ele não podia iluminar. Bem muito sabia a Lua, do enorme e ofuscante brilho do Sol, e usava dela para viver, sem esperar que a desse por falta.
Saudade de quando só durmia depois de me abraçar por 5 minutos.
Saudade de quando você era uma festa no momento que eu chegar.
Saudade de quando me ouvia com a certeza de que ia obedecer.
Saudade de quando você me considerava o exemplo de conduta e seguia sem questionar.
Saudade de quando seus beijos fartos não dependiam de momento ou local.
Saudade do prazer que eu tinha em te ensinar pelo prazer que você tinha em aprender.
Saudade de quando seus objetivos eram uma sintonia do meu ensinamento e educação.
Saudade do sal e do açúcar e muito mais em suas palavras enfeitiçadoras de anjo.
Saudade das suas atitudes inexplicáveis pela magia feitiço e maturidade apesar da pouca idade.
Saudade do tempo que nem o tempo traz mais, e a natureza pela sua fidelidade as suas próprias regras não tras mais.
Saudades do passado que talvez no seus filhos possa me sentir outra vez pai.
Saudade do amor até na dor de ter que dar tchau sabendo que em algumas horas veria seu sorriso milagroso transformador em mim.
Saudade de quando te cobria a noite e mesmo dormindo sabia que fui eu e infelizmente hoje te dou tudo na sua vida e minha presença não percebe mais.
Saudade que quem tem Alzheimer não sente mais e pergunto ao infinito criador quem é mais feliz eu ou o que tem Alzheimer.ALI.H.H
As pessoas precisam tratar suas carências e ambições, farão isso somente quando tirarem as lentes da sociedade.
ESCRAVA DO AMOR
Ó doce amor que me inebriou
Embriagou-me como um vinho suave
Contagiou-me com uma grande alegria
E em minh’alma esse sentimento me devora
Me consome por inteira desde o amanhecer da aurora.
Ó doce amor que me salvou
Desprezando as alegrias desta terra
Me tornei escrava de Ti.
Escrava do amor, sou eu
Dependente inteiramente de Vós,
Tu és dono da minha vida e do meu coração
Entrego todas minhas emoções, sentidos e sentimentos em tuas mãos
Ó doce amor que me confortou
Nos momentos de angústias e dor
Enxugastes minhas lágrimas
Beijastes o meu rosto
Me deste um abraço
E de repente meu coração perdeu o compasso.
Ó doce amor que me chamou
Escutei a tua voz
Uma flecha transpassou o meu peito
Escondi-me dentro de vossas chagas
Para nunca mais separa-me de ti.
Fui atraída por uma bela chama,
Queimou-me com voracidade
Que transformou teu coração e o meu em um só.
DY LOPES
