Se Nao for para Voar Nao Tire meus Pes do Chao
Você tem medo de magoar uma pessoa
Toma tanto cuidado pra não fazer isso
Aí ela vem e te quebra em mil pedaços
Afinal, quem se importa?
Não me despeço, apenas peço pela tua volta. Sem tua luz, sou pedaços de descaminhos. Desvestida de amor e de esperança.
Já não sei mais quem é você, do que realmente você gosta, quem realmente você anda e nem quem realmente você é, não sei nem se quer o seu nome mas o seu sobrenome eu nunca irei esquecer. Decepção.
Quem sou eu? O que sou eu? Não sei. O que sei é que sou alguém. Sou mais do que dizem e menos do que querem. Sou apenas eu. Nem certo nem errado. Quem sou eu?! O que dizes que sou?
Sinto falta dos antigos
Sinto falta dos novos
Sinto falta até dos que não conheci
Sinto falta de mim
Sinto falta de ti
Não sei mais o que sinto
Sinto falta do que senti
Não sei mais quem sou
Sinto falta do que fui
Enfim, sinto falta de tudo, de todos
Talvez eu só sinta falta da pureza
Que um dia tive e que sei
Não voltará mais a mim.
Não confundam minha bondade e compreensão de sempre, com imbecilidade.
Sou muito boa quando sou boa, e sou melhor ainda, quando sou ma!
“Uma reserva de sonho contra tudo o que não é doce, sutil ou sereno. É o mais próximo da felicidade que podemos experimentar, sustenta Schianberg. Não sei que nome você daria a isso. Bem, não importa muito, chame do que quiser. Eu chamo de amor.”
“Queremos o que não podemos ter, diz o professor Schianberg, o mais obscuro dos filósofos do amor. É normal, saudável. O que diferencia uma pessoa de outra, ele acrescenta, é o quanto cada um quer o que não pode ter. Nossa ração de poeira das estrelas.”
O amor não deve ser como uma rosa, que por mais que bela, ao primeiro vento perde suas pétalas, mas sim como um cacto, que está lá sempre, mesmo no meio do deserto, com vento, sol forte, ele está lá.
É verdade e posso assumi-lo publicamente. Não tenho um , tenho vários amantes. Chamam-se turbilhões !!! São todos diferentes, e por uma razão ou por outra lá acabamos por nos enrolar desalmadamente como se não houvesse amanhã.
