Saudades Amiga Morreu
Morreu de palavras perdidas.
10 de abril de 2014 às 18:57
Prefiro o doce silêncio de minha mente barulhenta, aos cânticos das bocas cheias e recheadas de ideias das mentes tão vazias...
Prefiro ser educado, refinado e falar manso, mas com palavras são diferentes! Elas tem vida própria e nunca sabem quem irão atingir...
Mas afinal, Morreu mesmo de quê?
_ Morreu sufocado de palavras perdidas em seu corpo...
Começou com o ego, chegou então a vaidade de repente estava tomado pela ilusão. @s palavras não cabiam mais em sua boca... Foi dando pane geral e no final era tamanha confusão que não coube nem mais um palavrão...
PNEUMOULTRAMICROSCOPICOSSILICOVULCANOCONIÓTICO.
ANTICONSTITUCIONALISSIMAMENTE.
Terrorismo Poético
O que morreu em mim, não foi aquele amor que você conheceu, o que morreu foi a vontade, porque de certa forma, essa mesma vontade morreu também em você, ainda que achemos que não. Lentamente deixamos de nos olhar intensamente, deixamos de nos beijar, tornamos nossa relação uma maquina automática que foi aos poucos perdendo a razão, a velocidade e o encanto, até que enfim morremos um no outro. Não, não culpo você por isso, sei que fui colaborador desse fim, pois podia ter tentado um pouco mais, podia ter investido em sorrisos e optei por silêncios, podia ter lhe convidado por mais viagens, mesmo que dentro de nós, ou no vasto pequeno mundo que ainda possuíamos, então ainda assim quero lhe garantir todo o respeito que merece, deixando aberta a possibilidade de que a amizade permaneça, pois mesmo depois de alguma dor, algo de bom há de florir em nós....
Quando você enterra um amor que já morreu, passado o luto, você se descobre vivo(a) novamente. Quando você tenta matar um amor enterrando-o vivo, você morre, e ele nunca!
Sei que tudo se acabou, mas sei que não morreu e também sei que o sentimento irá perpetuar durante tempo para alimentar as esperanças;
Eternamente esperar é minha meta para então quem sabe possamos nos encontrar para acalentar esse sentimento que ficará a chorar;
Sei que esperar não é viver
Viva com a certeza de que aprendeu
E não viva como quem já morreu...
Esteja preparado e liberto
Para que saiba que é preciso
Cada instante é um privilégio
Apenas basta que acredite
Que tudo mais acontecerá;
Com opressão ou não;
O amor se calou
O coração sussurrou
A atitude parou
O medo prostou
A coragem morreu sentimentos esqueceu
A esperança nasceu
E o amor reviveu;
Não esteja nunca de braços cruzados
sejamos a semelhança de Deus
que morreu de braços abertos
esperando de seus filhos um caloroso abraço!
Podes sempre fazer viver neste mundo quem tu quiseres, através do amor que nunca morreu. O amor pode fazer milagres.
Sonhei que o André estava vivo, que foi um engano ele não morreu, voltou e apareceu na casa de uma tia. Passaram dias, eu ainda não tinha visto ele. Quando chega a notícia que tinha desistido novamente de viver. Que sonho confuso, doloroso, indescritível.
Bruno Soalheiro morreu. Isso doeu tanto em mim. A dor que senti na morte do meu filho. Ele tinha tanto para realizar, ideias maravilhosas, vontade de mudar de fazer, de acontecer, de trazer a existência. Há muito que não ouvia alguém tão espetacular querendo transformar a psicologia brasileira.
as lembranças
as memórias
o silêncio
o amor morreu
tua voz
perdi a hora da vida
o luto do sentimento.
Quem disse que amor não mata, não sabe o que é sofrer o luto por um filho que não morreu em vida. Mas em vida ele matou algo dentro de você!
Vou para pra respirar!
Tudo o que aconteceu
sono cose della vita:
só um amor que nasceu e morreu.
Estou pensando em você
que um dia na minha vida apareceu
e como um poente
desapareceu.
Vou parar pra respirar,
preciso descansar,
a mente organizar,
o coração faxinar,
pra o outro amor
achar lindo e leve o lugar...
Sono cose della vita...
DESENCONTRO
Pintei um céu
Para nós dois
Um quadro azul
Em tom pastel.
Morreu meu sonho
quando amanheceu
Você, indiferente,
Não me reconheceu
E no vale ficou
Sem olhar para o céu.
Eu te acenei amor
Amorosa te beijei,
E o dia era instante
Sereno, constante,
Gravura em papel
Mas um beijo de amor
Não foi o bastante.
Despedaçada,
Abandonei os teus olhos
Perdidos no vale
Sondando ilusões
Sem olhar para o céu.
Enveredei nas alturas
Carregando teu nome
Um punhado de estrelas
E um doce pincel.
Estava certa que vinhas
Porque tinha que ser
Mas olhei para baixo
E chorei a verdade:
Você tão cruel
No vale voejava
Junto às borboletas
Sem olhar para o céu.
