Poema de sábado: inspirações em versos
E num canto junto a lareira, decifraram que você é
Aquela manhã nublada com uma pitada de sol para abrilhantar o
nascer de um sábado
Aquele pedaço de bem estar misturada com a satisfação no olhar
Parece que os sobreviventes só de pensarem no seu pedaço de céu pintado de arco-iris já revigoraram suas forças
Encontrando uma brisa em cada olhar e acalento da alma, acharam você
O teu sorriso parece a natureza do universo se ajeitando e dizendo sobre o Deus que a criou;
Mesmo com todas as chuvas que sucederam nas últimas semanas, seu brilho é refletido diante da luz da lua
O belo olhar de uma jovem cujo destino está bem traçado em sua mente é o pequeno iceberg diante de toda a sua imensidão;
Sublime e radiante felicidade que vem ao seu encontro
Esse é um dos mais importantes encontros que a vida te reservou
Aproveite cada momento, pois para alguém especial, não há como receber algo menor do que isso.
É chamado de bimestre no diário,três meses.A "hora aula" não é "hora relógio", Sábado letivo.Feriado municipal,tudo é adotado.
COMIDA FRIA
Lá em casa, habitualmente, não cozinhamos aos sábados. Saí para buscar o almoço com a nossa fornecedora atual, Dona Maria, que nos últimos anos abriu o portão de sua casa e começou a entregar aos finais de semana uma deliciosa feijoada, nas versões tradicional e “light”. Sorridente, falante e cortês, Dona Maria atende a todos com o seu gorro e avental branquinhos, e faz questão de dizer que tudo ali é feito com qualidade, asseio e carinho. Motivada pelo pedido de alguns clientes, estruturou a sua garagem e agora mantém meia dúzia de mesas plásticas, forradas com um tecido rendado, quatro cadeiras em cada e um freezer cheio de cervejas e refrigerantes para que os clientes possam se deliciar com a iguaria ali mesmo, caso prefiram.
Estacionei o meu carro numa rua perpendicular. Peguei a minha filha pela mão, tranquei e acionei o alarme e fui me aproximando da casa de Dona Maria. Do lado do seu portão principal, estava estacionado um carro muito bonito, com cabine dupla, cor prata e recém lavado, denotando o capricho do dono. Em um piscar de olhos, vi um rapaz de boné baixo (acho que para esconder parte do rosto) ao lado do carro, na porta do passageiro. Antes que eu pudesse processar o que estava acontecendo, o rapaz retirou a camiseta branca, enrolou em algo (que depois fui descobrir que era uma pedra bem grande) e bateu com toda a força dos seus braços finos no vidro da porta do passageiro, fazendo cacos de vidro voarem para toda lado. Mais rápido que o The Flash, meteu a mão dentro do veículo violado, retirou algo e saiu correndo. O “algo” era uma bolsa feminina, da cor vermelho escuro. O alarme do carro bonito começou a gritar alto, chamando a atenção do dono que estava no interior da casa de Dona Maria, aguardando o almoço.
O senhor careca, proprietário do veículo, também demorou alguns segundos para entender o que havia acontecido. Já com as mãos na cabeça em desespero, ouviu o meu grito abafado. Eu apontava e sacudia a mão desocupada na direção onde o rapaz decidiu correr… Mas foi em vão. A nossa capacidade cerebral de entender a cena, agir, gritar, fazer qualquer coisa útil foi infinitamente mais vagarosa do que as pernas compridas do rapaz tomando a direção já calculada.
Na sequência, uma pequena senhora de cabelos alaranjados também apareceu e descobri que era a dona da bolsa roubada, esposa do calvo senhor. A mesma, chorosa e assustada, afirmava repetidamente que não havia dinheiro ou nada que um meliante pudesse aproveitar lá dentro, somente seus documentos, cartões, maquiagens, remédios e pertences pessoais.
Tentando concluir a minha missão ali, apesar do susto e da injeção de adrenalina, entrei na casa de Dona Maria (que nessa hora voltava da rua após procurar ajuda policial com o casal) e meu coração estremeceu diante da cena que vi. Em uma das mesas com forro rendado colocadas à disposição dos clientes, duas porções completas e caprichadas (e ainda nem tocadas) da deliciosa feijoada da Dona Maria. Aquele momento íntimo e sagrado da dupla havia sido interrompido pelo grito do alarme, e acredito que os dois, naquela mistura de emoções e sobressalto, haviam perdido o apetite.
