Se for para Morrer que Seja
As palavras afagam. Arranham. E algumas vezes nos fazem morrer.
Ainda há aquelas que se ausentam. Ficam no meio do caminho e acabam por se tornar palavras Imaginárias.
Muitas vezes causam feridas profundas por não ter sido ditas.
A única certeza que temos é que no final de toda essa história nós vamos morrer.
Então pra que criar uma história igual as outras, tão comum...?
Se nós ralamos, fazemos milhares de coisas pra no final, quando tudo isso acabar, nossa vida não passar de uma história escrita pra ninguém ler, ser esquecida, ser apenas mais uma.
Porque você não esquece essa velha rotina normal, chata, e começa a ver a vida como ela poderia realmente ser, e não como as pessoas acham que tem que ser.
A sociedade nem sempre consegue abrir os olhos para coisas novas.
E tem algumas pessoas que cismam em viver no passado, não consegue renovar os pensamentos e as opiniões.
Mas tem uns que conseguem ser diferentes, e com isso fazer coisas espetaculares.
Então porque vc não larga dessa mesma coisa repetida e cria uma coisa nova!
Seja diferente, pois só temos uma vida.
Pra quem acredita em reencarnação, eu sei que nós vamos voltar uma nova vida, mas e ai que tá!
Nós não seremos mais os mesmos. Não teremos os mesmos amigos. Nem a mesma família. Nem os mesmo amores. Resumo, nossa vida não será igual.
Então faça tudo o que vc quiser fazer de diferente agora.
Não faça apenas parte dessa sociedade pacata em que vivemos.
Seja diferente deles.
Seja você.
Meu nordeste.
deixar o nordeste jamais
não quero morrer de saudades
viver aqui é bom demais
são lindas as nossas cidades
e ser nordestino é ter muito mais
que um milhão de qualidades.
Eu prefiro viver pensando e relatando minhas ideias do que morrer sem ser reconhecido... morrer como um nada.
“Viver ou morrer é uma questão de como encaramos o percurso, podemos viver mil anos em dez, ou dez em mil.”
Dario Nicolau
Morrer não é o fim, é o começo de uma realidade incompreensível a nossa humanidade, é um saí da história dos homens, para habitar na realidade de Deus, é se desapegar do tempo, para viver feliz e pleno na eternidade, para qual fomos feitos e para onde nossa vida deve nos conduzir.
Poeta é todo aquele que está disposto a morrer bela beleza, nunca pela justiça, ao contrário dos santos e dos palhaços.
MEU ALENTO:
Quando eu morrer,
Não me facultem alarde ou risos!
Não me chorem amargos sisos!
Eu não chorei nem sorri.
Quando eu morrer,
Se assim, o for meu querer,
Os ouvidos, guardai em potes de vidro
Pra que não possa te ouvir.
Sobre os meus olhos,
Plantai no mais alto dos outeiros
De frente pro mundo inteiro
Para eu ver, quem chora ou sorrir.
Quando eu morrer,
Só a língua deixai ao relento
Pra não calar o que sinto
E reportar o porvir.
E só quando eu morrer,
Separem do corpo o nariz
Esse aos eflúvios condiz
Guardem-no, nos florais,aos jardins.
Se a vida é um caminho entre dois pontos,o nascer e morrer. Não a cruze como em uma reta, aproveite ao máximo através de uma parábola.
Agora se ela vai ser positiva ou negativa, só depende de você.
Para de viver preocupado com o que os outros vão pensar ou falar. Vive a tua vida. Se você morrer hoje, amanhã ninguém nem lembra que você existiu.
A minha calopsita, linda de morrer, fugiu de sua gaiola de arame apropriada com todo o conforto necessário, com água filtrada, ração de primeira e tudo mais, para ir morar no galinheiro com as frangas índio - gigante, galinhas rhodia - vermelha e um casal de garnizé. De início, achei bastante estranho, porém, depois, observando melhor, verifiquei que a convivência deles estava maravilhosa e bastante harmônica, com a calopsita querendo até namorar o garnizé, e, os demais, alegres e felizes com a visitante estranha no galinheiro. Lá pelas tantas, quando tudo parecia estar tranquilo, eis que a garnizé fêmea, talvez por ciúme da calopsita que paquerava com o seu parceiro garnizé, partiu para a luta corporal atacando a calopsita com uma bicada mortal, a qual, se sentindo em perigo iminente de morte, se não voa muito ligeiro, já teria sido levada a óbito em menos de segundos. Aí, eu que não sou bobo, pressentindo o acontecido, prendi novamente a calopsita em sua gaiola e, alertei-a a não repetir mais tal façanha, sob pena de sofrer uma prisão domiciliar, até que se resolva o incidente acontecido. Ela, gentilmente abaixou a cabeça e pediu-me desculpas, balançando a cabeça se sentindo arrependida, e, com certeza, não vai querer fazer tal proeza nunca mais, é o que esperamos.
Talvez quando eu morrer eu renasça de novo. Tipo um sonho. Talvez os sonhos possam ter sido outras vidas que tiveram seu fim. Agora estamos vivendo um novo sonho, para chegar ao fim de uma nova vida, e poder acordar para sonhar.
