Se ela quer Voar a porque tem Asas
A Pessoa só Vive uma Vez em um Corpo; Acredito Eu.
Mais na Verdade a Morte ela Não Existe, Para quem Espera Por Outra Vida quando este corpo ja estiver cansado.
Com a MÚSICA ela mim faz: Pensar, Alegrar, Sorrir, Cantar, Pular, Chorar, Escutar, Brincar, Coragem, Estudar, Trabalhar, Ler em Fim.
Viva a Música, a Boa Música Popular.
Sonho Ruim
Foi ela
Como tantas outras vezes foi
Congela,
Um coração partido em dois
O que fazer na despedida?
Esquecer abraços, o melhor da sua vida
Os sonhos
Terminaram num alô
Voz rouca
Diz que um pedaço de mim se foi
O que fizemos de errado?
Não tivemos tempo
Quem será que foi o culpado?
Acreditou num sonho ruim
Fechando os olhos ela voou
Pra um lugar bem longe daqui
Pra um lugar bem longe de mim
Acreditou num sonho ruim
Fechando os olhos ela voou
Pra um lugar bem longe daqui
E não voltou.
Lágrimas vão correr
Tudo lembra você
Lembra você
Foi um sonho ruim
Te levou assim.
Hoje eu resolvi falar sobre uma pessoa, uma pessoa que é assim:
TUDO PRA MIM!
Seria ela, minha estrela, minha outra metade, minha fonte extra de sobrevivência (Por que sempre que eu penso em desistir da vida, eu lembro que ela existe e isso me ajuda a ter forças para continuar vivendo.)
Eu só queria dizer para essa pessoa, que o destino coloca pessoas em nossas vidas e nos dá uma missão. A missão de conhece-las e dar para cada uma delas a importância que elas terão em nossas vidas. Algumas, agente nem tenta conhecer, outras, agente vai conhecendo e descobrindo qualidades especiais e essas se tornam nossas amigas(os).
Porem uma em especial, mais precisamente falando de você, eu te conheci, cada dia que passava eu fui descobrindo algo novo em você e ne um desses dias, sabe o que eu descobri?
primeiro eu descobri que você era aquela mulher perfeita em todos os sentidos, depois eu descobri que eu estava te amando, e hoje eu descobri que: você é, foi e será meu único e verdadeiro amor.
[“Porque amor não se conjuga no passado; ou se ama para sempre, ou nunca se amou de verdade (M. Paglia)”]
Sabe uma coisa q aprendi na vida! Q naum adianta vc querer mudar uma pessoa, ela viveu a vida inteira do jeito dela, e ai vc vem do nada e quer mudar todos os anos q ela aprendeu a viver daquele jeito, e isso começa a naum dar certo e ai vc fica bravo querendo saber o por q a pessoa naum muda por vc, mais vc naum para pra pensar q antes de vc aparecer, tinha mtos anos atrás vividos por essa mesma pessoa q aprendeu a viver daquele jeito q vc naum aceita e ai vc desanima, e simplesmente vc tem duas escolhas: ou vc se conforma com o jeito dela, ou vc saí fora dela, pois, ninguém muda por ninguém, as pessoas melhoram, mais mudar naum, nem vc mesma mudaria totalmente por alguém... Pense nissso...
Ela tinha um coração enorme, o sorriso dominava seu rosto e ninguém percebia. Quando as lágrimas começaram a rolar,
todo mundo resolveu sentir pena.
Umas das Coisas que temos de Pior em Nosso Corpo é a Nossa Língua, Pois com Ela Profetizamos Maldições e Falamos muitas coisas a qual não devemos.
Assim ja dizia e digo: A Língua é o chicote do Corpo.
Mesmo no aqui e agora, existe alguma outra coisa que não está no relógio. Se você se abre para ela, libera energias enormes no corpo, que estão escravizadas pelo relógio de ponto. E a gente tem a vida toda pontuada, horário para trabalhar, para ver televisão, para dormir, acordar.
Se ela soubesse que a vida é curta, que é um sopro, me abraçaria, me amaria, para depois, quando a morte chegar, dissermos que já morremos, mas morremos de amor.
A rosa que destila bálsamo,
Não a tiro do meu quintal.
Ela responde minha alma...
Acaricia-me e traz calma,
Enterrando no canteiro,
Todo meu desfalecimento.
1912
Eram apaixonados como eu nunca vi.
Neste dia estavam á beira do mar de mãos dadas, ela se chamava Bárbara e ele Eduardo.
