Se ele Nao te Ligar no dia Seguinte

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O Governo é bom em uma coisa. Ele sabe como quebrar as suas pernas apenas para depois lhe dar uma muleta e dizer:"veja, se não fosse pelo governo, você não seria capaz de andar!".

BOA NOITE!
DESCANSE EM DEUS, ELE ESTÁ NO CONTROLE
Muitas pessoas ficam apreensivas quanto ao futuro. Vivem ansiosas com medo do rumo que as decisões políticas podem tomar. Vivem ansiosas com respeito ao trabalho, aos estudos, à família. Precisamos descansar na providência de Deus, sabendo que ele está no controle da situação. Mesmo que situações difíceis aconteçam, mesmo que tempestades apareçam no horizonte, mesmo que os montes estremeçam, Deus continua no controle da situação. Nosso Deus está assentado sobre um alto e sublime trono e ele governa céus e terra. Nossa vida está segura em suas onipotentes mãos!

“O homem se torna o que ele pensa.”

- O tempo é fluido por aqui – disse o demônio.

Ele soube que era um demônio no momento em que o viu. Assim como soube que ali era o inferno. Não havia nada mais que um ou outro pudessem ser.
A sala era comprida, e do outro lado o demônio o esperava ao lado de um braseiro fumegante. Uma grande variedade de objetos pendia das paredes cinzentas, cor de pedra, do tipo que não parecia sensato ou reconfortante inspecionar muito de perto. O pé-direito era baixo, e o chão, estranhamente diáfano.
– Chegue mais perto – ordenou o demônio, e ele se aproximou.
O demônio era magro como uma vara e estava nu. Ele tinha muitas cicatrizes, parecia ter sido esfolado em algum momento num passado distante. Não tinha orelhas nem genitais. Os seus lábios eram finos e ascéticos, e os olhos eram olhos de demônio: tinham visto demais e ido muito longe, e frente ao seu olhar ele se sentiu menor que uma mosca.
– O que acontece agora? – ele perguntou.
– Agora – disse o demônio com uma voz que não demonstrava sofrimento nem deleite, somente uma horripilante e neutra resignação – você será torturado.
– Por quanto tempo?
O demônio balançou a cabeça e não respondeu. Ele percorreu lentamente a parede, examinando um a um os instrumentos ali pendurados. Na outra extremidade, perto da porta fechada, havia um açoite feito de arame farpado. O demônio o apanhou com uma de suas mãos de três dedos e o carregou com reverência até o outro lado da sala. Pôs as pontas de arame sobre o braseiro e observou enquanto se aqueciam.
– Isso é desumano.
– Sim.
As pontas do açoite ganharam um baço brilho alaranjado.
– No futuro, você vai sentir saudade desse momento.
– Você é um mentiroso.
– Não – respondeu o demônio. – A próxima parte é ainda pior – explicou pouco antes de descer o açoite.
As pontas do açoite atingiram nas costas do homem com um estalo e um chiado, rasgando as roupas caras. Elas queimavam, cortavam e estraçalhavam tudo o que tocavam. Não pela última vez naquele lugar, ele gritou.
Havia duzentos e onze instrumentos nas paredes da sala, e com o tempo, ele iria experimentar cada um deles.
Por fim, a Filha do Lazareno, que ele acabou conhecendo intimamente, foi limpa e recolocada na parede na ducentésima décima primeira posição. Nesse momento, por entre os lábios rachados, ele soluçou:
– E agora?
– Agora começa a dor de verdade – informou o demônio.
E começou mesmo.
Cada coisa que ele fizera, que teria sido melhor não ter feito. Cada mentira que ele contara – a si mesmo ou aos outros. Cada pequena mágoa, e todas as grandes mágoas. Cada uma dessas coisas foi arrancada dele, detalhe por detalhe, centímetro por centímetro. O demônio descascava a crosta do esquecimento, tirava tudo até sobrar somente a verdade, e isso doía mais que qualquer outra coisa.
– Conte o que você pensou quando a viu indo embora – exigiu o demônio.
– Pensei que meu coração ia se partir.
– Não, não pensou – contestou o demônio, sem ódio. Dirigiu seu olhar sem expressão para o homem, que se viu forçado a desviar os olhos.
– Pensei: agora ela nunca vai ficar sabendo que eu dormia com a irmã dela.
O demônio desconstruiu a vida do homem, momento por momento, um instante medonho após o outro. Isso levou cem anos ou talvez mil – eles tinham todo o tempo do universo naquela sala cinzenta. Lá pelo final, ele percebeu que o demônio tinha razão. Aquilo era pior que a tortura física.
Mas acabou.
Só que, quando acabou, começou de novo. E com uma consciência de si mesmo que ele não tinha da primeira vez, o que de certa forma tornava tudo ainda pior.
Agora, enquanto falava, se odiava. Não havia mentiras nem evasivas, nem espaço para nada que não fosse dor e ressentimento.
Ele falava. Não chorava mais. E, quando terminou, mil anos depois, rezou para que o demônio fosse até a parede e pegasse a faca de escalpelar, ou o sufocador, ou a morsa.
– De novo – ordenou o demônio.
Ele começou a gritar. Gritou durante muito tempo.
– De novo – ordenou o demônio quando ele se calou, como se nada houvesse sido dito até então.
Era como descascar uma cebola. Dessa vez, ao repassar sua vida, ele aprendeu sobre as consequências. Percebeu os resultados das coisas que fizera; notou que estava cego quando tomou certas atitudes; tomou conhecimento das maneiras como infligira mágoas ao mundo; dos danos que causara a pessoas que mais conhecera, encontrara ou vira. Foi a lição mais difícil até aquele momento.
– De novo – ordenou o demônio, mil anos depois.
Ele agachou no chão, ao lado do braseiro, balançando o corpo de leve, com os olhos fechados, e contou a história de sua vida, revivendo-a enquanto contava, do nascimento até a morte, sem mudar nada, sem omitir nada, enfrentando tudo. Abriu seu coração.
Quando acabou, ficou sentado ali, de olhos fechados, esperando que a voz dissesse: “de novo”. Porém, nada foi dito. Ele abriu os olhos.
Lentamente, ficou de pé. Estava sozinho.
Na outra ponta da sala havia uma porta, que, enquanto ele olhava, se abriu.
Um homem entrou. Havia terror em seu rosto, e também arrogância e orgulho. O homem, que usava roupas caras, deu alguns passos hesitantes pela sala e parou.
Ao ver o homem, ele entendeu.

