Saudades de Quem Mora longe
A distância entre imaginação e realidade é tão grande que poucas são as pessoas que não perdem o encanto da imaginação no caminho.
Eu buteco ela só saudade
Outro dia seu rostinho coladinho ao meu
juras de amor som do violão rabiscos composição espalhadas pelo chão. E agora vizinha as luzes se apagaram na lembrança só sobrou um vazio no peito, ei vizinha não sou poeta mais sofro por amor quando ela se foi partiu meu coração Na mesa do botequim aquele dedo de prosa um gole de cerveja aquele trago a sofrência aperta o peito. Entre nós só saudades ei vizinha quem nunca sonhou com um amor assim
Ei vizinha conhece alguém que já sofreu por amor. Ei vizinha abre a janela não fique bravo comigo eu to sofrendo por amor, não ligue para polícia se eu for preso no camburão na DP libere meu violão canto com ele na prisão. Ei vizinha sei que ta cedo o papo tá sério fico com medo de ela deixar me amar. Ei vizinha estou milhas e milhas distante só vídeo chamadas sofrendo por amor. Ei vizinha, preciso do seu sorriso, brilho do seu olhar
Ei vizinha escuta meu improviso acorde chora falta harmonia na minha composição conhece alguém que nunca amou. Ei vizinha para curar minha depre churrasco morena fogosa uma breja gelada loira quente no pêra.
Gilson de Faria.
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Como o tempo passa…
Memórias já distantes que fazem parte da vontade de ir por aí passando tal e qual o tempo.
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Tc.25072024/113
Saudade
Na vastidão do tempo e do silêncio,
O amor se entrelaça com a saudade,
Como uma dança etérea de lembranças,
Que ecoam na alma em tempos de solidão.
No coração, o amor deixa marcas profundas,
Cicatrizes suaves de momentos vividos,
E na ausência, a saudade se ergue como um rio,
Que flui entre a melancolia e a esperança.
Solidão, companheira de tantas noites,
És a testemunha silente dos suspiros,
Dos sonhos que se desenrolam na penumbra,
À espera do toque que acalma a alma inquieta.
Mas mesmo na solidão, há uma chama,
Uma luz tênue que nunca se apaga,
É o amor que transcende o tempo e o espaço,
É a saudade que pulsa como uma canção.
Assim, no tecido da existência humana,
O amor, a saudade e a solidão se entrelaçam,
Formando um poema eterno de emoções,
Que ecoa na eternidade do coração humano.
Nutrir reflexões de negações, mágoas, ausências, desilusões, entre outras coisas mais! Provavelmente essas sensações lhe transportarão para um estado de angústia. No entanto, tudo que for antagônico a esses sentimentos, lhe transformará numa pessoa louçã, saudável, desperta, consciente, ativa, objetiva e confiável!
Bom dia!
Nutrir reflexões de negações, mágoas, ausências, desilusões, entre outras coisas mais, provavelmente lhe transportará para um estado de angústia.
No entanto, tudo que for contrário a esses sentimentos lhe transformará numa pessoa saudável, desperta, consciente, ativa, objetiva e confiável!
Insira Deus, amizade e respeito em sua vida e veja como a paz e a alegria florescerão em seu coração.
Que seu dia seja abençoado e repleto de boas energias!
"Na ausência de conhecimento, apoiamo-nos em crenças que limitam nossas vidas, tornando-nos marionetes de oportunistas e escravizados por ideias que nos impedem de alcançar a verdadeira liberdade."
(@marcellodesouza_oficial)
Se por um lado a tecnologia avançou de forma gigantesca, rompendo a barreira da distância, nos conectando em tempo real à pessoas que estão do outro lado do mundo, por outro desconectou as pessoas que vivem sob o mesmo teto, criando uma barreira cada vez mais difícil romper.
" Nas cinzas "
Sois o calor, que ainda com a distância me queima
Es a penumbra que cobre os autos e
Vastos campos .
Em meus impróprios pensamentos
Neblina negra , mais bonita que as
Tempestuosas cerejeiras
Doce , amargo , ácido , maldita,
Na minha cega incerteza
Fuja de mim borboleta
Se esconda dos meus olhos
Que incapazes fazem o trajeto Proibido
Seguindo tua beleza
Ouça o meu sussurro que clama.
Fuja de mim borboleta...
O que canto em abundância
são retratos de saudade...
És a flor da minha infância
E um cartão de identidade.
I
Nas passagens do rossio
o colorido do ervado,
velhas eiras, algum gado
e cem anos de pousio...
Na riqueza do teu brio
eu vivi sem importância,
sem o vício da ganância,
no carinho do teu leito,
é sincero e por direito
o que canto em abundância.
Ii
Para sempre a minha escola,
o meu teste de memória,
professora dona Vitória
e mil sonhos na sacola...
Sua imagem me consola
num padrão de eternidade,
vi em ti a liberdade,
muita força e muito medo,
e as promessas dum brinquedo
São retratos de saudade.
III
Aquela imensa multidão,
as promessas arrojadas,
com pessoas encantadas
oferecendo a exaustão...
Boa-Nova e devoção
demonstrados na constância,
o teu povo em abundância
vê passar mais um petiz,
mas que hoje ainda diz:
És a flor da minha infância.
IV
És a página mais amena
no meu livro desfolhado,
o sentimento emocionado,
a nostalgia que me acena...