Confesso que hesitei quando vi, mas logo eu e o mundo que os rodeava notamos que era inevitável aquele amor não acontecer. Sempre esteve nos dois corações aquele sentimento, e aos poucos eles iam se tornando romance, dia a dia, companhia, sorrisos, cartas…
O primeiro beijo aconteceu, quando eles se olharam nos olhos fixamente. O ego deles se cruzavam de qualquer forma. Era como se os dois fossem um só. Daí não parou mais, não se largaram um minuto. Muitos beijinhos, abraços, sorrisos, lágrimas, briguinhas, voltas.
Eles já sabiam mesmo sem saber a importância e o tamanho daquele sentimento.
No primeiro mês de namoro Eduardo deu uma rosa que prendia no cabelo – que combinava com seus vestidinhos que ela tanto amava de bolinhas -, no segundo foi um perfume, no terceiro confesso que não sei, mas acho que uma rosa e um perfume.
Só tinham quinze anos, e com o tempo os pais de ambos foram se acostumando com a ideia.
Passou-se sete anos, Eduardo a pediu em casamento. Casaram-se na igrejinha com poucos convidados e os trajes mais lindos da época. Bárbara estava impecável com o seu vestido de noiva com uma cauda enorme e uma simplicidade ao mesmo tempo.
Jogou-se o buquê, brindes, valsas, e tudo que se tem direito.
A lua de mel foi no estrangeiro, na Europa. Passaram por lá algumas semanas. A volta foi triste. Queriam para sempre aquele lugar apaixonante. Mas então voltaram para o Brasil, mas especificamente, Recife.
E continuava com aquele clima romântico, afinal… O amor e a cidade ajudavam.
Todo dia, o dia novo que vinha, era a melhor fase do casal, sempre melhorava aquele romance, o dia seguinte sempre era melhor que o passado. Era tudo demais, feliz demais. Triste demais nos dias de brigas, normal.
No dia 31 de julho, Eduardo sofreu um acidente.
Bárbara não sabia o que fazer naqueles dias conturbados no hospital, ela rezava a cada segundo, beijava a testa do seu amado, rezava novamente, chorava no ombro se deus amigos e familiares. Eis que sete de agosto, sete dias depois do seu acidente… Eduardo faleceu. E bárbara foi junto a ele. Não no corpo, mas na alma. Ela passou dois anos não vividos. Ela não sabia mais quem era, só vivia do passado.
O cemitério por algum tempo tornou-se seu lar. Lembro de uma vez que ela chegou a deixar no caixão a flor do seu cabelo – do primeiro mês de namoro –
Passou a desacreditar de Deus por alguns meses. Depois, voltou a acreditar. E a partir daí mudou.
Ela saiu e foi viver, viveu. Teve outros amores, casos. Viveu feliz com a família – que aos poucos também iam partindo – e com seus amigos – que também alguns partiriam antes dela – não que ela não fizesse isso, pelo contrário. Bárbara e Eduardo eram extremamente ligados as suas famílias e amigos. O amor deles não só juntava os dois, e sim as pessoas.
Ela viveu, diga-se de passagem. Não um viver bem, mas um viver vivido apesar de tudo. Sempre faltava um pedaço nela, um pedaço de terra, de pessoa, de amor. Tudo fazia falta, tudo. Ela não tinha filhos com Eduardo, não tinha nada. Só as fotografias de momentos inesquecíveis.
2010
Bárbara é o seu nome. Menina feliz, com uma família maravilhosa, amigos bons.
Ela é de recife, ama a cidade e o pessoal de lá. Mas as vezes não se sente totalmente ‘em casa’ falta um pedaço nela que Bárbara não fazia ideia de onde vinha.
De vez ou outra ela ia no recife antigo e chorava, chorava sem parar. Múrmuros de choros.
Na praia, ainda era pior. Eram lembranças que ela não conseguia ver ou saber, mas sentia.
Dia oito de agosto, ela estava perto do mar, sentada e chorando muito.
Do nada, apareceu um menino aparentemente da sua idade – 15 – e lhe deu uma rosa e disse:
- E a historia não recomeça, ela continua. E cada vez mais linda e eterna.
Bárbara sem entender nada, diz
- Hã? Desculpa, não to entendendo.
O menino riu
- Eu também não entendi, saiu do nada. Você ta chorando, me doeu te ver assim, mesmo sem te conhecer. Quer um presente?