- O tempo é fluido por aqui – disse ao recém-chegado.

Ninguém tem o direito de aprisionar o pensamento, por mais vadio que ele seja.

Diferença entre as garotas normais, e eu.

Garota normal: Ele é lindo!
Eu: Ele é carinhoso!
Garota normal: Me dá presentes
Eu: Me dá atenção
Garota normal: Anda de carro comigo
Eu: Anda de mãos dadas comigo
Garota normal: Tem dinheiro
Eu: É engraçado
Garota normal: Mora sozinho
Eu: É de boa família
Garota normal: Beija muito bem
Eu: Seu sorriso é lindo
Garota normal: Tem pegada
Eu: Tem covinhas nas bochechas
Garota normal: Um lindo bumbum
Eu: Adoro suas mãos
Garota normal: Tem coxas grossas
Eu: Gosto das suas costas
Garota normal: É musculoso
Eu: É inteligente
Garota normal: Tem o abdômen definido
Eu: Sua voz me encanta
Garota normal: Tem ciúmes de mim
Eu: Ele gosta dos meus amigos
Garota normal: Me liga pra saber onde estou
Eu: Me manda mensagem de boa noite
Garota normal: É festeiro
Eu: É simpático
Garota normal: Me leva pro shopping
Eu: Me leva pra ver o pôr do sol
Garota normal: Fica lindo sem camisa
Eu: Adoro quando usa branco
Garota normal: Me enlouquece dentro daquele carro
Eu: Fica lindo dentro de um terno
Garota normal: Adoro quando me faz surpresas
Eu: Adoro quando me faz rir
Garota normal: É o homem perfeito!
Eu: É bonito!
Garota normal: Ele me faz sentir dele
Eu: Ele me faz feliz.

[...]
Ele: Por que você tá chorando?

Ela: - Porquê eu te amo.

Ele: - Isso é motivo para chorar?

Ela: - É porque eu te amo tanto, que dói. Eu te amo de um jeito que eu achei que nunca amaria alguém na minha vida. É porque eu nunca pensei que acharia alguém pra mim, e achei você, perfeito pra mim e isso me faz ter um pouco de medo, me faz ter medo de errar com você e te perder.

Ele: - […]
Ela: - O que houve? Por que você tá chorando?

Ele: - Eu tô chorando porque eu sou incapaz de te amar do jeito que você me ama, eu tô chorando porque não posso fazer você feliz hoje e nunca poderei, eu choro porque eu amo outra pessoa que não é você, e choro mais ainda por te fazer sofrer.

Ela: - Eu já sabia, eu sempre soube. Por isso eu chorava tanto, sempre por te amar demais. Mas agora, por te amar demais, eu te deixo livre pra ser feliz, como você deve ser. Te deixo livre pra amar, quem você quiser.

O cérebro é o órgão mais fantástico do ser humano... Ele trabalha 24 horas, 365 dias, desde o nascimento até você se apaixonar.

