Saudade Desconhecido
Mais um dia surpreendente
chega a nós
convidando nos a viajar
um desconhecido fantasiado
de misteriosas emoções
Vai desmascarando o presente
em pesadelo ou poesia
A escolha depende de nós
Devemos todo dia ajudar uma pessoa, seja alguém de nossa família ou um desconhecido, mas devemos diariamente com gestos simples, assim, teremos uma coletividade de pessoas felizes ou ao menos fomos uma força ou uma motivação que impulsionou alguém a caminhar, seja dando comida a seu avô que não tem mais forças para comer ou apenas olhando para o outro e dizer que o ama, as pessoas devem amar as outras, para entendê-las, pois sei que um dia vou precisar de um ombro amigo para chorar...
'' Evite brigar com um desconhecido e muito menos aflijas com palavras um estranho; pois mentalmente o psicopata é mais fraco do que uma formiga, e sua debilidade acenderá a ira que não dominará o ódio no dia da vingança.''
Ainda não descobri o que é pior: a vida ou a morte. O calafrio do desconhecido, ou o medo do que se conhece, qual poderá ser o mais temível?
“O desconhecido testa nossos limites, mas é na reação que se revela a maturidade. A experiência é o filtro que transforma impulsos em escolhas ponderadas.”
Tenho tudo que preciso dentro de mim. O risco que há em mim é sobre o desconhecido, ou seja o perigo é constante porém, é possível criar uma harmonia com o desconhecido e assim obtenho a oportunidade de me organizar.
O desconhecido causa medo e receio, até que ele se aproxima de você, estende a mão, dá um "oi" e se apresenta.
Ao entrar pela porta de um coração desconhecido, nunca deixe de ver, ondese encontra a placa de saída!
"Foi nas andanças dessa minha vida cigana que estacionei perdido em um lugar desconhecido e encontrei a paz de um abraço, a doçura de um sorriso, a luz clareadora de trevas de um olhar, aaaaaah sim um olhar, foi em um olhar que eu me perdi e hoje vivo assim, sonhando acordado virei um eterno apaixonado"
Carta para alguém
Olá desconhecido. Não me conheces, e talvez nunca irá conhecer. Escrevo está carta para desabafar. Como se fosse um diário. Mas ao contrário de palavras guardadas em um livro esquecido, desta vez, você será o guardião do meus medos, do meu sofrimento, das minhas fraquezas.
Tenho andando muito só, distante deste mundo. Procurando refúgio.
Pouco me resta até enlouquecer.
O motivo dessa fase, são muitos.
Os problemas estão caindo como chuva.
Caem aqui, caem ali. Imagina só que grande tempestade pode acontecer.
Preciso mencionar, alguns momentos agradáveis em meio a esta situação.
Mas difícil é lembrá-los. Afinal, quando o coração se torna depressivo, esfria. Talvez até congele.
Tenho medo da solidão, tenho medo de finalmente "me afundar” nela.
Mas ao mesmo tempo, ela me parece ser um bom esconderijo.
Como se na solidão eu me encontrasse.
Já que o mundo, as pessoas, me desanimam.
Pois é, a gente vive a aturar a hipocrisia dos idiotas.
Não quero, de modo algum, dizer que “ninguém presta”, talvez eu esteja no lugar errado, e na hora errada.
Talvez o problema seja comigo.
Mas me recuso, me recuso a viver dentro destes estereótipos do mundo contemporâneo. Me recuso a deixar-me dominar pela mídia.
Então, este é um outro motivo pelo qual sou pouco sociável.
E você, não sei como és. Mas sei que tens os teus problemas também.
Sei que todos os dias procura uma maneira de enfrentá-los.
Sei que irá ler esta carta e refletir sobre a vida.
Talvez nada disso lhe interesse. E ainda prefira rasgar esta folha de papel inútil.
Não sei, não lhe conheço.
Mas desejo-te uma vida boa. Sem frustrações. Ou com elas, mas com muita garra para superá-las.
A vida tem suas dificuldades.
Um grande abraço.
Um dia, todos nós partiremos rumo ao grande mistério do desconhecido — uma jornada sem retorno, onde nenhum viajante regressou para revelar o que encontrou. O que nos aguarda além dessa fronteira invisível. Será um reino de luz e serenidade, ou algo que transcende qualquer forma de compreensão humana.
Esse é o enigma silencioso da vida: quem partiu não voltou para narrar, e quem permanece não guarda lembrança desse outro lado.
Vivemos cercados por um oceano de informações, opiniões e certezas aparentes. Contudo, no âmago de nossa existência, pouco sabemos de fato. Em nossa busca incessante por conhecimento, acabamos por nos mover em círculos, como peregrinos em um labirinto sem saída, onde o verdadeiro saber parece sempre escapar ao nosso alcance.
Talvez a sabedoria não esteja em desvendar o mistério, mas em aprender a caminhar com humildade diante dele — reconhecendo que o desconhecido não é apenas ausência de respostas, mas também a fonte inesgotável de nossa esperança, fé e contemplação.
O desconhecido cria a sensação do inesperado, do desconcertante.
Instiga e causa temor, mas, proporciona as mudanças as quais todo indivíduo necessita para crescer e amadurecer.
Duvidar do desconhecido que se mostra improvável é mais do que razoável. Mas duvidar do constatável por meio simples, sendo impedido apenas pelo ceticismo de quem se acredita no domínio do conhecimento, não difere em nada do ignorante absoluto. São apenas duas faces de uma mesma moeda onde uma exibe uma imagem e a outra apenas uma face vazia.
Ouvi de um pensador desconhecido que “o problema do mundo de hoje é que as pessoas inteligentes estão cheias de dúvidas, e as idiotas estão cheias de certezas”. Discordo dele apenas num ponto: esse não é um problema de nossos dias uma vez que, desde que o mundo é mundo, a inteligência decorre da necessidade dos que assumem suas dúvidas de sair atrás de respostas, enquanto os idiotas se tornam cada vez mais idiotas por acreditar que já se assenhoraram de todas elas!
Repete quantas vezes for para estar de bem com o teu mundo desconhecido até torná-lo um mundo melhor.
