Saudade Desconhecido
Autor Desconhecido...
Muitas vezes esse autor é muito conhecido até,
mas por artes de gente arteira, vira desconhecido,
ou então, L'Inconnu, em pequenas citações...
Vamos respeitar a arte alheia, seja de escritores
ou de formatadores.
Todos merecem respeito.
Osculos e amplexos,Marcial
Vamos relembrar este texto, publicado em 14/03/2003.
E a coisa continua acontecendo...
CONHECENDO O AUTOR DESCONHECIDO
Marcial Salaverry
Algo que infelizmente continua sendo um dos maus hábitos de usuários da Internet, é a sobrevida que vem sendo dada a nosso já famoso Autor Desconhecido, que começa quando um certo alguem, sabe-se lá por quais razões, simplesmente retira o nome do autor de algum texto que gosta e quer repassar.
A coisa é assim, um mau costume, que vem sendo praticado desde que começou a Internet, ou mesmo antes...
Autor Desconhecido:. Penso que todo e qualquer texto escrito tem um autor, cujo nome deve ser respeitado, e mantido em seus textos, não devendo ser retirado em hipótese alguma.
Um argumento usado, que faz um certo sentido, é que muitas vezes o nome é cortado inadvertidamente, por culpa do próprio autor, que o coloca no fim do texto, e, no repasse, alguém seleciona o texto todo, sem reparar no nome que está mais abaixo.
Sugestão aos autores: Colocar o nome sempre junto ao título. Nesse caso, quem retirar o nome, o fará propositadamente, cabendo uma reclamação. E igualmente colocar o nome no fim do texto.
Havendo colaboração dos autores e dos repassadores, diminuirá bastante o problema.
Formatação: Não existe respeito também aqui. Para criar certas imagens, as e os webdesigners gastam tempo e trabalho para criar os lindos desenhos que vemos circulando, seja nos PPS, seja nas formatações. O que acontece aqui é trágico. Ao invés de se limitar a efetuar o repasse, respeitando, além do nome do autor, o nome do webdesigner que está assinando a obra, cortam tudo que possa identificar os autores, cometendo autênticos atentados ao talento de ambos os artistas. Com que finalidade? Sabe-se lá porque fazer isso. Seria muito mais simples, escrever uma dedicatória, e repassar como está, respeitando o trabalho de quem o fez. Por que essa amputação desnecessária, e porque não dizer, criminosa? Sim, criminosa, por ser um crime de lesa-arte.
Do repasse: Aqui vem a parte mais interessante. Na teoria, quem recebe um texto sem a identificação do autor, tanto poderá ter algum trabalho numa pesquisa junto aos sites de busca, como poderá devolver o texto a quem o enviou, solicitando o nome do autor, como poderá simplesmente repassá-lo. Todas as atitudes são corretas e válidas, dependendo de sua vontade. Afinal, ele recebeu assim, gostou do texto, e quer repassa-lo a seus amigos. Perfeitamente válida e correta sua atitude. Gostaríamos que fosse diferente, mas não podemos comandar a vontade das pessoas.
Quem teve a atitude condenável não é quem simplesmente repassa um texto, mas sim quem fez o aleijão. E é à consciência do iniciador da coisa que estou apelando, para que repense em suas atitudes. Afinal, não existe nenhum ganho com isso... Por que então “podar” o nome do autor? Por que retirar o nome do webdesigner? Por que alterar o trabalho de arte lá executado? Se não gostou, ou não está de acordo com a imagem que acompanha o texto, que crie uma imagem sua, colocando o texto nela e agora sim, poderá repassa-la com orgulho, desde que mantenha o nome do autor.
O que incomoda aos autores é ver seus trabalhos circulando como Autor Desconhecido. Vamos respeitar o nome dos escritores e dos artistas da formatação.
O que incomoda aos webdesigners é ver seu trabalho violentado, e seus créditos retirados. Vamos, pois, respeitar o trabalho desses artistas, que tem o mesmo valor dos escritores.
O que incomoda às pessoas que gostam de repassar, é ter sua atenção chamada por estar repassando texto com autor desconhecido. Vamos respeitar seu desejo de dividir com os amigos os belos textos que lhes caem às mãos. É um direito que tem. E não tem culpa da coisa ter começado.
Só não se incomoda é quem começou a coisa toda, e é esse que deveria sentir-se incomodado, e é justamente a quem eu faço o apelo.
