Saudade Desconhecido
É difícil caminhar sozinho
Sem você minha Princesa!
Não sei, se conseguirei
Caminhar sozinho!
Pois você estava
Sempre ao meu lado
Em todos meus destinos
Está difícil sem você
Não sei se conseguirei
Caminhar novamente!
É difícil sem você
É difícil sem você
É difícil sem você
Parece que o caminho não existe
Parece que não tenho destino
Parece que estou perdido
É difícil sem você
É difícil sem você
É difícil sem você
E agora
Como caminharei sozinho
Parece que não tenho destino
Pois não tenho mais você
Minha Princesa!
Não quero acordar
Somente agora entendo tudo
Está foi à verdadeira lição
Nunca imaginei que poderia doe tanto
Mas consigo, lembrar
Das dicas deixadas
Durante nossa trajetória
Nada era somente por ser
Em seus gestos
Sempre existia algo que eu deveria aprender
Existem sonhos que nunca termina
Já que dependemos do amanhã
É por isso, que estamos presos ao nosso destino
Olho para o céu e levanto a mãos
Só sei que tive medo
É que nunca imagine te perder
Você era meu sonho
Você era meu anjo
Você era minha princesa
Você era toda minha poesia
Saudades de quando eu ficava na chuva sem ter medo de ficar doente, de brincar com os amigos agora já crescidos, de viver sempre livre, sem se preocupar com o amanhã.
Saudades eu sinto de quem é especial, de quem marcou a minha vida, e de quem mesmo longe se faz presente.
PARA”ISSO”S
“Dove” está minha alegria...
Oh que busca “in”gente
Um oceano de emoções
Divide continentes
Alma cortada
Saudade afiada
De minha amada gente
Contando as horas
Longe e perto
A terra em que se “Pisa”
Foi passado e é futuro
Obras certas
Obras tortas
O que mais na vida importa
É um eterno abrir de portas
Corre nas veias
Um resgate de história
Do “Pó” viestes
Ao “Pó” voltarás
Olhando para trás
Olhando pra frente
Presente... passado... futuro...
Não há ambiente fixo
Assim... aqui e ali...
São meus: Para”isso”s!!!
Ser
A distância alimenta o poder e imensidão da ausência que por sua vez faz de nós um Povo diferente. Um Povo único na sua forma de Pensar, Sentir e Agir.
Por isso somos Portugueses, por isso somos Saudade.
Apenas diga
Apenas diga que hoje não estou
Diga que trabalho e estudo
Que não paro em casa
Estou em viagem
Já cresci e tenho casa própria
Não moro mais com você
Sou bem-sucedido e ganho bem
Realizei meus sonhos
Tudo o que você não conquistou
Eu conquistei
Afinal, era o que você mais queria.
É tudo mentira.
Mas,
se a tristeza no coração apertar
E a vergonha não deixar falar
Então apenas diga isso.
Preste atenção
Tá bom, já sei
Entendi, okay
Quem entende mais de mim do que eu mesma
Não pergunte, responda
Me puxe e tire minha atenção do que não me faz bem
Pois eu sei que você sabe o porque
Mas não quer saber
Quer ignorar o grito angustiante pedindo socorro
Não dá
Ele fica cada vez mais alto
Até que ele some
E a saudade vem
Não há volta.
A lembrança de algo que foi bom em nossas vidas é a única coisa que sacia a sede de querer prova-lo novamente.
Com a força da correnteza, nossos momentos foram levados, mas daquela água sempre farão parte, assim sendo eternizados.
No passado nada estava bom, e percebia que a reclamação evoluía, se num ano estava ruim, no ano seguinte estava péssimo, e acabava sentindo saudade do ano que tinha se passado. Atualmente vejo tudo com bons olhos, e o que é bom se passa, e evolui para extraordinário.
Me fala de você
Como tá aí?
Desculpa eu perguntar do nada e sem mais.
Esse é um daqueles momentos que eu não consigo suportar a falta e me desespero querendo saber de você.
Como tem passado?
Não quero apenas saber se está bem, quero saber o que tem feito e como é o dia a dia longe de casa, longe da família.
Quero saber se é como você imaginou, se está caminhando pro que você almeja.
Quero saber quanto tempo falta pra você voltar.
Quero saber se pegou resfriado, se as espinhas sumiram e se a barba e o cabelo cresceram.
