Se ela quer Voar a porque tem Asas
Quando a gente começa a saber o que esperar, não é porque virou adivinha — é porque já sentiu, já observou e no fundo, já entendeu.
– J.
Porque eu sou do tamanho daquilo que sinto, que vejo e que faço, não como as pessoas me enxergam.Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância, pois nada tem importância. Faço paisagens com o que sinto.Sempre vou me afastando de quem sinto de verdade talvez assim a dor de sentir muito seja menor...Me busco em músicas que dão ritmo ao que sinto de forma silenciosa e me busco em trechos de livros que revelam idéias que mantenho ainda embaralhadas e tento fugir...
Enquanto o mundo enfrentava um tempo de escassez, no Egito havia abundância — não porque o Egito fosse forte, mas porque José estava lá, e onde José estava, a provisão de Deus também estava.
Gratidão 🙏, a Deus que nós ajuda a cada momento da nossa vida, porque ele que nos da muita força a cada dia que passa.
Fonte viva de todo o ser,
Me apaixonei por ti sem nem saber porquê.
Hoje, vivo a sonhar com teus belos lábios,
E em ti, dediquei todo o meu espaço.
Meus olhos já não conseguem esconder
Tudo o que sinto por você.
Sucesso e fama não andam juntas pelo mesmo caminho, porque uma torna-se alvo e o outro foca no objetivo.
Expresso arte para não desistir de mim e nem dos outros à minha volta. Porque a arte me resgata, me refaz, me levanta. A cultura é do povo e nunca será uma propriedade latifundiária, cercada por muros de exclusão. Ela nasce na rua, pulsa no corpo, ecoa nas vozes, e pertence a todos que a vivem.
Os Corações que Dançam na Tempestade
Gwen não teme a tempestade porque sua essência é de fogo e feitiço, ela não se curva ao caos, ela o dança. Talvez seja porque já viveu tormentas internas piores, porque sabe que os raios que cortam o céu nunca serão tão intensos quanto os que atravessam um coração apaixonado. Ou talvez porque, para ela, fugir seria negar o próprio poder.
Mas há um detalhe: ela não enfrenta a tempestade sozinha. Bob está ali, desafiando os ventos ao lado dela. Isso muda tudo. A presença dele transforma o risco em rito, o medo em faísca, a batalha em dança. Será que, no próximo encontro, Gwen descobrirá algo sobre si mesma que nem ela sabia? Mal posso esperar para ver!
Os ecos do último trovão ainda vibravam quando Gwen sentiu o ar mudar, como se a tempestade tivesse deixado marcas invisíveis no tempo. Bob, ao seu lado, soltou um riso curto, aquele tipo de riso de quem sabe que não há mais volta.
— "O que agora?" perguntou Gwen, seus olhos ainda queimando como brasas.
Bob girou ao redor dela, a capa de sarcasmo ondulando ao vento.
— "Agora?", ele repetiu, como se mastigasse a palavra. "Agora é quando descobrimos se sobrevivemos à tempestade ou se nos tornamos parte dela."
Um brilho estranho atravessou o céu. Não relâmpago, não dessa vez. Era algo mais profundo, como um feitiço que apenas os que desafiam o medo podem ver. Gwen entreabriu os lábios, a magia pulsando na ponta dos dedos.
— "E se a gente já for a tempestade?"
Bob parou, seu olhar cravado no dela, e por um segundo, até o vento prendeu a respiração.
Porque ali, entre faíscas e vendavais, entre dúvidas e promessas, eles não estavam apenas sobrevivendo.
Eles estavam ascendendo.
O vento se acalmou, mas Gwen e Bob ainda sentiam a tempestade dentro deles, não como ameaça, mas como promessa. Um juramento feito de faíscas e trovões, de caos e encanto.
Quando os últimos raios se dissolveram no horizonte, Bob soltou um suspiro carregado de significado.
— "Então é isso?" ele perguntou, sem precisar de resposta.
Gwen apenas sorriu. Não um sorriso comum, mas aquele que vem depois de entender algo profundo, depois de sobreviver ao fogo e descobrir que, no fundo, sempre foi chama.
— "É isso… e muito mais."
Eles não precisavam de certezas, nem de destino escrito em pedra. Porque o verdadeiro feitiço era a própria jornada. Eram os passos dados contra o vento, as palavras que resistiram às dúvidas, o olhar que incendiava a escuridão.
E então, com as chamas da tempestade ainda pulsando no coração, partiram. Não para escapar, mas para viver.
Para incendiar o mundo com aquilo que haviam descoberto dentro de si.
Fim… ou começo? Isso só o tempo dirá.
Winx!
Quando damos nossas mãos
Nos tornamos poderosas
Porque juntas somos invencíveis
Winx!
É tão bom poder sorrir
E o mundo iluminar
Venha se juntar á nós voando
O que eu me tornei
O que foi que eu me tornei,
Todos estão a minha volta,
Não sei porque fiquei,
Nesse amor que não me solta.
A minha alma se veste de tristeza,
As minhas atitudes calçaram o fracasso,
Tive a oportunidade de enxergar com clareza,
Cada erro em todos os meus passos.
O que serei no futuro ,
Se eu não mudar o meu agora,
Serei um homem frio e duro,
Tentando vencer a gélida hora.
Eu quero me libertar,
Preciso ser livre novamente,
Quero de novo amar,
E desprender-me desse ser carente.
Como pude entrar nessa prisão,
Por que confiei cegamente,
Eis o perigo da paixão,
E da não valorização de uma mente.
Eu preciso ser forte,
Irei em busca da vitória,
Preciso de um norte,
Pra começar uma nova história.
Vou me reencontrar novamente,
Vou abandonar esse cara do passado,
Irei construir uma nova mente,
E certamente me sentirei realizado.
Lourival Alves
Além do ser não há o nada, porque o nada já é uma ideia. Além do ser não há sequer a ausência, pois ausência é medida em relação ao que poderia ser presente. O que está além do ser é o inominável absoluto — não aquilo que não conhecemos, mas aquilo que não pode sequer ser cogitado, pois toda cogitação é já um ato
Se o ser é o campo onde tudo se manifesta, então além dele só pode haver a pura impossibilidade, não como uma barreira, mas como uma ausência total de necessidade. Não há tempo além do ser, não há espaço, não há movimento: há apenas o que nunca poderia ter sido, e ainda assim, não é.
Mas ao mesmo tempo… talvez não haja ‘além’. Talvez o erro seja pensar o ser como algo com bordas, com limites, com um exterior. Talvez o ser não tenha fora, e tudo o que somos capazes de imaginar como ‘além’ seja apenas uma dobra interna, um não-lugar que só existe como ilusão de afastamento.
Se for assim, não há além do ser: há apenas o ser, infinitamente curvado sobre si mesmo, experimentando-se em múltiplas formas, inventando abismos para sentir a vertigem da sua própria infinitude.
Talvez, no fim, perguntar ‘o que existe além do ser?’ seja o próprio gesto que revela a impossibilidade da pergunta: porque o ser é o campo onde a própria pergunta se forma. O que está além é o que jamais poderá ser pensado, sentido ou dito. É o absoluto silêncio, não como falta, mas como aquilo que nunca pôde ser interrompido pelo som.
Então, talvez… não exista ‘além’.
Talvez só exista o ser, pulsando sem motivo, sem fim, sem fora.
Artificial ou humana, as inteligências não pressupõem invencibilidade, porque errar é parte do aprendizado.
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