Se Nao for para Voar Nao Tire meus Pes do Chao
Respiro
Observo ao redor, de redor, dentro, fora, chão e céu
Enquanto eles não notam
Sentimento sufocado
Traí tola discrição
Suspiro
Amor que não mais sei se sigo ou segue-me
Todavia imprimo
Seu amor me deixou sem luz na escuridão.
Tirou minha paz, meu chão,a razão...
Não sou dona dos meus sentimentos,
sofri demais meu coração.
Nao sei se vou conseguir controlar meus anseios,sua voz,seu calor,seu cheiro e
seu carinho carregado de beijos.
Noites vazias quero so você e ninguem mais...
Você nasceu pra mim isso eu ja percebi..
esqueci tudo que aconteceu, estarei sempre aqui.
Se sentir frio,tristeza e dor me procure,sempre
vou estar pronta para te dar amor.
Puro sangue!
A esperança no futuro
e o medo de ir embora
a semente no chão duro
brota mas não vigora
o sertão fica inseguro
mas o nordestino puro
enverga mas se tora.
Ninguém jamais se levantará de uma queda se não aceitar que caiu e está no chão
Aceite que perdeu para valorizar as vitórias da vida.
Já que o doce sabor da Vitória não terá gosto algum pra quem nunca sentiu o amargo da derrota.
Eu não seria como o pingo da chuva?
que se esborracha no chão, a procura
de um novo ciclo, talvez.
Evaporação de sentimentos condensação
de emoções e de novo a queda contante
em transformação cada vez mais perto do
chão, assim se segue o ciclo...
Sou como a chuva, que vem de
madrugada, para refrescar o dia que está
por vir, e no amanhecer do dia ninguém terá
notado sua existência.
Não é que eu tenho talento, é que eu não tenho o dom de ser tão pé no chão.
Quando penso, logo viajo.
Não chamo talento, pois quando ouço Chico, vejo q não sou nada, quando escuto o Nando vejo q sou nada, Quando Escuto Valença,vejo o nada q sou.. Só mais uma poeirinha das estrelas à espera do dia q amadurecerá e despencará do céu, pois é isso q vai definir a qualidade dessas asas que eu carrego. Se é fogo de palha, quando o dia chegar eu dou de cara no chão e acordo, mas se for o que dizem mesmo, eu posso até beijar o chão, mas antes q meus pés possam tocá-lo voarei, voarei tão alto e tão feliz, cantarolando ao olhar pra baixo entre pausas debochadas, sobre a medrosa que fui, pois nesse dia não reconhecerei o significado do medo, não enxergarei nele qualquer razão..
Quem sabe quem eu sou, quem vai saber? Eu, somente eu, quando esse dia che-GOU.
Viva o agora, já.
Sangue no chão,gilete na mão,mais uma alma perdida que não aguentava os tormentos de seus pensamentos
Esperança Divina!
Já não tem verde no chão
a semente não germina
não se ouvi um trovão
onde a seca contamina
peço a Deus em oração
que ilumine o coração
de cada vida nordestina!
A fé que te guia por este chão;
Não haverá de deixar-te abater
Pois ela é afixada em tua alma
Tendo como base nosso Deus;
Que Ele possa manter-te sempre assim:
Como uma rocha que não se move
com as tempestades nem com o tempo!
Não importa a lentidão dos passos, o importante é a firmeza com que toca o chão na certeza da chegada.
No passe houve um repasse, mas você não percebeu, ali deitados no chão o meu corpo estremeceu, e seus espíritos tão malignos por alguns instantes foram meus. Tua dor e agonia o meu peito percebeu, sofrimento e melancolia, eu não sei e nem sabia o que de fato aconteceu, um gritava outro gemia e eu só pensava em Deus, fomos embora e eu sentia, que o eu não era eu, no metrô enquanto tu ria, Acesso Norte tu descia, o segurança não entendia, apenas a câmera via, devolvi o que era teu. Como pode um ser humano, cheio de dotes e encantos, suportar em um corpo brando o que em outrora jaz pereceu. Mulher forte do sudeste, de coração é Nordeste, tua alma gêmea deu teu leste, amor em prova sempre em teste, forjado em fatos não só teses, provou que é cabra da peste, mas o ser humano não entendeu.
CHÃO E MESA
Não gosto de amores assim
Comidos de garfo e faca
Pelas beiradas
Degustados em pequenas porções
Muito menos de amores frios
Que ficam no canto do prato
Já não descem na garganta
Nem pode ficar pra amanhã
Gostosos são aqueles comidos como fruta
Arrancados do pé ou pegos no chão
Mordidos com vontade
Que escorrem pelo canto da boca
Flor de Jasmim:
Quando criança, não permanecia no chão.
Pudera...
Era uma águia...
Com longas asas que voavam
na imensidão.
Ficava sempre acima da nuvens...
Contemplava os flocos brancos que
mais pareciam algodão.
Quando cansava, plainava com voos
rasantes...
em instantes estava no chão.
Todo dia alçava voo de um morro
chamado Xanxerê...
Em busca de não sei onde e nem
sei o que.
Um dia em um voo mais longo, pousei
em uma praça. desconhecida para mim...
Mesmo com minhas longas asas pousei
em um pé de jasmim.
No banco da praça, uma linda Deusa...
daquelas que os poetas as chamam de
preferida dos Deuses. Seu sorriso inebri-
-ante chegou até mim.
Hoje com as asas cansadas...
Vez em quando alço voo até o distante
pé de jasmim.
A procura da Deusa, dona dos lindos olhos
que fitaram em mim.
O aroma inconfundível da planta não me deixa
esquecer...
Já não lembro se no amanhecer ou no anoitecer...
Daqueles olhos que fitaram meus olhos...
Dos olhos que namoraram meus olhos...
Olhos que entrelaçaram meus olhos...
Olhos que procuram esses olhos...
Do qual jamais vou esquecer...