Quero saber se tem saído a noite, se alguém despertou seu interesse aí ou se ainda lembra da ex, ou de mim.
Quero saber se já beijou outra boca e se deitou com outro alguém.
Quero saber que música você tem ouvido e se fala com Deus antes de dormir.
Como são as coisas aí?
Não quero apenas saber se é tudo muito lindo, quero saber se você gosta do que vê.
Se a comida é boa, se a bebida agrada, se tá bem acolhido, bem agasalhado.
Quero saber do seu sorriso, se ainda é espontâneo ou se tem forçado.
Se você tá estudando, se já conseguiu emprego, se tudo é muito estranho, se tem sido fácil ou se chora quando encosta no travesseiro.
Como tá aí?
Me diz o que é diferente e o que já conheceu.
Me conta que horas você levanta e se continua dormindo até tarde, se tem horário pra dormir ou se tem sonhado.
Me diz o que já aprendeu.
O que te motiva, o que te faz feliz.
Me diz do que tem saudade e se alguma vontade já te enlouqueceu.
Me diz do que você sente falta, mesmo que seja do shampoo que usava.
Me conta qualquer coisa sobre você, pode ser um medo, uma raiva, uma insegurança ou tranquilidade.
Só me dá notícias.
Só fala comigo.
Aparece aqui e quebra esse silêncio, quebra essa distância, quebra essa saudade.
Aparece pra mim, renova aquele vínculo da gente.
Refaz a nossa intimidade, a nossa amizade, e a dependência um do outro pra tudo ficar bem.
Me deixa esperar pelo seu boa noite pra eu poder dormir, devolve o "Hey" no meio da tarde e deixa eu te ouvir.
Me deixa esperar sua ligação, manda um áudio ou faz um vídeo pra mim.
Deixa eu te ver, deixa eu tentar entender seu jeito calmo, seu silêncio.
Deixa eu saber se existe um porquê ou por quem.
Deixa eu fazer parte do seu dia a dia, comemorar suas vitórias, vibrar com as novas conquistas.
Deixa eu ficar perto, me deixa te ajudar ou pelo menos te acompanhar.
Me fala de você.
Não se afasta não.
Josielly Rarunny
Entenda que não consigo afastar, não quero, não dá.
Vai perdoando minha falta de juízo e a intensidade do meu gostar.
Lembra com saudades gostosas, e no coração vai sentindo como se um pião estivesse a rodar, girando, girando e girando em torno da sua vida. Saudade daquela manhã, quando o amor nasceu na gente. Daquela porção de filhos brincando em volta da gente. De ver, depois, os noetos, crecendo aos olhos da gente. Como andou depressa a vida, deixando pra trás a gente...
A história é semelhante a de uma rosa que reina em todo jardim. Perdido o viço é cortada e às folhas secas lançadas. É o seu destino e seu fim. Há muita gente vaidosa que vive assim como a rosa. Orvalhada de beleza, ao sol da fama e o som da beleza, sempre em capa de revistas, sem perder o cartaz. Mas, tal como tempo, é fugaz. E ao perder a mocidade, vai sozinha com a saudade, pro retiro da idade.
Quem viu daquela pedra o luar... Quem escutou aquele acorde... Se não voltar para ficar, marca encontro com a saudade. Do dividendo alegia, do divisor mocidade, resultou melancolia, que reduzida, também é saudade. Pode o sol nascer ao poente e haver mulher sem vaidade? O que não há certamente, é passar por lá e não levar saudade. As parcelas de paixão sentidas naquelas calçadas ou resultam decepção, ou mais uma vez somam saudade. E quem nega sentir saudade, fingindo ser diferente, ou nunca curtiu a vida de verdade, ou não diz bem o que sente. Constante nesta existência, eu vejo só em verdade a inevitável sequência: o moço, o velho e a saudade. Suplício do meu fadário, que me mata e me dá vida.
Sempre achei que uma palavra de elogio fizesse bem à saúde. Que pequenos gestos mudassem situações até então imutáveis. Que o julgamento alheio não é importante. Que devemos ser adolescentes a vida inteira e, o máximo que der, regredir até a infância com nossos filhos novamente. Que isso é a melhor maneira de renascer. Que amor não se cobra que não é cobre. Que amor não se pede que não é peça. Que amor se chama porque é chama. E que tudo que é muito diferente incomoda tudo que é muito igual.