VAMOS, POR FAVOR, RESPEITAR OS TRABALHOS ORIGINAIS.
E, se quiser modificar algo que está na Internet, que tenha a ética de pedir autorização aos pais da criança para faze-lo. Não custa nada. Fica muito mais elegante. E são pouquíssimos os autores ou webdesigners que recusariam autorização para tanto.
Acreditando agora ter dirimido quaisquer dúvidas anteriormente surgidas, renovo meu apelo de PAZ NA INTERNET. Havendo boa vontade e bom senso, ficará muito melhor e mais gostoso navegar pela Internet.
Esperando por esse espírito de colaboração, desejo a todos UM LINDO DIA...
MENSAGEM NA GARRAFA
De terras distantes
De um lugar desconhecido
De um tempo incerto
Quem poderá ter sido?
Uma garrafa a beira-mar
O que será que ela tem?
Quem é digno de abri-la?
Será que foi destinada a alguém?
Sob o sol, a garrafa cintila.
Uma flor ressecada
Um poema escrito
Uma tinta quase apagada
Que simplesmente dizia:
Levando antigas lembranças,
Para depositar minhas esperanças,
Coloco esta garrafa no mar.
Encontrar-me seguro em algum lugar.
Fim.
Ivan F. Calori
Caminhos...
Caminhamos, aprendendo e lado a lado com o desconhecido, somos surpreendidos, surpreendemos. Há frases sem ponto final, interrogações constantes.
Vamos, como vai a brisa, mais suave que o vento, não há pressa em chegar. Há o belo para admirar para imaginar e criar um mundo mágico onde poucos descobrem que para ser feliz, não existe uma fórmula, a magia, está no amor de cada olhar.
by/erotildes vittória/manuscrito de 2013
Na biblioteca de Alexandria,
O desconhecido continuou desconhecido
Na biblioteca de Alexandria ,
A sabedoria se espalhava
Pelos corredores e estantes,
Na biblioteca de Alexandria,
O bem se tornou mal
E o mal por sua vez se tornou o bem
A cultura mais antiga da humanidade
Queimada e grandes fogueiras,
E a única coisa que tínhamos
Perdidas por causa de ignorantes
Que por nome de algo maior que nós
Se mostram idiotas e burros.
É preciso mudar, aceitar o novo, o desconhecido. O conforto (zona), é bom mas seu preço é alto e, se quer saber, não vale tanto a pena. A coragem, é um prêmio que poucos terão. Vamos! É bom e necessário mudar, as vezes, constantemente, sempre.
Um pensador tem vários desconhecidos dentro de si. Cada desconhecido é barra de código de um anónimo e relativo a todos os outros. O anónimo identifica-se sutilmente nas siglas de mais alguns. Numa representação esquemática, o conjunto formado revela-se fechado, porque o pensador é só um, unido por todos os detalhes - iguais e diferentes - no todo das partes e dos espaços de cada um.
Não invada o desconhecido...hIgnotum per ignotius
Encontre as chaves ...
A única forma de decifrar-me é ser portador da
clavem.
Mas lembre-se, elas possuem um duplo papel, ou seja, abertura e fechamento.
Se você as possui traga-as à mim e terás o poder de desvendar a crença de uma alma imortal...
Atormenta-me, enlouqueça-me, embriaga-me revela-me, desnuda-me, embeba-me,
absorva-me, sorve-me até minha última gota de vida ou caso contrário serei apenas uma lenda!
Autora A.Kayra
Sujeitos ao desconhecido, as surpresas aparecem, podendo elas serem boas ou ruins. Mas é à mercê do nada que redescobrimos a palavra ‘mundo’.
Eu ser e o ser do todo
No momento em que você não tem mais medo do desconhecido, o desconhecido imediatamente bate à sua porta. Se você tem medo, ele não o perturba.
Deus nunca interfere na vida de ninguém, porque ele ama sua criação. Então ele dá a todos liberdade total, até para ficarem contra ele — até mesmo fechar as portas para ele faz parte da liberdade, até mesmo negá-lo faz parte da liberdade.
Mas é tolice usar a liberdade de maneira negativa. Use-a de maneira positiva, use-a para receber o convidado desconhecido, use-a para criar confiança, amor e bem-aventurança, de modo que A deus possa continuar em você.
O encontro entre seu ser e o ser do todo é o início da luz, o início da vida eterna, o início da imortalidade. E essa é a busca de todas as pessoas, consciente ou inconscientemente. Todo mundo quer conhecer algo que seja indestrutível, que não possa ser removido.
