Sacrifícios de Amor

Cerca de 661 frases e pensamentos: Sacrifícios de Amor

Prefiro renunciar ao meu amor por você do que implorar pelo seu

Inserida por andrepviana

⁠Na cruz, Jesus personificou o amor-perfeito, sacrificando-se pela redenção da humanidade, um ato que transcende o tempo, nos levando ao mais alto nível de comunhão com Deus.

(ver o versículo João 3:16)

Inserida por macjhogo

⁠"Cravado na cruz, Cristo se tornou a viva expressão do amor de Deus, um sacrifício que ecoa através dos séculos."

(ver João 3:16; Romanos 5:8 e 1 João 4:19)

Inserida por macjhogo

(O filho de Uni-Latero)

Que dia "sacrificoso" hoje!

O meu amor se foi e nenhum navio o trará de volta.

Sinto o luto naufragando com o sentimento mais bonito que já pode existir.

E assim, afogo-me de vez em quando em lágrimas de diamantes.
Eu desejo que no seu jardim tenha todas as flores mais lindas do mundo, e que em apenas uma delas, seja lembrada com o poder da cor, da ternura e do amor.

A Náufraga;

Inserida por tatyanenicklas

⁠Se não era o fim, eu quero ouvir... O amor ao qual renunciei, o meu sonho inacabado... Um ao outro era tudo que tínhamos naquela época. Muito tempo se passou? Se posso desejar alguma coisa, além daquele futuro que nunca mais terei... Eu quero ouvir algo além de uma despedida... Porque, sem você, o meu coração não para de doer!

Inserida por italo0140

Não sacrifique nada em sua vida em prol de alguém, amores vem, amores vão, você fica!

⁠Deus não precisa do seu sacrifico, e nem do sacrifício de Jesus. Era nós que estávamos precisando que alguém morresse por nós, para entendermos o que é o amor incondicional. Quando Freud escreveu que precisamos ser amados, Deus não só sabia disso, como nos provou o quanto, nós já éramos e quanto nós somos amados por Ele. (Leia João 3:16)

Inserida por anapaulafanz

"O verdadeiro amor não busca posse pois ele nasce em liberdade e como uma chama ele queima, alimentando-se de compreensão, sacrifícios e maturidade."

⁠Os caminhos do amor não são tão pacíficos
Quanto vimos a primeira vista...
Buscar o amor exige de nós luta e sacrifícios
Só assim usufruiremos da paz que advém do amor

Onde está? O que? A beleza da vida! A verdade! A moral! A ética! A paz! O amor! A santidade!

Inserida por rodrigovitoria19

Por vocês, eu vivi uma escalada de amor, e me fiz de armadura como espinhos no caule das roseiras, defendi os mais raros exemplares de flores do planeta. E cruzei de norte a sul, E desta forma, chegamos até aqui: Pai e Filhos numa missão de amor incondicional.

Inserida por jozedegoes

Eu abri mão de um amor. Não por falta de coragem pra lutar, mas pelas circunstâncias e as coisas. Por amor, renunciei um amor.

Inserida por Denivaldosilva

As coisas que esses dois enfrentaram me deixaram maravilhada. Isso só é possível quando o amor é verdadeiro e forte, quando as pessoas se dedicam umas às outras, quando estão dispostas a sacrificar tudo para ficarem juntas. É o que quero para mim, mas, às vezes, eu me pergunto se a geração atual conseguiria isso. Somos tão distraídos, tão… ocupados.

Inserida por pensador

John Stott escreveu: “Muito amor humano é bom e nobre, mas em algum grau oculta motivos ulteriores ou é uma mescla de generosidade e egoísmo. Somente um ato de amor puro foi realizado na história humana, e este é o sacrifício de Jesus na cruz. Na cruz Jesus amou – e amou com amor perfeito. Ali ele deu tudo o que tinha: deu-se a si mesmo, por aqueles que não mereciam nada, que eram simples pecadores como nós”. Neste mesmo artigo ele acrescenta: “... o amor divino é serviço, não sentimento.” (p.25). Mais: “O verdadeiro amor limita sabiamente o dar, não para evadir-se da responsabilidade, mas para criar e desenvolver uma maior responsabilidade no que pede.” (p. 26). (John Stott - Tive Fome - Série Lausanne, Ed. ABU, p. 24, 25 e 26)

Inserida por PASTORJORDAO

Amor meu

Eu sempre estive ao teu lado, diante dos teus
Olhos, envolto de tuas luzes e diante das cores
Separando a noite do dia, chame isso de amor,
Chame isso de mentiras, chame como quiser.

