Se ela quer Voar a porque tem Asas
¬ A 'preguiça' é o mais importante dos sete pecados capitais. Afinal, ela o impede de cometer os outros seis.
Ela não falava em erros, mas em aprendizado. Tinha o dom de ver sempre o lado bom ou seria incapacidade de ficar cara a cara com a realidade? não sei, talvez seu silêncio agora seja a melhor resposta - ou a pior, quem sabe? eu não sei. Estou perdida e com saudades.
Mas nossas minhas já não se encontram, se cruzam, não se ligam.
"Tenho apostado demais em cartas passadas e eu não quero viver um eterno déjà vu."
Então essa noite serei eu e a certeza de que nunca estive tão sozinha.
"É que malas feitas dão uma certa impressão de adeus. E já que a porta estará aberta novamente, não me custa nada dizer que te amo, mais uma vez."
E se um dia você entender esse meu afeto bobo, talvez eu já esteja no fundo do poço, mas olha, repara bem o meu sorriso no rosto. Porque ainda haverá vida no meu olhar perdido, no meu suspiro cansado e no meu andar desajeitado. Haverá uma vida só para você.
Já foi, ela já passou pela minha vida, agora é passado, por sinal um passado que eu não tenho orgulho de me recordar.
Prazo de validade
A corrupção não começa no planalto como todos pensam, ela inicia quando furamos as filas, quando tiramos vantagem em determinadas situações, em um troco errado, em uma agressão verbal ou física, os políticos são apenas o resultado final do que é o povo brasileiro.
A honestidade no Brasil tem prazo de validade, tem hora, tem momento e lugar para acabar, tudo que se precisa é o argumento certo, somos todos corruptos em um país de honestos, esperando o momento de julgar e a hora exata para se inocentar. E se não estiver em nosso raio de impacto, ignoramos, fingimos não ver, preferimos protelar ao se envolver.
Em uma sociedade que considera normal fugir de bandido, morrer em corredores de hospital, se sentir o rei no transito, corrupção é apenas um tempero tipicamente brasileiro na feijoada de janeiro a janeiro. Somos feitos de palhaços, e assim o gostamos de ser, programas ridículos na televisão, agressões aos nossos ouvidos nas rádios, e a verdade escondida, coagida em meio a tanta falsidade, falsa ideologia vendida em potes coloridos, para ser consumido quando achamos que devemos ter consciência do que acontece ao nosso redor.
E assim as capas de revistas apenas estampam nossa ignorância, nossa extrema preguiça de se informar, é difícil mudar, é difícil se adaptar, mas antes sofrer e fazer acontecer, do que deixar ao tempo e morrer. A conclusão que se chega é que o brasileiro não faz por merecer, pois isso tudo é tão normal, tudo é tão banal que impostos são apenas mais alguma coisa para assunto de filas, de mercados, de bancos e hospital.
Inversão de valores e valores perdidos, partidos ao meio, como a maioria de nossos lares, palavras jogadas como folhas ao vento, que se espalham e sujam, a calçada e quem sabe nossas memórias. Somos em nossa essência o mais primitivo dos animais, somos em nossas atitudes e pensamentos o mais ignorante deles, e não vamos pensar que logo tudo irá mudar, porque somos individualistas e simplesmente o futuro dessa forma, não há menor possibilidade de acontecer. Mas se tudo der certo o “jeitinho brasileiro” vai prevalecer.
Quando uma amizade precisa de mim, eu dou tudo por ela, ajudo, aconselho, compreendo, tiro o que nao tenho. Mas e quando EU PRECISO? Ai tudo se torna dificil.
Era como se ela estivesse envolta numa aura amarelada, reluzindo na escuridão que se formava. Tive uma leve vontade de rir, nem quando eu sofria um ataque meu corpo a rebaixava da condição de completamente perfeita e adorável.
Tentei parecer o mais normal possível, para que ela não pensasse que eu apenas queria tocar seus cabelos absurdamente sedosos em forma de interesse. O que não era mentira, claro. Mas ela não precisava saber.
Porém, depois de alguns minutos, sua angústia passou a escorrer pelas bochechas. Lágrimas. Ela estava chorando? Ela estava chorando. Droga, porque ela estava chorando? Eu, como um paranoico ridículo e inflexível, larguei tudo que estava em minhas mãos e fui até ela, não sabendo se a abraçava como a conduta social comum de consolo ou se dava leves tapinhas em seu ombro, como... Bom... Como um idiota que eu era.
se a vida fosse tão simples, não averia alegria ela simplesmente seria facil de ser vivida e coiza Q vem facil na vida vai facil!
