Se eu Tivesse Asas
Quando o legislativo é forte e soberano, o morcego-rei é esvaziado e terá as suas asas cortadas.
Pensamento do Livro “O Pântano” do autor (Editora UICLAP).
O amor sincero não poderia ter asas, ainda mais asas curtas, para não poder pular de galho em galho.
Sonhei.
Há como sonhei...Tanto sonhei..
Alto voei nas asas da imaginação.Desejei sentir tudo aquilo que havia para dar o meu coração,viver e dar vida a imaginação.E no fim era tudo ilusão.
Os pássaros voam alto abrindo suas asas para abraçar a humanidade e mostrar a liberdade , a beleza e a sutileza , a graciosidade e a intimidade com Deus .
Mostrar que a liberdade traz a suavidade e a serenidade , traz a paz .
O amor é um elo contínuo de todos esses preceitos e sentido quando existe verdade .
Os pássaros são conscientes que pela frente os ventos podem soprar mais forte, que a chuva muitas vezes pode desabriga - los , mas a certeza , a fé que estes momentos apenas passam demonstrando segurança e o caminho a seguir faz toda diferença , e pela sensibilidade eles entendem as mensagens e
reconhecem as divindades dizendo para a humanidade :
Nenhum entendimento pode ser paliativo ao momento , tem que haver o entendimento de fato as leis divinas .
Humildade , despreendimento e amor , verdade , fé e servidão , entrega .
Sabendo que o amor vem da essência
Que a fé nos mantém fortes
Que o despreendimento e o desapego mostra os ensinamentos de Jesus .
Que na servidão o coração deve estar limpo , desejando de verdade o bem do próximo.
Fica facil compreender neste momento que a humildade acompanha todos estes entendimentos porque o amor faz elo , sorri , é agraciado , aplaudido, junto aos ensinamentos de Jesus ..
A força do universo como compreende as leis divinas , faz ponte as verdades e unifica tudo que é do bem e da paz , onde realmente nada foi paliativo , mais compreendido e aceito , oferecido por Jesus.
Paz e luz .
Simone Vercosa ..🙌🙇♀️🙏
Dia mundial da poesia - 21 de março
Ah, me embalo nas asas da poesia
no alvorecer de suas magias
nas horas estreladas
em devaneios
erguer os olhos e ruminar
para arriar na folha a fantasia
suspeita de um coração sonhador
lugar este que o mundo pouco percebe
o espaço ocupado
vivenciado
encantado
do artista poético
@zeni.poeta
Há um bater de asas
O sol nasce devagarinho
Seus raios lentamente aparecem por detrás do montes...
Uma brisa suave traz até mim o perfume inebriante de flores...
Mais um dia começa...
Longa será a jornada.
Eu aqui parada... estagnada.
Não tenho forças pra começar o dia...
A noite foi de completa agonia.
Partiste...
Me deixaste tão triste.
Pergunto-me: de que adianta estar pelo mundo se não estás do meu lado?
Meu coração está desconsolado.
A cortina levemente balança com a brisa que entra...
Um pássaro pousa no peitoril da minha janela...
Fica alguns segundos a me olhar com se me dissesse: ‘há tanta vida lá fora’.
Minha alma no peito chora...
Há um bater de asas...
Um bater de asas que me move... meu coração se comove...
Há vida... me decido... vou vivê-la...
Meu coração tão padecido... apertado no peito...
Minha razão: ‘levanta-te... pra toda dor sempre há um jeito’.
Amar é caminhar entre o brilho que cega e a sombra que acolhe, alçando voos sem asas, aceitando quedas sem chão.
Ouça o chamado
permitir-se à loucura é o dar asas onde a razão nos condiciona à um arrastar-se pesado em um chão aparentemente seguro, mas que logo tal peso no arrastar de cada passo fará com que os pés sangrem
neste chão "seguro", o choro evitado, a dor que não chega, a tristeza que se mantém ao longe, são apenas abreviadas
não há viver e sentir no Amor que tenha chego ao nosso conhecimento que não tenha nascido através da loucura de desprendendo-se de toda a razão dar asas a si mesmo quando tudo que se vê é a impossibilidade de voar
e mesmo neste céu imenso contemplando nuvens que não deveriam ali estar, nuvens de chumbo que não caberiam em nosso céu, que se nos chocarmos com elas inevitavelmente cairemos abatidos, no entanto, na loucura a que nos permitimos se nos faz acreditar que o bater de nossas asas a seu tempo afastará para longe tais nuvens de chumbo não permitindo que nos toquem, e por acreditar tão fidedignamente, assim acontece
sentimos, ouvimos nossas asas batendo...
tememos, imaginamos um choque nas nuvens de chumbo...
há um chamado ào céu da liberdade através da loucura do sentir
há um chamado à permanência do chão da segurança através da racionalidade do medo..
Não, não são asas
Sim, estava voando
Sempre acima
E eles não acreditavam
Desviavam o olhar
Proferiam indignações contra a melodia
E continuava acima
Pois sua pureza o tornava leve
Mas não, não eram asas
E mesmo assim as cortaram...
