Se ela quer Voar a porque tem Asas
Nem consigo controlar pra onde vou
Imagine controlar os seus passos
Mesmo que eu tivesse asas
Você acha que iria ter penas atoa ?
Sou tua justiça
Sou tua fortaleza
Você estará seguro, debaixo de minhas asas
Sou teu Deus
Sou seu senhor, a sua salvação....
É verdade, a vida é um ciclo constante e o amor permeia suas curvas nas asas da paixão ardente onde o tempo é apenas um passageiro e o desejo é uma adolescência intensa contida pela maturidade onde a idade não soma apenas experiências e viver é um impulso circulante nas voltas da vida de quem se permite ser amante, amando e vivendo para amar como se fosse infinito...
Meu último poema:
Nas asas do tempo, um adeus se esvai,
No eco do silêncio, a saudade cai.
Palavras não ditas ficam a pairar,
No espaço entre nós, a emoção a vibrar.
No abraço apertado, sentimentos se entrelaçam,
E nas lágrimas contidas, os corações se abraçam.
É uma forte despedida, mas também um novo começo,
Um ciclo que se encerra, mas deixa seu apreço.
A estrada se estende, rumos diferentes a trilhar,
Mas o que foi vivido sempre irá perdurar.
No peito a saudade, no olhar a lembrança,
Uma despedida marcante, que o tempo não cansa.
Que o vento leve os suspiros da separação,
E traga de volta a doce sensação.
Que mesmo no adeus haja um brilho de esperança,
Pois a vida é feita de despedidas e bonanças.
Assim, seguimos adiante.
Uma história escrita com carinho e calor,
Na jornada da vida, o adeus é apenas um ponto de amor.
Bye Vander Hacher
Bato as asas para me libertar do peso que sobrepesa o coração e a minha alma.
Não alço voo algum.
Prendo-me muito mais ao contido lembrar que mina os meus olhos.
Declaro-me seu em cada gesto e em cada movimento.
Pena. Penas... de mim.
São traços,
riscos,
mundos e mundo
sob e sobre asas
de um pássaro ferido e a ferir...
carregando o que não se pode carregar
sem as penas da vida.
Não deixe as linhas desencontradas da sua vida algemarem suas asas.
Podemos flanar sempre.
Pensar é o alívio para as aflições que emperram o sorriso.
Vou e volto, mas, muitas vezes, fico... talvez, por isso, o lenitivo é não voar demais.
25.04.12
#ASAS
Reparto-me entre as flores...
Entre as folhas caídas ao chão...
Sopradas pelo vento...
Sem destino certo, ao léu...
Reparto-me entre as estrelas...
No brilho do luar...
Que clareia minha estrada...
Para eu poder passar...
Reparto-me entre as taças de vinho...
Em olhares de encontros inesperados...
Entre sorrisos...
Em tudo que sinto...
Tudo me envolve...
Sonho a sonho...
De minha alma a vida foge...
E o que mais posso esperar?
Quando assim me divido...
Crio asas para voar...
E as asas que Deus me dá...
Feliz, fazem-me mais sonhar...
Sandro Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poemas
#ALMAS
Há almas tais quais borboletas...
Que quebram suas asas sob forte vento...
Diante das intempéries dos sofrimentos...
Há almas cujos olhos muito procuram...
E em teias se entrelaçam...
Nas ilusões do mundo...
Em meio a um mundo de cegos...
Querendo muito, perdem-se por pouco...
Ah...malfadados egos...
Há almas tão vazias...
Apenas cheias de si mesmo...
Nos desalentos que vivem e anseiam...
Tanto buscam...
Apenas as coisas rasas...
Mas também há almas piedosas...
Que me atrai e me intimida...
Que amam completamente a vida...
Esquecendo como é sofrida...
Há almas corajosas...
Fortes e impávidas...
Que nos trazem alento...
Fazendo-nos seguir seus exemplos...
Há tantos tipos de almas...
Tais quais as estrelas...
A minha é sonhadora...
Na solitude que se avizinha...
Vive feliz...
E vive sozinha...
Sandro Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poemas
#QUEM ?
Quem me deu asas para sonhar?
Quem olhou em meus olhos e me apontou a direção do céu?
Aos astros me ensinou a olhar?
Quem me deu o mundo e as suas ilusões mortas?
Me pegou pela mão e junto a mim caminhou...
Corremos em verdes prados e na esquina me ensinou a decepção?
Quem roubou meus beijos?
Encheu-me de desejos?
Brincou com meus sentimentos?
Jogou-me ao esquecimento?
Dizendo me amar?
Quem me envolveu e não sabendo o que sentia agora também não sabe o que sou?
Quem muito me mentiu e causo-me tamanha dor?
Quem foi que me fez entregar-me de corpo, alma, coração aberto?
Me ensinou os caminhos do amor...
E agora...que tudo acabou...
O pouco que me resta...
O pouco sou...
Tenho fome, tenho sede do infinito...