Quebremos os tabus dos sentimentos outrora
Jogado aos ventos, separando a noite do dia
Eu faria qualquer coisa para te amar neste dia,
Chame isso de amor, pois é uma grande agonia.

Vou trazer você de volta a vida e ela será vivida,
Chame isso de amor, chame isso de medo, pois
Nunca foi mentira, antes que todos desapareçam
Sacrificarei minha alma e amor, salvarei sua vida!

Inserida por rockfellerfo

⁠Pense em Cristo no Jardim do Getsêmani. Ele estava para enfrentar a cruz, o maior ato de amor conhecido em toda a história. E quais eram os seus sentimentos? Ele sofria. Estava angustiado e intensamente aflito (Mateus 26:36-44; Marcos 14:32-42; Lucas 22:39-46). Se Cristo fosse agir com base em Seus sentimentos, teria evitado a morte na cruz. O amor não é um sentimento, mas uma ação, a despeito dos sentimentos.
O verdadeiro amor provém do conhecimento de quem é Deus. Quando O conhecemos, como é nosso privilégio, nosso coração se rende em admiração e adoração pelo grande sacrifício que ele fez para nos alcançar. O reconhecimento das imensas medidas que ele tomou produz um coração agradecido ponto quando aprendemos a conhecê-lo, passamos amá-lo, admirá-lo, respeitá-lo e a confiar nele ponto aprendemos seus métodos e princípios e começamos a praticar os na vida. Nosso desejo de defender o que é verdadeiro e saudável ultrapassará, por fim, nossa preocupação conosco mesmo, e começamos a andar no plano mais elevado da existência, livres do medo e da insegurança. Deus nos recria por dentro e nos capacita com poder fora de nós mesmos, o qual possibilita nosso continuo avanço e crescimento.

Inserida por dominici01

⁠"A maior definição de Amor é o que foi feito no Gólgota pela humanidade imerecedora"

Inserida por Luizdavi

⁠"Amor não tem rótulo, amor é simplesmente Amor e o maior exemplo dele foi demonstrado na Cruz"

Inserida por Luizdavi

⁠⁠As chamas esplêndidas de um fogo vívido, oriundas de um espírito avivado demasiadamente pelo amor em um momento mágico e inesquecível, um esplendor majestoso se destacando na escuridão da noite, voando com um fervor genuíno, mais forte do que antes, renascido das cinzas da sua dor, usufruindo a recompensa por não ter desistido, notável benesse do Senhor.

O renascimento que veio na hora exata com um sentimento flamejante de uma fé que não se apagou tal como o despertar de um vulcão, pois mesmo quando estava adormecido, o seu coração não deixou de queimar, agora ainda mais ativo, portanto, uma perseverança singular e indispensável, considerando que tudo acontece num tempo preciso, nada é por acaso.

Significados às vezes não são percebidos imediatamente durante uma fase difícil, porém, sacrifícios são necessários para se alcançar algo melhor, nem sempre o caminho será fácil, mas pode ser muito compensador, uma flor que desabrocha apesar dos espinhos que tem o seu valor ou um vidro que após ser queimado fica apto para ganhar forma e vigor.

Inserida por jefferson_freitas_1

Thomas Barnardo: O Homem que Não Trancava o Amor.

Thomas John Barnardo (Dublin, 4 de julho de 1845 — Surbiton, 19 de setembro de 1905) foi um filantropo irlandês.

Nas ruas frias de Whitechapel, onde a neblina parecia esconder a própria compaixão dos homens, caminhava um jovem médico com os olhos marejados de fé e um coração inquieto. Thomas John Barnardo não buscava glória nem fama. Buscava um sentido.
Chegara a Londres com o sonho de ser missionário na China queria curar corpos e salvar almas. Mas bastou-lhe uma noite nas vielas de miséria para entender que Deus o chamava de outro modo, em outro idioma, mais silencioso e urgente: o idioma das lágrimas infantis.