Nessa hora, minha filha, sacudindo levemente o meu braço, pediu explicações:
– Mamãe, aquele era um ladrão?
– Sim, meu amor, era.
– Por que ele quebrou o vidro do carro do moço?
– Para pegar dinheiro, meu bem. Ele não tem trabalho e não tem dinheiro para comer. Por isso faz isso com as pessoas – Expliquei de um jeito que ela pudesse entender, sem entrar em detalhes sobre o que eu realmente pensava a respeito do destino do dinheiro (não) roubado. E ela continuou:
– Uai mãezinha, mas se ele estava com fome não era mais fácil ele pedir um prato de feijoada para Dona Maria? Ela é tão carinhosa e boazinha e faz um montão bem grande de comida…
Dizendo isso, ela pegou a sua bolsinha rosa e começou a retirar suas moedas:
– Mamãe, essas moedas aqui pagam uma feijoada?
Sem entender, respondi:
– Não meu amor, não é suficiente. Mas para quê você quer comprar outra porção? Uma só dá pra gente, mamãe já pediu e pagou.
– Eu quero comprar comida para dar para aquele rapaz. Vamos encontrá-lo. Daí ninguém fica triste. A senhorinha do cabelo engraçado não precisa chorar por causa da bolsa dela, nem o moço careca precisa ficar triste com o carro quebrado. E o rapaz não precisará mais fazer coisas ruins com outras pessoas.
Ajoelhei, abracei a minha filhinha, beijei a testinha inocente dela e nada mais consegui dizer.
Peguei a embalagem térmica com uma porção da deliciosa iguaria, busquei para mim a mãozinha miúda e fomos caminhando devagar, atravessando a rua, em silêncio.
Antes de sair dali ainda pude observar novamente a mesa posta para o casal. Corações aflitos e comida fria.
"O Sétimo Dia tem sua origem na Criação do Mundo. O número 7 aparece na bíblia 323 vezes numa sequência de fatos incríveis."
"Se 7 são as maravilhas do mundo, dá para compreender a mágica que existe por trás da criação do sábado! "
Semana que vem
Segunda quando acordo eu já penso em você
Tenho a semana inteira pela frente
Falta muito pra te ver
Começa mais um dia, tudo normal na terça-feira
qualquer coisa que eu faça
perto do que sinto é besteira
Na quarta to animado, o fim de semana ta chegando
faltam apenas dois dias
com você estou sonhando
Os dias passaram, é a quinta que começa
o coração ta apertado
venha logo, tenho pressa
Acordo de manhã, a sexta custou a chegar
Conto as horas e os minutos
Quero tanto te encontrar
A semana acaba e o fim de semana promete
quero curtir cada momento, a saudade não aguento
o coração se cala e o nosso amor acontece
Sábado e domingo fico sonhando acordado
É tanta felicidade, é amor de verdade
sou feliz, eu sinto, tenho você do meu lado
Quando tudo passar e o fim de semana acabar
Outra semana que vem e de novo fico refém
eu não paro de pensar, vem de novo, vem me amar
"Garçom, uma caipirinha.
Uma feijoada completa.
Uma porção extra de fé e,
capricha na saudade.
Porque hoje é sábado!
☆Haredita Angel
Domingo é o dia do nada. Tudo parado e sem graça... Nem Deus aguentou a monotonia do domingo e resolveu criar o mundo. O excesso de vazio e de ociosidade pode trazer ideias interessantes.
Sábado todo mundo gosta, sabes por quê? — continuou ela, num tom como se me revelasse o maior mistério da humanidade. — Porque foi o único dia que Deus abençoou. Independentemente da religião ou do credo, de acreditar ou não, sábado é bom para todo mundo... no mundo todo. Conheces alguém que não goste do sábado?
Já sexta-feira... foi o dia que Deus criou o homem. É o dia que as pessoas gostam de sair para conhecerem outras… Tu fazes ideia de quantas crianças foram concebidas numa sexta-feira?
A SEMANA
Logo depois do domingo,
vem a tal segunda-feira,
cansativa, lenta, chata,
quase igual à terça-feira.
Se eu pudesse, dava finta
na quarta pra ir pra quinta,
já pertinho da sexta-feira.
