Saudades de Alguém que Mora Longe
E nenhum habitante dirá:
Estou doente.
O povo que mora nesta terra terá o seu erro perdoado.
*O ano é 2024, você mora no Brasil, e vai comprar algo num site Chinês*
Promoção do Amor: Pague dois, leve um!
Garoto, seus olhos encantaram os meus.
O seu beijo me fascinou, e é no seu abraço que eu quero morar
Amo ter você comigo.
Enquanto você teme o outro lá fora, eu lhe digo: o Outro,que mora aí dentro, é o seu maior desafio...
Vazio!!!
Durante essa pandemia
não esqueça nosso irmão
quem mora na periferia
quem reside no sertão
e assim meu pai dizia
pior que a panela vazia
é o vazio do coração.
Não é muito sobre ter, nesses dias escuros onde o homem se isola em seu cubículo de ID, onde a moral morreu e os princípios são apenas lendas.
Nesse mundo onde o ter se tornou instrumento de consumo e o desejo de ser alguém melhor para o mundo é apenas um instrumento de marketing.
Afinal, o que estamos fazendo com a vida que um dia poderia ter sido uma das melhores que já vivemos, não perca tanto pelo ter, busque o SER, ser alguém melhor do que a pessoa que leu essas palavra a 2 minutos passados .
Perder-se de si e perder-se em si são bem diferentes. Enquanto, lá, mora o abandono e a desesperança; cá, pode estar a oportunidade mais feliz da sua vida.
VIVA-SE!
É em você que vive a resposta!
Ninguém perguntava: "Onde mora essa tal de felicidade?"
Nosso aquecedor, no inverno, era a taipa do fogão à lenha.
Nossa banheira era a bacia coletiva. Os primeiros, por ordem de idade, aproveitavam a quentura e a limpeza da água, os mais jovens ficavam com o que sobrava na bacia.
Nossa manteiga era banha de porco com sal.
Nossas roupas de inverno, era constituída de: calção de elástico e camisa de flanela. No verão era só calção e camiseta "uma qualquer" de "qualquer tamanho e fosse de quem fosse sempre servia."
Sapatos: Não, não existia.
Cabelos penteados? Não a maioria tinha o corte "bodinho". Bom para pegar piolhos.
Mochila para a escola: Uma sacola de pano de saco de açúcar com alça. O guarda pó sempre manchado de azul, só ia, na volta vinha dentro da sacola.
Os cadernos e a cartilha "caminho suave", dormiam juntos.,
Os lápis, na sua maioria com a borracha já mastigadas, eram apontados à faca mesmo.
O Hino Nacional, "..das terras mais queridas".. o perfilhamento com distanciamento, as brincadeiras nas classes, as perguntas difíceis que as professoras faziam, principalmente as de matemática , cobriam a manhã. Na saída, sempre havia um "acerto de contas, claro, sem armas, somente no máximo com um: _quem for mais homem, cuspa aqui. e, vez ou outra, uma que dizia: fdp é leque leque se sua mãe......." mas no outro dia estava tudo bem, novamente.
A vida desviou os "caminhos suaves" da gente. Uns foram ficando por aí, outros pegaram outros caminhos, não tão suaves e se perderam, mas uma parte grande foi embora. Foi em busca de um "futuro melhor" e se esqueceram da infância, onde a felicidade, que não da bola para o futuro, permanecia sempre com as portas abertas, pedindo que aproveitássemos o tempo curto que temos. i/
O perigo mora nos detalhes. Um simples vírus mostrou a sua força de destruição e sinalizou bem a nossa insignificância. Do espaço a Terra apresenta uma imagem mais saudável depois de muito tempo. Certamente o Coronavirus vai nos deixar uma bela lição.
Sei,
Bem sei,
Perfeição não mora em mim,
Eu calo demais,
Tenho minha paz,
Mesmo em meio o caos,
Nada tenho à oferecer,
Além do meu viver calmo,
Que te acalma,
Além da Alma,
Eu vim trazer-te um pouco de silêncio,
Ao seu grito de socorro,
Um jeito,
De mudar seu jeito,
Cheio,
Em meio ao vazio,
Do Universo do seu ser,
Onde eu admiro cada estrela,
No planeta do seu corpo,
Em forma de pintas,
Aprecio cada uma delas,
Cada toque,
Cada pedaço,
Todo seu cheiro,
Que me entorpece,
Enaltece,
Mergulhando-me,
Cada dia mais no teu Universo,
Universo de Alma,
Universo paralelo,
Psicodélicamente em cores,
Sabores,
Suspiros,
Entre gritos, silêncio, beijos, suspiros e defeitos,
A gente se embala,
Se orienta,
Se aguenta,
Até que tudo vira música,
Uma linda canção de Amor.
Aonde mora o amor
E foi assim
Eu mergulhei
Nos teus braços
não larguei
E além do mais
Me trouxe a paz
Reacendeu o amor
Não sei por onde começar
Mas vou te elogiar
Você é diferente
A Flôr do meu jardim
Viajo nas suas andanças
Pra onde você me levar
Não vou deixar a canoa virar
Vou fazer de tudo pra não afundar
E nesse balançar do mar
E juntos vamos viajar
pra bem longe
" Aonde mora o amor"
O erro é imponente
Sim, o erro é imponente, se intromete, se repete, mora na vida da gente, parece nunca ter consideração, associa com enganoso coração e atira a flecha como raios na emoção, desqualifica o caboclo, faz lembrar dele louco e dita a regra de satanás, este aproveita da natureza da carne, junto com arcanjos elabora arranjos e desnutri a fé, faz o homem, identificar se como profano, rebelde e fugaz, desobediente e inconveniente, indiferente com os textos de conselhos serenos, e eu meio que imprudente, também sou, pertenço e gero o erro, virando pedra de tropeço. Na verdade gostaria de ver as janelas do céu abrir sem medidas, mas minha fraqueza, sucumbi a beleza da eterna vida, me apresenta as chamas ardentes, na mente, no colo, na sombra, na alma, o calor infernal, como prêmio da vitória do mau de cada atitude, reconheço tão incapaz sou, nem sei por que estou de pé, ou não, vivo prostrado por não viver a fé.
Giovane Silva Santos
Quem me vê por aí sempre sorrindo.. não sabe o caos, a ventania, o furacão que mora em mim...
Aqui dentro mora uma mulher de fases, de lua, de estações.... e cada pessoa tem de mim o meu eu que merece....
