Frases sobre sala de aula
SALA DE AULA. Mesmo na nuvem ou com outros formatos, este será sempre o meu melhor lugar no mundo: o mundo das possiblidades!
Vai chegar um tempo que o professor não vai ter o direito de respirar dentro da sala de aula, porque para o governo ele não tem de opinar, não tem que instigar os alunos a pensar, questionar, debater, organizar, desenvolver... o professor em sua condição de educador, sempre foi desvalorizado pelo governo, que quer impor o quê o professor deve fazer ou não, na sala de aula.
O professor humilhado dentro da sala de aula por um salário de esmola; enquanto o mundo enriquece, idolatra influencer que faz vídeo no Instagram pra ficar te indicando loja.
Quando um professor olha para uma sala de aula cheia, ele enxerga um universo de possibilidades.
São vários planetas que giram de forma diferente, com seu jeito ÚNICO.
Para entender sobre esse matéria exige muito amor, empatia e persistência.
Parabéns a todos professores que enxergam as diferenças como desafios e não obstácuos.
Ensinar é uma arte que não se restringe apenas à sala de aula; aprender é o escopo dessa arte, que, uma vez assimilada, torna-se pronta para ser exposta à vida.
Tudo que sei é que sei alguma coisa. Se não soubesse não estaria em sala de aula... Ou estaria, mas não ensinando, e sim praticando falsa ideologia.
A luz na sala de aula
Docentes esperançosos
Põem fé nos estudantes
Com a caneta nas mãos
Seguem firmes, confiantes
Mesmo com dificuldades
Superando adversidades
Que são muito semelhantes.
Os livros são esquecidos
Trocam por telas atraentes
O saber fica abafado
Nos olhares adolescentes
Triste desmotivação
Tornam mais dura a missão
E a vida dos seus docentes.
Muitos não têm base firme
Falta apoio familiar
Ninguém cobra, nem auxilia
São poucos a colaborar
Familiares pouco incentivam
E os saberes não se ativam
Chega é triste de lembrar.
Há escolas sem recursos
Faltando boa biblioteca
Sem espaços pra reforço
A aprendizagem resseca
Não garantindo o saber
Como é que vai crescer?
Compromete até o ECA.
O tempo voa, relógio gira
Chegam as provas do ensino
São demais as cobranças
A cada menina e menino
Se a leitura não fluir
Como vitória conseguir?
É grande nosso desatino.
É preciso dar a ferramenta
Com a letra, a interpretação
Diminuir pessoas nas salas
Aumentar a participação
Buscar sempre dar um jeito
Que haja ensino direito
Com a mais pura atenção.
Governos trazem projetos
Com nomes e bons intentos
Mas no meio do caminho
Há falhas nos suprimentos
Mesmo com bons objetivos
Melhorando rotas e incentivos
Ainda há muitos impedimentos.
Professores não desistem
Fazem círculo, roda, oficina
Procurando dar atenção
A quem falha e desanima
Busca renovar a prática
Agindo de forma empática
Que o saber os ilumina.
Mas quando a luz se acende
Estudante, enfim, alcança
A alegria é imensurável
E a vida ganha esperança
O sorriso vai prevalecer
Pela vitória do saber
E o fim da desconfiança.
A satisfação é sem igual
Como é chuva para o calor
Vê-los o mundo decifrar
Com mente livre e mais sabor
Mais que o salário a ganhar
É a certeza de transformar
A educação com muito amor.
Tive a oportunidade de encontrar professores que me ensinaram além das lições da sala de aula: mostraram caminhos, deram conselhos e me ajudaram a começar a sonhar.
A cada dia eu me ilumino com o saber diferente do meu nesta vida que é a maior sala de aula da nossa jornada existencial.
CÂNDIDA ADÉLIA,PRADO DE POEMAS
Mestra na sala de aula, mestra em recontar a vida. Adélia Prado escreve como quem fala para a vizinha, numa conversinha mansa, descansada, cheia de vocativos, remetendo a pessoas que espera serem velhas conhecidas do leitor. É a tia Ceição, a lavadeira Tina do Moisés, a Dorita. Mestra na emoção.
Não aquela emoção grandiosa das tragédias gregas. Não a emoção espetacular das tragédias das tevês. Não. Descreve e narra as emoções pequeninas, que povoam os corações de todas as pessoas. Como quando a gente promete visitar alguém e não vai, e fica se sentindo constrangido, depois. Como quando a inquietação atinge um casal, que começa a perceber dificuldades na relação a partir de mínimas evidências - "Abel e eu estamos precisando de férias. Quando começa a perguntar quem tirou de não sei onde a chave de não sei o quê, quando já de manhã espero não fazer comida à noite, estamos a pique de um estúpido enguiço."