Ela leva consigo um retalho de fotografias que tira ao longo da vida.
A menina que nasceu em 19 de agosto, dia da fotografia, trouxe do berço a paixão de levar uma máquina a tiracolo sempre que sai pra explorar o mundo.
Gosta de observar miudezas do cotidiano e inventar belezas.
O doce som que o obturador faz ao clicar esses instantes eternos, mistura-se a explosão de sentimentos que ocorre em sua cabeça e coração a cada click.
Ela não era detalhista, mas aquela florzinha no cantinho da calçada no começo de primavera chamava sua atenção. Ou aquela pipa colorida contrastando com o céu azul em dia claro.
Gostava de registrar em ângulos que ela mesma inventava, situações sinceras, sorrisos escancarados.
Sentia-se feliz com sua pequena-grande máquina fotográfica!
Não importava se em dias de sol ou chuva.
O sol trazia a luz perfeita, a chuva, os tons poéticos de cinza que entristeciam o céu.
Mas pra ela, a fotografia não depende só das lentes da máquina, e sim das lentes dos olhos.
E essas pequenezas que nos encantam, a gente traz de dentro pra fora!
É mais que paixão e arte, é dom!
Ela distribui amor em forma de doçura, como se o corpo fosse insuficiente para abrigar esse sentimento macio.
Tem consigo a ternura de um sentimento branco, limpo, límpido.
Embalou a felicidade em pequenos frascos coloridos, e abre um todas as manhas.
É que ela tem a necessidade de já amanhecer sorrindo. E ela sorri. Sempre.
E mesmo que o dia esteja frio e chuvoso, as gotas da chuva branda trazem pequenos pedacinhos de sol.
E ela sai por aí iluminando, está na essência dela brilhar!
Ela, ele, um sentimento puro, sorrisos escancarados, beijos doces, os olhares que transpareciam as almas, os desejos, as vontades...
As mãos sobre as mãos, a cabeça no ombro, as conversas mais gostosas ao entardecer, enquanto o sol escondia-se entre as colinas.
Eles sentados ali, naquela grama cor de outono, sentindo o vento bater no rosto como um abraço suave, enquanto a primeira estrela aparecia no infinito.
O cheio dele, que já era dela, o jeito de flor que escondia-se naquele rosto tímido, a timidez que só ele sabia despertar, quando a olhava fixamente... e o céu fotografando estes instantes, montando um álbum de fotografias eternas, de um sentimento que o universo compartilhava.
E eram nesses momentos, bordados de delicadezas e simplicidade, que ela entendia, com a perfeição de quem sente, o que o Pequeno príncipe uma vez dissera:
"Se alguém ama uma flor da qual só existe um exemplar em milhões e milhões de estrelas, isso basta para que seja feliz quando a contempla."
Felicidade! Simplicidade! Cumplicidade!
Estou falando disso.
Ela acordou sorrindo...
Desses sorrisos de agradecimento e paz interior.
É que até o sol, que estava encondido neste céu cinza do outono resolveu aparecer pra iluminar o dia da menina.
E ela agradeceu por mais um dia de bênçãos.
Agradeceu por ter dentro de si um amor que, de tão grande, transborda.
Aquele moço do sorriso bonito, é o responsável pelos sorrisos que ela distribui por aí.
Há dois anos, sente-se completa, na essência, na totalidade.
Desde que eles juraram amor eterno e trocaram as alianças douradas para a mao esqueda. Naquelas alianças, escrito: “Para sempre tua(teu)”, estão gravadas, são somente as promessas, mas a história!
Não cabe no dia-a-dia deles, preocupações armazenadas em potes...
Os potes são apenas para guardar aquela doçura.
E ela gosta de sentir esse amor com leveza de nuvens.
Este amor branco, clarinho, como estrelas brilhantes em noite de céu claro.
Verdadeiro.
Puro.
Intenso.
Aquele sentimento que vem de dentro pra fora.
Que tem cheiro de baunilha e um por-do-sol de plano de fundo.
Voces talvez não entendam, mas desde que este moço lhe roubou o coração, a menina amarrou dois trevos de quatro folhas nos pés, vestiu-se de fé e carrega dentro de si, aquela paz de amanhecer.
Ela não sabe muito bem desde quando, mas sabe perfeitamente que não começaram do começo... porque já era amor, mesmo antes de ser!
A capacidade de discernimento é a maior lei que possuímos. Ela nos dita muito bem aquilo que é certo ou errado.
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