E escondendo o meu grito...
Descobrindo a esperança, Descortinando a mentira...
Não sei por onde ando e nem para onde vou...
Sandro Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poemas
Preencher os anos que nos moldam...
A que destino...
A que ritmo, sem preço...
Co’as asas que lhes pôs benigna sorte...
Amigos da ventura...
Dos homens que não conhecemos...
Enquanto a turba ralha...
Somos nós as humanas cigarras...
Somos nós os ridículos comparsas...
Que atravessam o tempo...
Asas que em certas horas...
Erguem a um campo de maior altura...
E bebemos o doce vinho em nossa honra...
Que me importa que batam a minha porta...
Importa saber da importância...
Que entre nós, sem limite, vai lavrando...
Dia após dia...
Os múltiplos comprometimentos...
Sandro Paschoal Nogueira
De tudo houve um começo...
De asas abertas...
Alguém que nunca voou...
Rios que perdi sem os ver chegar ao mar…
Tudo o que guardo...
São muitas palavras de ilusão...
Quando eu sonhava de amor...
Quando em sonhos me perdi...
Eternamente em fuga como as ondas dos mares...
A ti mostrei o meu olhar...
Mas serei sempre o que sou...
Meu destino esconde-se entre a bruma...
Achando sem nunca achar o que procuro...
Onde tenho a alma...
Mãos alheias não tomam...
O amor eterno que te ouvi jurar?...
Diga-me, agora, onde está...
Mãos de renúncia que não puderam me entender...
Este abandono custa...
Poque estou contigo e tu não...
Mas não sei trocar a minha sorte...
Quando o que há é só o agora...
Como existir no esquecimento?
Fugindo com o vento sem ter onde pousar?
Sandro Paschoal Nogueira
Vinho que não é meu...
Das tramas urdidas do destino...
De asas que em certas horas palpitam...
Da teia que me encontro e não sinto...
Bebendo em honra aos inimigos...
Desta audácia, que dentre vós, me permito...
Dos homens com fronteiras limitadas...
Que não saem do sepulcro ao mundo dos vivos...
Vinho que não é meu...
Gosto amargo que sorvo com carinho...
Súbito...
Certamente pensariam:
Ali vai um esquisito...
Correram as cortinas e construíram...
Um palco em desalinho...
Para fazer do bobo da corte...
Somente de zombarias o motivo...
Porém contudo há de ser...
Verão a mim sorrindo...
Quem fui não me lembro...
Quem serei não me interessa...
Tudo é orgulho e inconstância...
Que se inspira em mim a crença...
De que tantos vieram e se foram...
Quantos ainda verei mais?
No silêncio da noite...
No fragor do vento...
O vinho amargo que me ofereces...
Só me fortaleces...
Bebo a ti e a todos...
Sem pudor...
Sem querências...
Terás, enquanto a mim...
Uma alma a todo gosto...
Farei das cinzas frias...
O meu jardim...
Mais lindo...
Sandro Paschoal Nogueira
Não se assuste
Quando eu abrir
As minhas asas
Sobre ti,
É só meu jeito
De te proteger.
Não temas!
Não há espinhos,
Só pluma,
Em forma
De braços humanos.
A vida é para viver com alegria e prazer
Abra suas asas da esperança e inicie os procedimentos do seu voo...
Nada mais impede a realização daquilo que mais deseja.
Acredite nada é impossível quando a determinação, a coragem e a sua fé está motivando um vento favorável para você decolar e viajar no tempo, com destino ao amanhecer e o renascimento de uma vida de plena felicidade.
02 de abril. Dia de conscientização do Autismo. Cada dia uma vitória, cada degrau um abrir de asas para alcançar os mais lindos vôos.
Liddy Viana.✍️🌻
Um dia pensei:
-Queria ser livre como uma borboleta, que abre suas asas e voa pra qualquer lugar.
Quando realmente conheci a trajetória de vida das borboletas, percebi que elas são presas à uma rotina milenar.
Passam metade da vida em uma metamorfose, passando de ovo à lagarta, se enfiam num casulo até criar asas, rasgam seu manto protetor e iniciam uma longa viagem, encarando imensos desafios, obstáculos e predadores que tentam as devorar.
Saem de onde nasceram, viajam centenas de quilômetros e quando param não é para relaxar.
Acasalam, botam seus ovos, sentam em algum lugar, onde será seu eterno lar. É ali mesmo, onde ela deu início à outras vidas, que a sua acabará.
E, nesse momento eu percebi que não serei como uma borboleta presa, vou quebrar as rotinas, preciso treinar minhas asas e aprender a voar.
Prefiro descansar em tuas asas e em tuas palavras que me fortalece e não desacredita nunca de mim;
E sei que meus pés precisam dos teus caminhos, pois o que tens para mim não é falho e não pode se comparado a nada;
Pesquisei no meu coração e percebi que eu precisava da sua importância em mim cuidando da minha alma;
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