Neste abraço para Terena
há carinho e amizade,
e aquela fraternidade
que eu guardo de criança...
foste tu a minha esperança
e um cartão de identidade.
me pego sentindo saudade
da ilusão que tinha do seu belo amor
sentindo saudade daquilo que de tão bonito você fantasiou
sentindo saudade daquilo que não existe mais
momentos bons para nada
e no fim restar somente a doce magoa
SAUDADE
Saudade é feita de tudo um pouco. De pessoas, lugares. São memórias daquilo que ficou para trás, mas que vive agora por todo o sempre. Por algum tempo permanece silenciosa e de repente chega sem avisar; se aconchega na mente, tirando-nos o sossego e, sorrateiramente, sem nada nos avisar, de repente desaparece, deixando-nos olhando para cima na falta de sua companhia para mais tarde reaparecer. São lembranças de natureza surpreendentes: nos trazem dores sutis, que não cicatrizam nunca; que vêm em forma de risos e até de gargalhadas. Não nos deixam esquecer o passado de criança e juventude, parecendo estacionar no espaço onde o velho não chegou e o novo ainda não surgiu; carregam recordações dos lugares onde nascemos, por onde passamos, das pessoas com quem cruzamos, de quem nos deu a mão, nos aqueceu e nos acalmou o coração, e de quem também nos largou. Enfim, saudades que nos maltratam, que nos fazem rir, chorar, mas nunca matam nem morrem.
Saudade é mais que um sonho que nos aperta o coração. É sentimento profundo que nos faz pensar em alguém que está distante e que queremos a sua presença o mais breve possível. É tudo que fica daquilo que já não é mais tangível. É a ausência de quem deixou um vazio tão grande dentro do coração, que aperta tanto o peito da gente que acaba transbordando e escorrendo pelos olhos. Sentimento que nos traz de volta pessoas distantes que gostaríamos de revê-las para recordar tempos felizes que vivemos e que não retroagem, para atiçar lembranças de coisas e lugares, de ciclos concluídos e outros interrompidos, que, talvez, não se completam mais. Saudade tem coisas de música que, em som e imagem, abalam as nossas emoções, nos tiram do nosso conforto, desarrumam a nossa vida que estava quieta. Na ocasião, precisamos estar inteiros quando ela bate à porta e senta conosco no sofá da alma.
Hoje se transforma numa mera lembrança que logo deixará de existir, dando lugar a uma nova manhã incerta misturada com o ontem. Mas até que ponto caminhamos e de onde chegam essas memórias distanciadas do que vivemos dentro desse imenso labirinto de sentimentos? Teremos chegado aonde jamais imaginamos chegar, teremos nos perdido em lugares tão distantes, impossíveis de serem encontrados?
CHÃO DE ESTRELAS
Chão de Estrelas, de Silvio Caldas e Orestes Barbosa, é quanto basta para que ainda haja sobre a terra alguns poucos fascínios despertados pela saudade como nos versos que se seguem.
Minha vida era um palco iluminado
Eu vivia vestido de doirado
Palhaço das perdidas ilusões
Cheio dos guizos falsos da alegria
Andei cantando a minha fantasia
Entre as palmas febris dos corações
Nosso barracão no morro do Salgueiro
Tinha o cantar alegre de um viveiro
Foste a sonoridade que acabou
E hoje, quando do sol, a claridade
Forra o meu barracão, sinto saudade
Da mulher pomba-rola que voou
Nossas roupas comuns dependuradas
Na corda qual bandeiras agitadas
Pareciam um estranho festival
Festa dos nossos trapos coloridos
A mostrar que nos morros malvestidos
É sempre feriado nacional
A porta do barraco era sem trinco
Mas a lua furando nosso zinco
Salpicava de estrelas nosso chão
Tu pisavas nos astros distraída
Sem saber que a alegria desta vida
É a cabrocha, o luar e o violão.
Há saudades de diversos tipos e graus: umas que podemos matar e outras que nos matam; umas que nos fazem rir, e outras a chorar. Mas sempre serão memórias que nunca morrem.
Saberás a dor do amor quando a saudade for seu único refúgio nas noites de sábados regados por lágrimas.
O infinito mora em nós.A distância focal entre o infinito longínquo e o chão sob nossos pés é a mesma.
O difícil é focar dentro de si.
E desse encontro só
sobrou um conto sem ponto.
Por isso, escrevo saudade
vazia em uma pequena poesia.
Versos tão tangíveis que posso
senti-los em minhas mãos.
Instantes que se dissolvem
em horas a ponto de não perceber
que o dia já está para amanhecer.
Quando me dou conta do que dizer,
acabo por escrever minha sina:
O tempo não comprou passagem
de volta, hoje sou eu sem você.
Desde então ele sempre foi o que eu tive de mais secreto em mim. Aquela lágrima de saudade que ninguém nunca descobriu, aquele impulso pra ir em frente que ninguém nunca entendeu. E assim, mesmo de tão longe, ele sempre conseguiu estar tão aqui. Tão dentro de mim, tão nas entrelinhas do que eu vivi, tão nas noites que eu não dormia.
Eu sempre te amei tanto, sempre mantivemos a distância segura que nos separava e dava paz. Amo tanto, que me acostumei com a ideia de que estar longe e sofri sozinha com tanto amor espremendo meu peito contra uma realidade fria e sem graça, longe do teu calor e do teu sorriso.
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