Se Nao for para Voar Nao Tire meus Pes do Chao

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Uma Flor mesmo que no chão, não deixa de ser uma Flor. Não permita que suas quedas apaguem essa Certeza!!

Ontem nos sentamos num banco, e ela tinha as pernas tão curtinhas que não conseguia tocar no chão. Com as pernas cruzadas, ficava balançando-as para frente e para trás, e foi a coisa mais bonita que ví no dia. Fiquei assim, parado, olhando, com um aperto no lado do coração e pensando: pois é, eu só consigo amar você.

Terra que pulsa em mim

(Eliza Yaman)

Não é o chão que falta — é o perfume,
da flor que só no meu país floresce.
Aqui, o céu é outro, o ar resume,
a ausência que em silêncio me adormece.

Minha pátria não é só geografia,
é o afeto que moldou minha raiz.
Mesmo longe, ela canta em minha via,
como um tambor que nunca se desdiz.

Aos pais Hoje, celebramos não apenas quem nos deu a vida, mas quem nos ofereceu chão firme para os primeiros passos e asas para os voos mais altos. Pai é aquele que planta raízes de coragem, rega sonhos com palavras e silêncios, e protege com o olhar que abraça antes mesmo do gesto. É farol nas noites escuras, é porto seguro na tempestade, é estrada aberta para que a vida floresça. Que cada pai sinta hoje o eco da gratidão nos sorrisos que ajudou a construir, e perceba que o amor que semeou segue crescendo em cada geração. Feliz Dia dos Pais! Que o afeto se multiplique e reverbere, como poesia que não se apaga no tempo.

Quem se ajoelha diante de Deus, não se curva diante de problemas.
O joelho no chão te levanta mais alto que qualquer tempestade. Ore,
porque a força vem de cima.
Autor: Bispo José Nildo Lima


📖 Versículo: “Humilhai-vos perante o Senhor, e Ele vos exaltará.” — Tiago 4:10

Livre não é quem pode tudo, é quem sabe viver com pouco.
O limite é chão; a liberdade é asa. E ambos se completam.

Não abaixo a cabeça para ninguém. A história é minha.
Eu levanto do chão, do caixão, do que tentaram me enterrar.
Cada queda que me jogaram é combustível para a minha força.


Quem torceu contra vai engolir o próprio espanto.
Não há pressa, não há dó, não há perdão — só a minha verdade.
Eu existo, eu comando, eu destruo qualquer expectativa que tentou me definir.


O mundo pode gritar, pode tentar esmagar, mas eu sigo vivo, imbatível, meu tranco ninguém segura.


— Purificação

Entre a caneta e o silêncio


Como professora, caminho...
não sobre chão firme,
mas sobre cacos de expectativas
e pós de esperança.


Cobram de mim o impossível:
números que sorriam para relatórios,
metas que brilhem nos gráficos,
resultados que não cabem no peito,
mas são expostas em planilhas frias.


Na sala de aula,
ecoam não vozes curiosas,
nem sussurros
em busca de saber,
mas do peso do desinteresse.


Olhares vagos,
mãos cansadas antes mesmo de escrever,
corações distraídos pela promessa fácil
de um benefício que paga a presença,
mas não compra o desejo de aprender.


O apoio?
Palavra bonita nos discursos,
mas ausente no cotidiano.


As leis que um dia protegeram
vão se dissolvendo
como tinta velha sob a chuva.


E o que sobra?
Um palco de cobranças
e a plateia da indiferença.


As famílias,
cansadas, omissas ou descrentes,
entregam seus filhos e filhas
como se fossem um pacote:
"Está aqui. Ensine. Cuide. Resolva. Eduque."


Os governos, contadores de cifras,
olham para o professor e veem um custo,
não um pilar, muito menos investimento.
“Os professores ganham muito,
incham a folha,
têm muitos direitos,
férias duas vezes ao ano,
piso salarial,
gratificações, recompensas,
rateios...
ganham apenas por quatro horas de trabalho


E ninguém vê as horas
roubadas de nossas famílias,
de nosso lazer,
de nossa saúde.


Querem índices
querem estatísticas,
querem provas,
querem resultados sorridentes,
mesmo que as almas chorem.


A carreira…
longa estrada de títulos caros
para salários curtos,
onde a gratificação é um remendo
que nunca vira tecido inteiro.


Trabalhar muito, viver pouco.


E o docente,
esse resistente,
esse malabarista de sonhos,
continua ali,
mesmo quando o respeito já não chega,
mesmo quando a violência não é só física,
mas se infiltra como veneno lento
no corpo e na mente.


Um dia, perguntaremos:
O que fizemos da educação?
Transformamos o mestre em operário de metas,
a sala de aula em linha de produção,
o saber em moeda barata.


E, talvez tarde demais,
descobriremos que sem professor
não há futuro que se escreva.