Estranho querer falar quando só me resta o silêncio
Estranho esperar sem saber até quando
Estranho te sentir mesmo não estando
Estranho o que essa falta sussurra, ou melhor, grita aqui dentro
Estranho ser o contrário do que desejo
Estranho a falta dos minutos nossos
Estranho o que permanece sem nunca estar aqui
Desde a criação do mundo, Deus estabeleceu o sétimo dia como um sinal perpétuo entre Ele e Seu povo, santificando o sábado como um dia de descanso sagrado, um dia separado para a adoração e renovação espiritual, e não o domingo, que é o primeiro dia da semana e foi instituído pelos homens como dia de culto, contrariando a ordem divina que desde o princípio determinou que seis dias são para o trabalho e o sétimo, o sábado, é para o repouso santo e comunhão com o Criador.
Enquanto muitos seguem tradições humanas e tratam o domingo como um dia especial, a Palavra de Deus permanece inalterada, afirmando que o sábado, o sétimo dia, foi separado para que o homem cessasse suas atividades laborais e se dedicasse totalmente ao Criador, pois Deus não apenas descansou no sábado, mas também o abençoou e o santificou, tornando-o um dia imutável de descanso, adoração e restauração espiritual, um memorial eterno da criação e um sinal do Deus vivo que rege todas as coisas.
Nos seis dias da semana, Deus nos deu permissão para trabalhar, construir, criar e se esforçar, mas no sétimo dia, Ele nos ordena que paremos, não apenas para o bem do nosso corpo, mas para que possamos reconhecer que há um Senhor soberano acima de todas as coisas, que nos chama a confiar n’Ele e descansar em Sua providência, e essa ordem nunca foi alterada por Ele, pois o sábado continua sendo o dia sagrado determinado pelo próprio Deus, enquanto o domingo é uma instituição humana sem respaldo divino.
Desde o princípio, Deus estabeleceu leis perfeitas para guiar Seu povo no caminho da justiça, e entre esses mandamentos está o sábado, o sétimo dia, que Ele santificou como memorial da criação, um sinal eterno entre Ele e aqueles que O servem de todo o coração, pois ao descansar no sétimo dia, Deus nos ensina que a verdadeira adoração envolve obediência e separação das coisas deste mundo, e quem guarda o sábado conforme foi ordenado também demonstra reverência às demais leis divinas, rejeitando os vícios e obras da carne descritos em Gálatas 5, como a prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices e glutonarias, pois os que praticam tais coisas não herdarão o Reino de Deus.
Guardar os mandamentos do Senhor significa viver uma vida consagrada, longe das corrupções e dos desejos carnais que afastam o homem da presença divina, pois aqueles que verdadeiramente amam a Deus crucificam sua carne e buscam manifestar o fruto do Espírito, que é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e temperança, qualidades que transformam o ser humano e o tornam testemunha viva do poder de Deus. O sábado não é apenas um dia de descanso, mas um lembrete sagrado de que pertencemos ao Criador, que fomos feitos à Sua imagem e que devemos refletir Sua santidade em tudo o que fazemos, abandonando tudo o que nos contamina, seja os vícios da pornografia, da bebida, dos jogos viciantes ou qualquer outra prática que escravize a alma e obscureça a comunhão com o Altíssimo.
Deus não nos chamou para vivermos de acordo com os padrões deste mundo, mas para sermos luz em meio às trevas, separados para uma vida de santidade e obediência, pois guardar o sábado é um sinal de que confiamos n’Ele e seguimos Seus caminhos, sabendo que aquele que honra a Deus será sustentado por Ele, e nada lhe faltará. Quem compreende o valor do sábado entende que é mais do que um mandamento, é um chamado para viver de maneira diferente, renunciando os desejos enganosos da carne e permitindo que o Espírito Santo nos transforme, fazendo de nossa vida um verdadeiro sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, pois essa é a verdadeira adoração.
Enquanto o mundo se entrega à exaustão, ao consumo desenfreado, ao vício da pornografia, do álcool, dos jogos e das paixões descontroladas, Deus nos oferece um caminho diferente: parar, respirar, adorá-Lo e lembrar que nossa verdadeira identidade está n’Ele, e não nas ilusões que tentam nos afastar de Sua presença.
