Se eu Tivesse Asas
ASAS
Asas que ganhei
Asas que criei
Asas prá me levantar
Asas prá voar
Asas do pensamento
Asas da imaginação
Asas que me levam ao vento
Asas que voam no chão
Asas que me protegem
Asas que me deixam leve
Asas que me dão coragem
Asas... que nasceu comigo
Mas as deixo de castigo
Só uso nos meus sonhos
Quando volto a realidade
Guardo as asas dentro de mim
E como se fosse padrão
Finco meus pés no chão
Ela andava por ai bateando suas asas de borboLETRA
Até que ele chegou, enroscou seu abraço disfarçado de um (en)canto de paz sobre a sombra dos sonhos dela.
Fez a borboLETRA ter vontade de (re)pousar nos (in)versos seus.
FELICIDADE
É como a pluma que voa leve
Voa nas asas do vento
Ao encontro de quem a procura
Trazendo consigo,
As mais belas esperanças
Vem de um manancial que jorra noite e dia
Assim como de um poeta
Jorra a poesia!
Asas à Imaginação
Passando pela ponte do rio do Nilo
Ouvia sonoras vozes latentes
Ao tempo que fortes águas corriam
Às margens ribeiras veementes
No ar, avistava o céu estrelado
Composto pelo brilho das estrelas
Reluzentes, formosas, e cheias de vida.
cercadas de risos e sublimes anseios.
Lá fora Corre a vida cercada de alegria
Em meio aos gritos fortes valentes
Dos astros tornados face ao dia a dia
Assim se segue a vida
Repleta com suas ironias
Lastima do contento viril
Riso tão puro quanto não viu.
O amor não te deixa cair, amor é a corda que te segura quando você se joga. Amor são asas que você ganha da vida para acreditar que pode voar.
Acorde, a melhor parte da noite chegou, tire os sapatos, é a hora de soltar nossas asas e voar em direção ao céu, acompanhe à sinfonia da escuridão, segure a minha mão e veja as estrelas ao nosso redor, feche seus olhos, sinta a brisa, sinta a liberdade que o Universo nos dar, voe alto antes que a noite acabe e você perca a chance de realizar o que mais desejou.
E esse sabor chamado amor? Quem poderia defini-lo, traduzi-lo? Continuaremos com asas para voar, e com certeza é esse estranho sentimento que nos fará continuar.
Levante-se e ande pelo jardim.
O colorido das flores,
o perfume no ar,
as asas de uma borboleta... tão leve a voar.
Os raios do Sol,
a maciez da relva,
o frescor da brisa...
e você aí a pensar:
diante de tudo isso,
é impossível a Deus negar.
Vai negar?
O SONHO
Em meus sonhos
Aparece-me um ser de asas longas,
De veste alva jeito de anjo
Cantarolando dialeto estranho
Onde só reconheço a palavra amar.
E nesses sonhos
Sorri pra mim,
Sorriso estranho só de quem ama
Provocando-me talvez, sei lá.
Continuando a sonhar
Aproximou-se angelical
E abraçou-me abraço estranho
Como se amasse me abraçar.
Sonho sonhado
Acordo agora
Mente confusa a imaginar,
Falou-me o anjo falar estranho.
Só entendi amar-amar.
Seja a pluma que voa sem nexo, mas ao menos causa o movimento.
Não tente voar sem as asas e sem as plumas dos seus sonhos.
As quedas aniquilam ou nos enterram.
Bato as asas para me libertar do peso que sobrepesa o coração e a minha alma.
Não alço voo algum.
Prendo-me muito mais ao contido lembrar que mina os meus olhos.
Declaro-me seu em cada gesto e em cada movimento.
Pena. Penas... de mim.