Todo mundo quer vir para a luz, todo mundo quer ter olhos para ver, quer clareza de visão. Mas as pessoas vivem fazendo coisas que acabam impedindo sua visão, obstruindo o discernimento, aleijando seu próprio ser...
SEJA LUZ...
"" AGUILHÃO DA MORTE ""
Temos medo do desconhecido, do monstro da nossa incógnita!....
Dos arremedos que tem sido, a incompreensão abalável e inóspita!...
Medo da morte, do irreversível corte, umbilical, do simples cordão...
Medo do escuro, neste grande furo, cicatriz que condiz com este aguilhão.
.........""MORRE-SE TODO O DIA, QUANDO SE DORME E DEPOIS SE IRRADIA, PARA O ALVORECER QUE NOS BATE À PORTA!..... MORRER, É VIDA QUE PRINCIPIA, OUTRA MORADA EM NOVA DIMENSÃO, QUANDO O AMOR QUE NOS EXORTA, ROMPE O CORDÃO, E DELICADAMENTE O CORTA!"".......................shell
Sempre que você puder, sorria para alguém, mesmo que seja um desconhecido. Não dói nada e pode ser o único brilho que ele verá nesse dia!
Se você for um gênio solitário, misantropo e desconhecido; se jamais divulga o que sabe e ninguém tem conhecimento de quem você realmente é ou do que faz, então, o seu valor social passa a ser igual ao do mais comum dos homens.
SOB TUA INSPIRAÇÃO
− A dama rubra
Pensastes em mim por desconhecido...
Em tua forma, no encanto da poesia,
Descobristes o amor qual tem nascido
Entre as brasas da paixão e da magia!
Viestes em cobiça plena à luz do dia...
No teu pensar ingênuo, não percebido,
Descrevestes em memória a euforia
D’um coração impudico e destemido!
Na loucura do teu amor sob verdades,
Criastes em ti palavras às lealdades...
A não cometer teu coração confundir!
E a confiar teu amar cabal pertencente,
Viestes no sentir revelar entre a gente
As idolatrias que, em nós, há de existir!
Experiências em um mundo desconhecido e invisível, era como se eu já estivesse lá há anos atras.O lugar onde a criação é livre e a criatividade é o ponto de partida para sonhar e criar coisas novas, onde o Pai descansa com seu filho, e o cordeiro pasta com o leão, e as árvores cantam! Neste lugar onde o tempo não existe, onde a alegria persiste, onde o choro não tem vez, onde a música é livre para inventar o que quiser, onde as histórias são feitas em pequeninos pedaços de papéis.
O medo do desconhecido é o que nos mantém estagnados numa segurança e num comodismo superficial, que na verdade não se tem.
Se você resolver mergulhar em algumas particularidades perceberá que tudo vai além do que se mostra.
Mas é muito mais cômodo deixar as coisas como estão do que ter o trabalho de pensar nisso tudo que envolve à beira do superficialismo.
Tempo.
O Senhor do universo. Moldador de vidas, implacável condutor para o desconhecido;o início e o fim, num ciclo sem fim. Construtor de saudades, destruidor do que foi, do que é e do que será. Causa e efeito, virtude e defeito, alegria e dor. Onipotente, onisciente e onipresente; produtor e cura das feridas da carne e da alma. É o Senhor a nos conduzir, mas nos serve sua porção generosamente; cabe a cada um escolher por quais caminhos.
A leitura é um atalho para se descobrir o desconhecido. É um passaporte para viagens alucinantes. Talvez passatempo para mentes tunantes ou ainda um refúgio para pensamentos aflitos. Também é inspiração para ideias surpreendentes e prazer para corpos latentes. Serve ainda para educar, para ensinar. Passa-se por companhia. Aguça sonhos e desejos. Traz o Ser para o mundo do não ser. Ou, quem sabe, transporta o que não era para realmente o ser. E ainda critica, denuncia, anuncia. Deleita-se quem faz uma boa leitura. Rega a mente para florescer belíssimas fantasias, ou de fato, pensamentos que se tornem fatos. Ler é desvairar-se na mais firme lucidez. É manter-se embebido no mais doce fluído. É gritar no mais absurdo silêncio, e emudecer-se no mais perturbador estrépito. Assim é a leitura, singela e ampla. Com muitos predicados, mas indefinível e inexplicável. Portanto, leia, sonhe, viaje e descubra-se!