Foi com essa sabedoria que coroou a sua participação na Feira Literária Internacional de Parati, de 9 a 13 de agosto. Disse ela: "poeta é o que consegue perceber o ordinário, qualquer tolo repara o incomum".
Com essa placidez de rio Itapecerica, que banha a sua mineira Divinópolis natal, Adélia espicaça o leitor e o ouvinte a obter funduras de pensamento. "O transe poético é o experimento de uma realidade anterior a você. Ela te observa e te ama. Isto é sagrado. É de Deus. É seu próprio olhar pondo nas coisas uma claridade inefável. Tentar dizê-la é o labor do poeta."
Foi exatamente sobre isso que conversou a poeta Adélia Prado, na Festa Literária Internacional de Parati. Disse que a nossa vida ficou "esvaziada de realidade". Estava numa mesa de debates, apropriadamente denominada Bagagem, título de seu primeiro livro. A pergunta que se fazia era esta: que livro você levaria para uma ilha deserta? Ela escolheu "A transparência do mal" de Jean Baudrillard. E explicou, docemente: "Escolhi esse livro porque ele mostra que o individuo é um ser único. Sem o horror, não há a possibilidade do amor. Sem o mal não existe o bem".
Arrebatou platéias, em Parati, como arrebatara antes o patrício Carlos Drummond de Andrade, que vaticinava no Jornal do Brasil, em 1975, numa crônica, a senda de sucesso da poeta. Levou muita gente às lágrimas, pela comovente simplicidade com que abordou assuntos tão variados quanto amor e política. Sobre política, lamentou que os brasileiros não tenham um "consciente político coletivo", arma, segundo ela, "capaz de dar um jeito no País". Disse mais: "Nem mesmo juventude transviada nós temos, no sentido de que eles não têm uma via para se desviar dela".
Filosofou: "O que confere dignidade é aquilo que dá sentido à vida."
Falou de pedagogia: "Liberdade absoluta é liberdade nenhuma. Liberdade é ter compromisso com alguma coisa".
Falou de caridade: "Você já nasce experimentando uma orfandade. São Francisco fez um texto muito bonito em que diz 'eu, velhozinho miserável'. Isso é reconhecer a necessidade da ajuda".
Falou de inspiração: "As paixões humanas são as mesmas em Nova York, em São Paulo e na roça. Não tem importância ficar lá".
Lá quer dizer Minas Gerais. Lá, lugar do qual dizia Guimarães Rosa: "Minas são muitas. Porém, poucos são aqueles que conhecem as mil faces das Gerais".
Adélia Prado conhece. Porque tem alma de poeta, porque faz da poesia o pão espiritual, a fonte vital. Porque é uma mulher que tem inspiração para escrever isto: "Uma ocasião, meu pai pintou a casa toda de alaranjado brilhante. Por muito tempo moramos numa casa, como ele mesmo dizia, constantemente amanhecendo."
Adélia é poeta porque é cândida. A cândida Adélia, prado de poemas.
As vezes, eu choro de noite, por apenas perceber que sou um tato excluída em sala de aula, mas nem sei o porque.
Não há nada melhor do que se divertir em sala de aula.É gratificante para quem leciona e prazeroso para quem aprende
Um certo dia em uma sala de aula, de uma determinada escola a professora indagou os alunos sobre se fosse para compará-la com uma das figuras do meio social, qual figura os alunos a comparariam.
Todos compararam, uma comparação mais interessante que a outra.
A professora ficou curiosa com uma das comparações de um aluno da classe. Esse aluno a comparou com um traficante; ele de imediato ficou espantada e era de se espantar, quem não agiria da mesma forma? traficante? como assim?
Daí o aluno respondera à professora: ora eu a vejo como uma traficante e todos aqui nesta classe uns viciados.Todos ficaram curiosos com o expressar do garoto.
Explicou-se melhor. Todos nos sentimos viciados e dependemos do que a professora tem para oferecer, como se fosse uma verdadeira traficante que tem a "droga" e nós alunos "viciados" que temos sede do conhecimento, sede de informação e a senhora a trafica para nós, e melhor ainda, não nos cobra um centavo.
Ser professor não se resume há uma sala de aula. A vida é dinâmica e por isso todos nós temos algo a ensinar e a aprender. Aprecio a frase do Prof. Cortella: "um bom ensinante antes de tudo é um excelente aprendente".
"Mira" o professor com o celular na mão em sala de aula é um precedente para o aluno usá-lo: — Se ele pode, por que não posso usar também! E os coordenadores repreenderão-no nas reuniões pedagógicas?
A vida é uma sala de aula, alguns apenas carimbam a lista de presença e uma minoria presta atenção no conteúdo.
A melhor estratégia didática que o professor faz uso em sala de aula, começará sempre pelo bom senso!