Se o céu fechar, eu acendo o sol
Se você cair, eu viro o chão
Porque amar é não desistir
Mesmo na contramão - Frase da música Mais Forte Que o Fim do dj gato amarelo

Honrar os ancestrais não é repetir seus passos, mas caminhar com consciência sobre o chão que eles sustentaram.

A criança que sentia demais




Ela aprendeu cedo
que o chão podia desaparecer.


Não por terremotos,
mas por silêncios que mudavam de humor,
por paredes que escutavam demais,
por relógios sempre prontos para correr
até um lugar branco, de luz dura.


Cresceu com antenas no peito.
Sentia antes de entender.
Pressentia antes de querer.


Enquanto outras brincavam de futuro,
ela brincava de equilíbrio:
não ocupar espaço demais,
não desejar alto,
não guardar segredos em gavetas frágeis.


Aprendeu a existir em modo de espera.
Como quem segura o fôlego
para não acordar o perigo.


Havia beleza, ainda assim.
Sempre há.
Ela colecionava migalhas de mundo:
um pedaço de céu visto da janela,
o cheiro de algo bom que não durava,
um riso emprestado no meio da tarde.


Com o tempo,
cresceu por fora
antes de crescer por dentro.


Levou para a vida
a inocência dos que nunca foram protegidos:
acreditou demais,
deu nomes às coisas antes de testá-las,
ofereceu o coração
como quem oferece água
num deserto que finge ser oásis.


Roubaram-lhe ideias
como quem colhe frutos de uma árvore
sem perguntar quem a plantou.
Confundiram sua entrega com fraqueza,
sua escuta com permissão.


E ela, ainda assim,
continuou aberta.


Porque quem aprende a sobreviver cedo
demora a aprender a fechar portas.


Mas há um ponto,
sempre há,
em que a criança cansada
olha para o adulto que se tornou
e diz, em silêncio:
agora é comigo.


Não há ruptura visível.
Não há vingança.
Há algo mais raro:
a construção lenta de um centro.


Ela começa a devolver pesos
que nunca foram seus.
A deixar no chão
o que carregou por amor mal compreendido.


Descobre que pode escolher
onde pousar o corpo,
a quem confiar a própria história,
o que merece permanecer intacto.


E então,
sem anúncio,
sem aplauso,
algo muda de lugar.


A vigilância vira atenção a si.
O medo aprende a descansar.


A criança não desaparece.
Ela finalmente encontra abrigo
no adulto que sobreviveu
sem perder a capacidade de sentir.


E isso,
isso é um tipo silencioso de vitória.

Enquanto você acreditar
Tudo pode acontecer
O amor é ponte, é farol
É chão firme pra não se perder — - Frase da música Enquanto Você Acreditar do dj gato amarelo

A morte não pode calar
O sangue do justo no chão
Nem convence o vencedor
Que se recusa a parar
Assim como a escuridão
Não pode cegar
Quem enxerga com o coração

Fracos não são os caem, mas os que permanecem no chão.

Cada passo que eu dou no chão,
Tem o ritmo do teu coração,
Não há mapa, nem direção,
Quando é o amor quem dá a mão. _ Frase da música Por Inteiro do dj gato amarelo

Não há vendaval que possa tirar você do chão ou desmontar suas estruturas ,se você tiver em si uma tempestade de Fé.
╰☆╮
___________FranXimenes
08*08*2013

Depois da queda do nosso amor
Tudo veio ao chão de repente.
As muralhas não aguentaram
O impacto devastador do que a gente fingia ser.
O que era promessa virou ruína,
Palavras ocas soterradas no silêncio.
Nós não suportamos o caos lastimável
De insistir onde já não havia verdade.
Depois da queda não adianta lamentar.
Juntar os cacos não refaz o que morreu.
Colar pedaços não devolve o inteiro,
O que quebrou por dentro não revive com adeus.
Não há ponte, não há volta,
Não há fé que sustente o fim.
O amor caiu — e ficou no chão,
Sem sinal de recomeço em mim.
Tentamos chamar de fase, de erro,
Mas era o fim pedindo coragem.
Às vezes partir não é desistir,
É só respeitar a própria dignidade.
Hoje não espero nada do que fomos,
Nem do que você promete ser.
Depois da queda do nosso amor,
O resto é aprender a não mais sofrer.

Perder o chão é o vício de quem não valoriza o que tem.

Somos como um dente de Leão, frágil e instável. Um sopro nos leva, não encontramos um chão e de vento em vento todos se vão.

Chão de Escuta


Se eles fecham os ouvidos e não querem nos notar, a gente muda o caminho e aprende a se olhar.


Se lá fora existe o muro e ninguém quer entender, a gente cuida do mundo que entre nós vai crescer.


O que importa de verdade não é quem não quis ouvir, é a nossa amizade que nos faz não desistir.


Mão na mão, de peito aberto, cada um faz sua parte. Se o silêncio é o que temos, nos ouvir é a nossa arte.