Se for Triste Carlos Drummond
Sempre que tivermos uma oportunidade de ajudar alguém, devemos fazê-lo, nem que ajuda for ajudar a procurar por uma ajuda.
A solitude é aquilo que você é se for um grande espírito, sentirá grandeza se for um espírito pequeno sentirá toda sua pequenez é com ela que descobre que não precisa do de fora.
Deixe o amor em seu coração cantar.
Por onde for que esse amor leve esperança, um tantinho de paz.
O coração agradece, a alma floresce e perfuma quem com respeito tocar.
Sê o abraço amigo que transmite esperança.
Sê amor todos os dias, mesmo que estejas aflito.
Pois com amor…
há cura, há vitória, há sorrisos, há cheiro de terra molhada, flores desabrochando,
pássaros cantando e Deus de nós cuidando.
Um lindo dia Deus já lhe preparou.
Por onde você for, anjos estarão á lhe guiar.
Abençoado serás.
Sorrisos há de colher aqui e ali.
E o amor?
O amor já faz parte de você!
É só cuidar com carinho e esse amor que mora dentro de ti sempre há de florescer…
Ao findar esse dia, apenas agradeça.
E sorria.
O sorriso fica lindo no seu rosto.
Em algum lugar desse planeta, alguém sorri pensando em você.
Te deseja o bem, sente amor e agradece pelo seu viver.
Respire.
Inspire.
Deixe a paz te envolver.
A gente sempre torce pra dar certo, mas relacionamento, seja qual tipo for, depende também da outra parte. A gente sempre tenta dar o nosso melhor, mostrar o nosso melhor lado, mas nem sempre a outra parte vai estar disposta a também compartilhar o seu mundo. Cada um pode somente dar o que tem. Cabe a nós escolher alguém que esteja mais disponível e mais afim com a nossa energia.
Nada que você faz para alguém terá peso se não for de bom coração, pois Deus sabe o bem que você fez sem esperar nada em troca.
Toda situação na vida é temporária. Então, quando a vida for boa, certifique-se de aproveitá-la e recebê-la plenamente. E quando a vida não for tão boa, lembre-se que ela não durará para sempre e que dias melhores estão a caminho.
#meuspensamentos
(Assim quando me for)
É lindo o findar de tarde
Mirando aquele retosso
Daqueles tempos de moço
No lombo do meu cavalo
Era como um regalo
Aquela vida lá fora
O arrastar das esporas
Pelo trilhar do galpão
A eguada relinchando
Silhuetando a manguera
O João de barro a porteira
O velho fogo de chão
Depois chegava a pionada
Naquela roda de mate
Cada um dando um aparte
Na trova que se estendia
Daqueles findar de dia
Ainda trago a memória
Pra mim era propria glória
Por ter nascido gaúcho
Quem sabe ainda me toque
No derradeiro final
Quando se vai o bocal
Por mais forte fora o tento
Me reste ainda um momento
Pra relembrar minha sina
Dessa vida tiatina
Lambendo o cocho de sal
A velha cruz em sinal
Na hora da oração
Coloquem junto ao caixão
O pavilhão tricolor
Um lenço vermelho em cor
Pra lembrar o gauderismo
Minha vida de xucrimos
E a minha declamação
E se sobra um espacito
Junto ao meu corpo judiado
Meu violão do meu lado
Pinho velho afinado
Pra chegar no outro lado
Já fazendo algum costado
Uns verso bem declamado
Pro patrão nosso Senhor...
Renato Jaguarão.
