Sanidade
A linha tênue entre sanidade e loucura perpassa pela história e se fundamenta em eixos complexos como a química(com seus psicotrópicos),a social (com suas desigualdades)e as ideologias raciais(com suas verdades impostas e suas convicções narcisistas)
A humanidade precisa do divã da psicanálise para se reconhecer,porém afunda-se cada vez mais em terapias fugazes,emergenciais, alimentadas pelo imediatismo dos psico-farmacos, alívios manipulados em forma de pílulas mágicas.
A grande onda depressiva que vem desolando a humanidade e cresce a cada ideologia ou aspirações frustradas é apenas tratada de forma paliativa, permitindo o controle da loucura e os esvaziamento dos manicômios,porém sem cura efetiva. Nesse intuito segue a humanidade a questionar-se do certo e do errado, e nunca obtendo resposta satisfatória para questões singulares como a capacidade de sobrevivência da humanidade e quais serão os povos futuros, quem sou não é mais a questão, a grande questão agora é quem serão.
A minha sanidade mental é sempre foi baseada na minha insanidade mental talvez por isso eu não pareça tão normal, tão ...comum isso porque sou único e verdadeiro .
E tudo bem!
Foi bom, gostoso e intenso e maravilhoso e delicioso..
Mas acabou. Se a sanidade disse: acabou.
Então é isso.. acabou.
Chore, sofra, mas mantenha sempre a sanidade,nunca deixe que morra em ti a confiança de que depois da tristeza há um mar de felicidade, afinal, pra cada tempestade existe uma bonança.
O que eu posso ser além de mim? Não quero ser louco, nem tão pouco dotado de sanidade. Vivo a emoção que eu posso propocionar a mim mesmo.
Eu sei do que sinto,penso,falo e escrevo...a não ser que eu tenha perdido a sanidade,eu sei que é você o amor que Deus reservou pra mim!!
Uma desorganizada mente amante da sanidade
A essência da perturbação sendo amante de um puro sorriso
Um diferente admirando um original
Um estranho no paraiso
Nossa sanidade deve depender única e exclusivamente da estrutura da nossa psique, qualquer outra base é instável.
Não sei onde deixei a sanidade. Não sei o que me serve, e nem onde convém. Na extrema loucura do meu ser, onde tudo dorme, nada é presente, tudo se ausenta. Minha ditadura milenar, mar de ervas, chá queimando a garganta, ninguém lê o que se escreve entre as linhas da alma, ninguém se fixa na realidade. Ilusão a todo instante, palavras correndo soltas por entre bocas sujas que dizem meu nome. Corre disperso e caia em meu colo raro, onde expressões faciais não se aceitam pela idade da vida, a vida se espanta, e eu morro por dentro.
Consigo distinguir a sanidade da loucura, à medida que vou conhecendo mais as pessoas, que pensam e pensam e não param, pensam sem se preocupar, o planeta necessita de pessoas que pensam.
Assim como o perfume em exagero
Amar demasiadamente
Traz ciume e desespero
Traindo a sanidade da mente
Seria sensato temer
Desejar, pedir, querer
Alguém repleto de sorte
Que de longe faz-me almejar a morte?
Confesso já não posso evitar
Sofri demasiadamente ao negar
Sei que é preferivel a opção
De juntar minhas dores em solidão
Se hoje sinto arrependimento
Não é por puro descontentamento
É um conjunto de ansiedade
Dor, dúvida, saudade...
Penso todos os dias
A todo momento
Sera possivel encontrar
De novo aquele sentimento?
Tentar raduzir o mel
Nesta amarga poesia
A grande luta, o fel
Nesta mera sinestesia
Talvez tenha sido melhor
Tentar esquecer de fato
Ou simplesmente deixar de lado
Talvez nao...
Amar é aceitar as pessoas como elas são. Desde que isso não custe sua sanidade mental. Amar é compreender, compartilhar, aprender e ensinar.
Seus princípios acima sempre.
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