Bárbara riu
- Não precisa, mas obrigada pelas palavras.
- Eu faço questão, tome essa flor.
- Nossa, que linda! Obrigada.
- Mas olha, é pra por no cabelo, é uma flor de vida, mas com um tick - ou sei lá o nome – atrás dele que tu coloca na cabeça.
- Ammmmmmmm, (risos) pronto. Que engraçado, onde comprasse isso?
- Ficou linda, e combinou muito com sua blusa de bolinhas. Achei aqui no chão. Não vai deixar de aceitar não, ne?
- (risos) claro que não! E qual seu nome?
- Eduardo. E o seu?
- Bárbara.
Os dois paralisara por três segundos.
- Que fofa! E que bom que suas lágrimas sumiram
- (risos) É… É como se eu tivesse achado a minha casa, o meu porto seguro.
- Agora quem não entendeu fui eu.
- Talvez eu também não.
Os dois sorriram.
E dessa vez os dias sete, os momentos sete, setenta, dezessete, nada atrapalhou. Foi para sempre, e olhe que dizem que isto de eterno não existe. Mas para aqueles dois irá existir. E vai ser sempre como se fosse o primeiro e eterno amor.
E sim, eles não se perderam um do outro.
Agora, anos depois. Ambos já adultos… Possuem dois filhos. Um menino e uma menina. Deixaram na vida uma raiz.
E no momento em que eles partirem, vão partir de um jeito totalmente deles.
A Common Law pode representar uma alternativa completa para desafogar o judiciário porém ela está longe de ser simples.
Ela considerava que a fotografia não competia com a pintura, que eram fundamentalmente diferentes; o pintor interpreta a realidade e a máquina fotográfica capta-a ,mostra de fato. Na primeira tudo é ficção, enquanto a segunda é a soma do real com a sensibilidade do fotógrafo . No começo não me permitia truques sentimentais ou exibicionistas, nada de colocar os objetos ou modelos para parecerem quadros; era inimiga da composição artificial,daquela venha frase :” fica assim!ótimo!” não!gosto de ver o real,de fotografar o real,seja oque é, também não me deixava manipular os negativos ou as impressões e em geral desprezava os efeitos de luzes ou focos difusos, queria a imagem honesta e simples, embora clara em seus mais ínfimos detalhes. “Se o que pretende é o efeito de um quadro, pinte. Se o que deseja é a verdade, aprenda a usar a sua máquina”.
(...) ELA EMENDAVA PEDACINHOS DE RISOS PRA DORMIR NUM DIA BOM.
Tão inusitadamente...
Então passei a observar o jeito dela,que se punha ali estática,toda vez que eu me voltava pra janela.Era costume,repartir aos pombos as migalhas do meu café.Toda tarde,via quando ela me seguia, pelo canto dos olhos,atravessar a segunda cortina,fina,do mesmo cômodo e rapidamente mudava alguns passos.Menina estranha - eu dizia. De propósito assustava os bichinhos só pra vê-la com as mãos,esconder um sorriso;acompanhando no céu as aves dançando sobre o mesmo lugar.Ela me trazia uma saudade,e era só isso que me fazia ficar parada, olhando como é grandioso o nada,quando o tudo é o que menos se tem naquela hora.Talvez viesse pra me mostrar algo.Algo a resgatar. O som da minha janela quando se abria,a conduzia de imediato áquele pátio verde-musgo, onde o sol pouco ia; como se eu fosse a melhor parte do seu dia.Me batia um medo as vezes;nunca sabia o que de fato ela queria,porque a menina que falava com o olhar,dava ali teu limite: arredia e encantada,como fada.E foi numa tarde dessas,que pus as mãos sobre o queixo,indagando;invejando teu desleixo,naqueles pezinhos sujos sobre o chinelo inverso.Eu sorria e ela me devolvia com uma doçura jamais sentida.Coube a mim a estupidez quando dei por conta do café na minha mão.Seria o motivo a qual tão esperançosa, se punha em minhas minhas tardes,num tom de florescer?Fiz com as mãos um gesto,oferecendo-a e imediatamente ela correu.Pela primeira vez,se foi antes de mim.E eu diminui,diminui,diminui...ganhei a frieza do chão.Pela janela ainda aberta,respirei um aperto pra dentro,como se tudo em minha volta houvesse sumido naquele momento.Me doeu a razão: a menina não buscava o pão; ela emendava pedacinhos de risos pra dormir num dia bom.
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