Sair de Casa
Amores que deram errado
Volte e vá para casa
Ou pule o céu da página seguinte
Possua o topo do mundo
Viva e deixe morrer
Deve ter sido amor
Faz tanto tempo
Pouco faz a minha sabedoria
Acordar do outro lado do quarto
Toque me agora
E eu fecharei meu olhos
Nao sinto falta de algo
Más esta tudo bem
Eu ouço seu coração bater
É como um mar de oceano
Ou outro dia no Paraíso
Você viaja só
Lugares que eu me lembro
Junto da minha vida
Você é tão incrível
Eu vi algo em você
Mas é apenas um amor
E eu finjo que não me importo.
Quando ele foi para casa, após bebericar alguns goles do de licor de canela do meu copo, eu fiquei um tanto quanto melancólica. Uma parte minha- a menor parte, graças a Deus- quis abraçá-lo e dizer para jamais ir embora e para me beijar até meus olhos se virarem do avesso, até eu perder o ar, até o dia clarear e a noite ser deixada para trás. No entanto, uma parte maior- a parte dominante do meu ser- movida pelo orgulho, virou o copo de licor com elegância, sorriu e pediu aos demais que horas eram, se podíamos ir para a festa, pois afinal era sábado de madrugada e não tínhamos tempo a perder...
"Uma dose de café"
Hoje vou ficar tão eléctrico que vou correr até tua casa...
Nem me importo se é 25km de caminhada...
Vou apertar a campainha e dessa vez não vou correr...
Lhe falar todos os versos que tenho engasgado desde a primeira vez que vi você.
Casa é gente. Não é um lugar. Se você voltar lá depois que as pessoas se forem, tudo que você pode ver é o que não existe mais.
Precisei me sentar e repetir algumas vezes para mim mesma: estou em casa, é noite, alguém está batendo na porta, e só então é que consegui controlar os nervos.
Saímos de casa e, imediatamente, nos envolveu esse ar muito familiar — frio e úmido — que nos relembra todos os invernos que o mundo não fora criado para a humanidade, e durante pelo menos a metade do ano nos demonstra a sua hostilidade. O frio atacou brutalmente as nossas bochechas, e emergiram nuvens brancas de vapor de nossas bocas.
Tempo ao Tempo.
O acaso.
O acaso sai de casa sem saber o que vai fazer. Se estiver de bom humor faz alguém ganhar na mega-sena.
Caso contrário, dispara um raio em cima de outrem.
O que seria da minha casa sem eu pra lavar a louça do almoço,
só funções primordiais para o bom funcionamento da logística do país...
Antes uma casa cheia,
hoje tão vazia.
Ficou apenas uma poltrona,
onde senta a saudade, que diz ser dona
de um SILÊNCIO mortal,
que conta uma história
que anseia
por um raio de SOL...🌾🌞🌻
Toda pessoa que aceita guardar dinheiro roubado em sua casa corre o risco de ser chamado de cúmplice, conivente e colaborador do ladrão.
Chego em casa faminta e minha geladeira me lembra que tenho 130 anos, me oferecendo prateleiras de brócolis, couves e que tais, não mais um carregamento de bem-casados que se amassavam nos bolsos dos paletós dos meninos e que eram divididos entre todos que rachavam o táxi da volta. Eu devia ter me casado, penso. Com sorte ele também seria avesso à ideia de filhos e teria uma lesão nos joelhos. Levaríamos uma vida desanimada revezando a bolsa de água quente. Teríamos um jogo de tupperwares de vidro, presente de alguma tia, e cuidaríamos para preservar todas as tampas.
É fácil chegar em casa e estudar assuntos que odeia depois do trabalho por alguns meses. É fácil demais se formar, em um curso qualquer, fazer pós graduação para orgulhar seus pais que pagam seu sustento e sua faculdade. Difícil é fazer algo por si mesmo... Se privar de festas e bebidas alcoólicas na semana de prova não é nada, até um morador de rua seria capaz se disciplinar durante uma fase da sua vida para conseguir algo em troca. A grande é questão que nos coloca no jogo é o porquê de estarmos fazendo o que fazemos. É pela glória, pelo ego ou pelo dinheiro?
Se a sua resposta não for nenhuma dessas então você está muito perto de se tornar um vencedor. Não é pelo reconhecimento, você precisa ter isso dentro de você ou será como todos os outros profissionais.
O conservadorismo reforma a casa que moramos; o progressismo destrói a casa porque imagina que desejamos uma diferente.
Minha coroa não foi o homem da casa, mas ela foi mulher guerreira que fez o que muitos homens não faria.
BIPOLARIDADE
A casa do artista é seu recôndito secreto, onde busca sua arte nos porões e também no alto da infinitude. É um subir, e um constante descer.
NOSSO CHÃO.
É assim no meu sertão
é na casa do vaqueiro
pode ser a do patrão
ou no lar de um roceiro
pra valorizar o chão
basta ter educação
não precisa ter dinheiro.
