Ruas

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A nossa vida é feito uma viagem, onde trilhamos vários caminhos e tomamos várias ruas. Há momentos que nossa vida se encontra numa bifurcação, onde não sabemos que decisão tomar e nem que caminho devemos seguir.

Ruas escuras e desertas, silêncio profundo como
se não houvesse mais ninguém ali...
Antigos postes com luzes amarelas, afastados...
causando um sombreamento do remexido das árvores...
como fantasmas a correr pelo chão...
e o piar da coruja.
As folhas secas sob os pés... e a rolar ao vento...
Na espreita observação de manias...
Identificando a noite e o cheiro da floresta...
Nos instintos natural da noite...
sucumbindo-a loba...

Inocência

Descalços nas ruas andando
A ermo sem direção
Meninos sem pais, sem rumo
Futuro desta nação.

Sem sonhos nem ilusões
Buscam no lixo a comida
Matando a fome do corpo
Antes que a alma desista

Em meio ao caos total
De um país sem parâmetros
Meninas se prostituem
Em nome de todos os santos!

sempre que passo pelas ruas onde nos passavamos sinto sempre o teu perfume

Pelas ruas que passei e pessoas q encontrei, você foi uma daquelas que jamais esquecerei.

Lembranças

Lembro me dos pés descalços.
Das ruas sem limites,
Onde podiamos se esconder no bairro todo.
Lembro me do pega pega ,rouba bandeira
e de continuar brincando mesmo debaixo de chuva.
Das músicas que davam asas a imaginação
Vinucius de Morais,Trem da alegria,Bozo,Bambalalão.
Lembro me da variedades de brinquedos
E de não precisar tê-los todos.
De jurar a bandeira e inventar brincadeiras.
Dos almoços de domingo das quermesses com bingo.
Dos papéis de carta e o pula pirata.
Da cama de gato,pular corda e elástico.
Da prova mimiografada ,a bagunça no corredor e a lousa rabiscada.
Ah! A escola era uma segunda casa.
Lembro me da alegria ao chegar meu pai com o pão de cada dia.
Lembro me que para ser feliz era nescessário ser apenas criança!

O céu era nublado, a cidade destruída, as ruas totalmente vazias, as árvores pareciam chorar, os jardins eram secos, como se houvesse uma grande seca naquele lugar. Que cidade é essa? Onde eu realmente estou? Olhando em volta a única resposta que eu posso achar é que isso tudo era assustador.

Levantar-me-ei, pois, e rodearei a cidade; pelas ruas e pelas praças buscarei aquele a quem ama a minha alma. Busquei-o, porém não o achei

Visto o melhor vestido e solto meus cabelos, caminhando pelas ruas exibo meu largo sorriso.

Fake do Coração
.

A mente engana

Assim como prostitutas
Mágicos, palhaços
Ruas sem saída
Burgueses pseudo ideologistas
Espera em sala de dentista
Horário de verão

Já o outro ...

Casado com o amor
Amigo da paixão
Pulsa
Enlouquece em diferentes marchas
Lentas e rápidas
Não vê certos intuitos

Depois
Pra finalizar

Finge que não faz parte de mim

Nos caminhos da Ilha

Da janela vejo ruas sem nome
casas coloridas abrigadas em montanhas,
da janela sinto a brisa e cheiro dos eucaliptos,
o cheiro das ruas sem nome
onde vento balança verdes folhas
e nascem flores em pedras.
Estas ruas tem silêncios mágicos
como poemas ainda imaginados,
acabam no pé da montanha
mas seguem a caminho do mar...
Ruas de casas pequeninas e pequenos jardins.
Ruas sem nomes, sem números
que da janela vejo encantada
enquanto as flores crescem
agarradas às saliências das duras pedras.
O verão pinta o quadro
e eu aqui, vejo
pela janela emoldurado...

Olinda no coração

Como poderia esquecer
tuas ruas rumo ao céu,
tua brisa em carrossel,
patrimônio em cordel.

Fostes caminho para holandeses,
abrigo para os portugueses,
e para todos, muitas vezes,
lugar de belos prazeres.

Com palavras te lembrar:
praia, orla, sol e mar,
praças, casas, se hospedar,
ladeiras, igrejas, passear.

Bonecos gigantes de montão
no carnaval de tradição,
Olinda tu és o meu pendão,
também estás no meu coração.

Hoje passei pelas ruas de minha infância…
Senti o cheiro que perfuma a rua até hoje…
A Dama da Noite ainda está lá…
Deixando a rua com o ar de primavera…
A lembrança do perfume e dos risos…
Do aroma das brincadeiras e da alegria de ser criança…
Porém, hoje não havia mais ninguém na rua…
Não ouvi os sorrisos soltos,
Não vi olhos brilhantes das crianças livres…
Não havia nada!!!!
Ninguém estava lá…
Só a Dama da Noite ainda está por lá…
Ela ainda está no mesmo lugar…
A noite está perfeita..
A lua canta a canção de ficar pela rua,
Dançando ao sereno,
Mas ninguém estava lá para o cantar a canção de serenar..
Revi as casas…
Revivi a minha infãncia…
Depois, guardei meu sorriso,
Mas não calei meu canto…
Voltei de lá solfejando a minha infânia,
Com a alma renovada pelo perfume que só existe lá….

"Viver é viajar por ruas tortuosas"

Pelas ruas de Nova York,apreciei mulheres que me seduziram,com curtos vestidos e grandes saltos.

Quando o canto dos pássaros nas ruas não mais ouvir, pode ter toda certeza, o refúgio é aqui,
Quando se lembrar das flores que nunca te mandei, pode ter toda certeza, um jardim eu plantei

RUAS AFLUENTES

Ruas da minha cidade
São para elas que o rio acena
Em suas passagens tortas
Procissão dentro da caatinga
Cheio de água, de saudade
Pois sabe que a cada ponto
A volta se é mais improvável
E sua espera é certeza.
Do mar de outras cidades
Que não acena às suas ruas
Molha as suas encostas,
E nunca foi passageiro
Sempre ele vai, ele volta.
Um tubarão de espreita
Que engole o rio, sem pena
O rio que deixou saudades
Que à borda dele passaram.
Rio de minha cidade
Para ele as ruas acenam
Em pontos tão esperados
Que um gesto dista do outro
Que passa afogado em saudade.
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Naeno* com reservas

Volta e meio encontro teus olhos ao meu encontro
Volto e me perco em ruas e tardes passadas !

Não basta 'ir às ruas', é preciso aprender a votar, a debater, a deliberar em prol do futuro do país... democracia precisa de bem mais do que 'torcida' pró e contra, precisa de cidadania inteligente para que os políticos também se tornem inteligentes.

As ruas sentem falta de quem age
Uns morrem por covardia, outros por excesso de coragem