Se eu Pudesse Pegar todos seus Problemas
Eu queria lhe entender
E conseguir te decifrar
Compreender os seus sorrisos
E os sinais que tu me dá.
Me sinto inseguro
E não consigo me engajar
Pois podem ser meus olhos
Querendo me enganar.
Mas eu não quero estar errado
E prefiro acreditar
Investir nesse meu sonho
No qual juntos vamos estar.
Só quero que entendas
E não julgues, por favor...
Pois não me vejo com a culpa
Por acreditar de mais no amor.
Eu a vi abdicar seus anseios para suprir as minhas vontades. Ela negava os seus desejos para proporcionar-me o contentamento. Aquela mulher, constantemente, de tudo fazia para ver meus lábios desenharem um sorriso. Minha mãe deu-me os primeiros contatos ao amor – a versão mais afável, condescendente, admirável e grandiosa, um sentimento quase palpável. Quando o meu afeto para com alguns colegas vizinhos e da escola evolucionou, uma vertente pura e doce do amor eclodiu. Nomeados como amigos, aqueles indivíduos engrandeceram-me. Trouxeram-me confiabilidade e companheirismo. A companhia deles já era o bastante para o despertar da felicidade. Minha adolescência mostrou-me uma nova vertente do amor. Esta se manifestou por alguém fora do meu âmbito familiar. Sufocamentos demasiados, suspiros intensos, batimentos cardíacos acelerados, ciúmes incoercíveis, risos soltos e incontroláveis eram alguns dos sintomas que esta recente revelação trazia. A vontade de crescer enquanto ser humano e o talante de fazer o outro feliz me dominavam. Meu repertório pessoal fora crescendo. Modos de defesas foram surgindo, causados, especificamente, pela não correspondência, por outros, ao meu sentimento. O amor havia se tornado minha concepção absoluta, o resto se pusera como elementos secundários, coisas levadas pelo vento e exterminadas pelo tempo. O amor é minha lei primordial. Ele estivera junto a mim desde os meus primeiros passos de vida, permeando por todo meu processo evolutivo, e assim permanecerá até quando algum vestígio meu existir.
Sempre me lembro dos detalhes mais banais
Da cara feia quando eu conheci seus pais
Seus olhos verdes meio cinza no verão
E daquela canção
Eu agora no escritório vendo o tempo passar, da sacada vejo vidas a andar, não sei quais os seus destinos, não sei nada sobre suas vidas. Será que entre tantas vidas, será que uma se encaixa em mim.
E se o tempo não me esperar?
E se os seus olhos eu não puder ver?
E se o mundo contra mim ficar?
O que de mim vai ser?
PÓLO DOS SEGREDOS
É eu vi, os seus beijos
sassaricando a minha volúpia,
enquanto meu coração pulsava...
Meu corpo tremia de ansiedade
e as labareda da minha paixão,
crepitava na sofreguidão das suas mãos.
Com seus beijos...
O vento parou de farfalhar
os pássaros encantados
deixou de chilrear
nossos olhos reviravam pelas marcas,
geodésica dos nossos corpos.
Visitamos os pólos dos nossos segredos
para logo depois cochilarmos
nas águas mansas dos oceanos.
Antonio Montes
PASSOS MARCADOS
Se eu passo com meus passos
com seus passos, pode passar...
Se seu passado, não passa
e suas passadas embaraçam...
Os passos segue carreira,
para no passado, passear.
Eu passei pelo passeio
com passos e passadas largas
meus passos foram escanteio
com minhas passeadas rasas.
José passou a galope
entre poços e passos seguros
suas passadas foram forte
com bote para o futuro.
Marcou passos no passado
no tempo foi passageiro
pelos passos do pai honrado
passou para o mundo inteiro.
Antonio Montes
eu sinto!
sinto sua falta, sinto falta dos seus carinhos,
espero que você esteja bem.
Ò tempo que passei contigo foi maravilhoso.
Obrigado. Obrigado por existi, sem você eu não iria consegui segui neste mundo.
Eu sabia que um dia isto ia acontecer, mas há tempo pra tudo. infelizmente este foi nosso tempo.
até hoje lembro de você olhando para meus olhos e chorando, ''Mas'' ''Saymo'' Chorando de quer ?
chorando de alegria, lembra quando nos ia na igreja ? é isto faz tempo, mais nunca vai sai da minha mente.
nos ia a igreja e fazia promessas era lindo, mas deus sabe de tudo.
O tempo ousa em apagar tudo isto, mais meu coração nunca ira apagar isso tudo.!
em fim, eu vim aqui te falar que te amo.
Ela plantava os seus sonhos. E eu quem regava as sementes. Seus sonhos ela vive com outro, e os meus pôs em um recipiente. Proibida pra mim.
Texto autoral Francisco de Paula
Hoje eu acordei pensando em você, que saudades dos seus lábios; sonhei um lindo sonho, me lembrei do seu olhar; quando tempo mais terei que suportar a dor da espera, para enfim ao teu lado está.
SEUS!!
Vem sem demora, a felicidade te espera.
Nos seus braços eu me aqueço....
Nos seus labios eu me perco....
No seu corpo eu sinto o calor infinito...
Com o toque profundo , que aquece o mundo....
No seu sorriso eu vejo.... paz que emana...
Com a alma lavada eu adormeço....
Licia madeira
Eu sou o que seus olhos não via a tempo
Sou o que seu coração sente falta
E Sou o que sua mente pede
Resumindo sou o que vs mais precisa
Nunca desista dos seus sonhos,por mais que sejam loucos eu tenho certeza que são inspiradores,e pode mudar o mundo...
Mas sim, nunca desista de seus sonhos. Se você ama o que faz, não desista. Por exemplo, eu fui muito pobre por muito tempo, vivendo de arroz e aveia, vivendo em um barraco e fazendo música, mas sendo tão feliz por ter a oportunidade de fazer o que amo. Continuar vivendo e amando espalhar sua música, não precisa ser tão difícil. Eu ainda, às vezes, belisco meu braço para ver se isso tudo está acontecendo mesmo, sabe? É meio insano!
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