Foi ali, sob o fulgor pálido dos lampiões a gás, que encontrou Jim Jarvis um menino descalço, sujo de frio, esquecido do mundo.
Jim não lhe pediu nada. Apenas existia como uma pergunta muda à consciência de quem passava.
Barnardo ajoelhou-se diante dele e, num gesto que selaria o destino de milhares, ofereceu-lhe o que as ruas jamais dariam: uma mão estendida e um olhar que não desviava.

Daquele encontro nasceu uma obra de ternura revolucionária.
Ele abriu uma casa simples, com janelas pequenas e um letreiro singelo, mas onde nenhuma porta se trancava. A inscrição à entrada tornava-se lei moral:

“Aqui, nenhuma criança será recusada.”

Na Londres industrial, onde a caridade era privilégio e a pobreza, crime, Barnardo ousou contradizer o mundo. Alimentava quem tinha fome, ensinava quem ninguém queria educar, e amava os que o destino parecia ter esquecido.
Nas suas escolas, o alfabeto vinha acompanhado do pão; e cada palavra aprendida era uma escada erguida para o alto, um degrau rumo à dignidade.

Houve dias em que o desânimo o cercou. A indiferença das autoridades, o preconceito dos ricos, o peso da fome que não cessava — tudo o empurrava para o abatimento.
Mas Barnardo não se deteve. Dizia que “não há fechadura para o amor de Deus”, e caminhava outra vez pelas mesmas ruas, buscando novos rostos para acolher.
E, assim, foi multiplicando lares, como quem semeia abrigo no deserto.

Quando a morte o chamou, em 1905, mais de sessenta mil crianças haviam atravessado as portas que ele nunca trancou. Sessenta mil destinos que deixaram de ser sombras e voltaram a ser infância.
E quando a cidade dormiu naquela noite, talvez tenha sido o próprio céu que acendeu suas luzes para recebê-lo não como um missionário que partia, mas como um pai que voltava.

Hoje, a sua obra ainda vive, e o nome Barnardo ressoa nas escolas e abrigos do Reino Unido como um eco de misericórdia.
Mas a verdadeira herança que ele deixou não se mede em prédios, nem em números, nem em instituições.
Está gravada no invisível: no instante em que uma criança sente que alguém acredita nela.

" Alguns homens constroem monumentos de pedra. Outros, como Thomas Barnardo, edificam catedrais de ternura dentro da alma humana. "

Há quem diga que alguns seres se comprazem em cultivar a estima da pobreza, como se nela repousasse um símbolo de virtude ou redenção. Tais observações, lançadas com a frieza das conveniências humanas, soam muitas vezes como sentenças ditas sem alma e, quando atingem o ouvido de quem sente, doem profundamente.

A dor que nasce desse julgamento não é apenas pessoal: é o reflexo da incompreensão coletiva diante das almas que sofrem em silêncio. Enquanto uns observam de longe, outros carregam, nos ombros invisíveis, o peso de mundos interiores dores que não se exibem, mas que educam.

É então que se faz clara a urgência de criarmos núcleos de esclarecimento, não sobre a miséria material, mas sobre o amor ignorado. Esse amor que ainda não aprendeu a ver o outro sem medir-lhe o valor; que não sabe servir sem exigir aplausos; que ainda confunde compaixão com piedade.

Cultuar o amor ignorado é erguer templos de consciência onde antes havia indiferença. É ensinar o coração a compreender antes de julgar, a servir antes de censurar. É abrir, no deserto moral da humanidade, o oásis do entendimento.

Porque o verdadeiro amor aquele que transcende a forma e a posse não necessita de palmas, nem de discursos. Ele apenas é, e em sendo, ilumina.

E talvez seja essa a maior riqueza que possamos distribuir: a de transformar o sofrimento em escola, a crítica em semente, e o silêncio em voz do bem.

Inserida por marcelo_monteiro_4