Ter uma filosofia de vida é como ter um sagui de estimação, porque ele pode ser muito encantador quando você o adquire, mas podem surgir em situações em que ele não será nem um pouco oportuno.

Ela E Ele

Ela Chorava: Ele ria
Ela Falava: Ele escutava
Ela Acreditava: Ele mentia
Ela Queria coisa seria: Ele só queria se divertir
Ela Acreditava em tudo o que ele dizia: Ele dizia o mesmo para todas
Ela Queria pra sempre: Ele só por aquele momento
Ela Se entregava: Ele se evitava
Ela Falava EU TE AMO: Ele sorria e dizia da boca pra fora
Ela Procurava o príncipe: Ele a próxima
Ela Só queria ele: Ele queria todas
Ela ficava por sentimento: Ele por quantidade
Ela descobriu que ele era mais um: Ele descobriu que ela era a única !

E se o jeito Dele me amar foi dando a vida Dele por mim, eu dei a minha vida pra ele.

⁠Mais um ano se inicia e com ele começamos um novo ciclo de 365 dias, de novas oportunidades, novos recomeços, novos planos, novas expectativas. Tudo depende somente de nós mesmos. Então, vamos à batalha, colher o que plantamos em anos anteriores e regar futuras colheitas, começando o ano neutro, colorindo-o durante todo o seu percurso e com o olhar sempre de esperança de dias cada vez melhores.

Amor é como mercúrio na mão. Deixe a mão aberta e ele permanecerá; agarre-o firme e ele escapará.

Mantenha o amor em seu coração. Uma vida sem ele é como um jardim sem sol, quando as flores estão mortas.

Se tivermos gratidão a Deus por tudo que temos e conquistamos, Ele tem reciprocidade de amor com a gente. O ciclo nunca se fecha se a mesma fé que usamos para pedir, usarmos para agradecer.
Fé - Oração - Felicidade - Gratidão - Amor: esse é o segredo.

O ano passou e eu deixei que as coisas ruins passassem com ele. Retirei as experiências e guardei num cantinho que irei visitar sempre que necessário para reaprender. Agradeço, todos os dias, por cada pessoa que apareceu na minha vida. Pelos abraços, apertos de mão. Pelas vivências e viagens. O ano que foi me dizendo que devo olhar mais para mim, sem esquecer o outro. O ano que me preparou tão bem para o novo ano.
Existem coisas que, talvez, eu deveria ter feito diferente. Palavras que deveriam ser ditas de outra forma.
Mas não me arrependo. Foi bom.
Foi essencial. Ano que vem eu também vou. De coração e braços abertos para toda a sorte que existe no mundo.

Em geral a mulher sabe que é amada por um homem, antes mesmo que ele o perceba.

Machado de Assis
Contos Avulsos

Eu, com minha tpm, meus livros e meu jeito-gato. Ele com seu ciúme camuflado, seus mil programas e seu jeito de abraçar o mundo. Mas quer saber? Eu olho pra ele e fico pensando sozinha: será que alguém nesse mundo faria o que ele faz por mim? Porque ele me escuta, me aguenta, me mima, me inspira, me faz sentir a mulher mais linda e especial do mundo. E eu acredito nele, acredito em mim e acho o amor a coisa mais egoísta que existe. A gente ama o outro por tudo aquilo o que ele nos faz sentir. (E ser). É, pessoal. Por ele, esvaziei minhas gavetas, meu armário e meu coração. Pra reciclar energias. Pra ele entrar, ocupar o espaço em branco. E ficar. Não importa se a gente vai se casar em Pipeline, se vamos nos matar daqui a um ano ou se o mundo vai acabar amanhã. Nada interessa. (Embora eu espere que tudo o que eu sinto dure pra sempre). [...] Para mim, a melhor hora do dia é ver a chave girar e o sorriso dele entrar porta adentro. Nesse momento, o tempo pára e não há nada que me faça sentir como eu me sinto. "Torna-te quem tu és", disse o filósofo. E EU SOU. (Por nós).

Qualquer um teria feito o mesmo que Hitler se tivesse o poder que ele tinha nas mãos: matar pessoas que consideramos irritantes ou despresíveis

No mundo lá fora, ele disse, as pessoas eram visitadas em suas casas por espíritos que elas chamavam de televisão. Os espíritos falavam com as pessoas através do que elas chamavam de rádio. As pessoas usavam um negócio chamado telefone porque odiavam estar perto umas das outras, e porque morriam de medo de ficar sozinhas. No mundo lá fora, ele me disse, não existe o silêncio de verdade. Não o silêncio falso que você tem quando tapa os ouvidos e não ouve nada além do seu coração, mas o verdadeiro silêncio ao ar livre.