Riso
BOM DIA MEUS QUERIDOS AMIGOS!!!
Vamos lá...
Solta teu riso mais bonito
Como se fora uma flor a desabrochar
Verás que o vento te beijará
Porque o teu riso sempre será
De um efeito infinito...
mel - ((*_*))
E tu partiste
assim como chegaste...
foi tanto encanto
agora... desencanto.
Foi tanto riso, tanta alegria
bela minha vida
tu fazias...
O que era amor
agora é dor
tristeza e solidão...
Agora aridez do pó
eu tão só...
Bate por quem meu coração?
Durante um longo tempo, você foi para mim o mundo. O meu riso ao amanhecer. As risadas soltas sem motivo ao longo do dia. O despertar de um sonho bom... Onde quer que eu fosse, te levava comigo em pensamento...
De repente, eu fiz planos, venci meus medos, amadureci na expectativa de parecer melhor pra você... que sempre parecia melhor pra mim.
E me entreguei, me envolvi, me pintei, ofertei o meu melhor.
Só não me dei conta... que o tempo todo estava só... Você não compartilhou comigo sequer o fim.
E de repente tive que encontrar o ponto final dos meus sonhos e de cada memória do que restou...
Antes você era o meu melhor sorriso. Hoje, é só mais um conhecido.
Passei tanto tempo enxergando o EU e VOCÊ.... E esqueci que não chegou a existir o NÓS!
Você se tornou experiência.
Você foi o meu laboratório na novela da vida. Mais um capítulo.
Entreguei o final nas mãos de Deus.
E nos clichês da vida, que não pode faltar no meu conto de fadas... Quando vc me quiser...
(de repente)
Vai ser tarde demais!
Não sou de abaixar a cabeça por causa dos problemas, meu riso é tão espontâneo, que é impossível perder o brilho! Não adianta tentar, entenda quem nasceu pra brilhar, mesmo em meio a tanta escuridão continua brilhando.
E agora o que eu faço
Se não tenho teu doce riso
E nem o teu forte abraço?
Falta-me teu falar conciso...
A ternura de teu doce olhar
O teu passo forte chegando...
Como isso tudo foi acabar
Se tanto juntos planejamos?
mel - ((*_*))
Pensar na pessoa e dar um riso bobo mesmo sem motivo algum para sorrir, mas sim pelo fato dela ter ganhado vida em sua vida. Isso sim é amor.
Não penso, eu vejo, eu sinto...
Sinto teu riso quente no pescoço,
a me fazer sorrir como a ouvir piada,
de um carnaval de colombinas,
chorosas e apaixonadas por pierrôs
de mentes insensatas
Sinto... Choro; desencantada,
de rosto lavado nunca maquiado,
com gosto de sal na boca desdentada,
no frio da noite do coração deserto.
Esfrego o rosto melecado do beijo abusado
cheirando a farinha com mel; mel azedo!
A chamar em vez de abelhas zangões
para infernizar os infelizes anões...
Sinto tua barba babada, teu cheio de velho
tuas mãos enrugadas a querer meu corpo
felino cheio de curvas; malhado.
Sinto teu suor pegajoso me livro num sopapo.
Sinto o chão do meio dia no meio fio que se senta
a pedir numa palidez cadavérica o pão que sana a fome.
Sinto a raiva queimar no reverso do vento que venta
a engolir o velho tempo que faz seres sem nome.
Sinto e vejo o presidente coçar o saco
comer peru em vez de cuscuz ou rabanada
enquanto o povo é deixado as baratas aos cacos
sem saber onde fica Berlin ou Canadá.
Penso que não dizer nada é covardia... Ser palhaça
num picadeiro podre no meio da praça.
Vejo que aquela cabeça raspada não cursa faculdade
vai pra cadeia pagar por ter caído em desgraça.
Penso que a areia ensolarada é para bronzear o rico.
O povão se deleita na lagoa Rodrigo de feitas
a rir um dos outros feito bestas.
O rico embaixo da tenda com cigarro nas piteiras
o pobre no quadriculado ri triste das suas besteiras.
Luly Diniz.
06/09/16.
Riso solto, olhar claro.
Sentimentos, sentidos...Sinto !
Tá na carne, tá na cara
Tá no gosto, no cheiro...
Viver, sonhos...
Se completam
Junção, mãos entrelaçadas
Corpos, almas !
Essas ondas que batem no casco, com seu riso encantatório, anulam, machucando os ouvidos, as franjas do tempo e dos dias. Esfrego os olhos para ver além do Tejo, para lá o que que há? Ah, que quero espichar o mapa para avistar a direção, mas a bússola é dificil e o mar, árido". (O último verão em Paris, crônicas, 2000)
Essas ondas que batem no casco, com seu riso encantatório, anulam, machucando os ouvidos, as franjas do tempo e dos dias". (O último verão em Paris, crônicas, 2000)
Sou uma pessoa de riso fácil, mas que “chora” escondido, de alguns é claro, para outros eu me entrego, porque sei que posso me virar do avesso, pois são como eu na essência. Todo mundo tem medo de demonstrar suas fraquezas, embora acredite que no fundo isso seja uma riqueza, poder se despir de tudo que te aflige, te incomoda e te faz mal, isso é libertar-se.
Teatro
As cortinas abrem (...)
Meus olhos!
Bem vindo ao espaço
do choro e do riso: Teatro!
O palco.
Sinto a força que sai
de dentro de mim:
O encontro com a multidão
de um só!
As luzes, as cores, os sons.
Minha voz!
Aqui eu morro, vivo e revivo.
Eu sou, depois não sou:
O teatro me invade.
Só quando as luzes se apagam,
depois do som do aplauso,
eu desperto: foi um sonho!
Sonhos, quero tê-los, e tê-los,
sempre!
Teu riso é como presente embrulhado em papel brilhante que ganhamos no dia do nosso aniversário. Adoro tirar a fita e abrir o pacote. Minha alma se enche de uma felicidade tamanha que ilumina todo o meu rosto.
(...)E quando a primavera da as caras por aqui
me rendo ao teu riso e volto a sorrir
imaginando momentos imaginais
tais momentos que nunca vão existir
penso que essa primavera está tristinha
pois o sol anda se escondendo
e me deixa calma, mas não acalma teu riso agora
primavera deu as caras, vamos embora
o teu riso é a minha maior demora
tá acabando, e nesse inverno ao avesso
atravesso tuas lágrimas, à noite, quando
choramos, no mesmo tom, pelo mesmo motivo
queria ser sol, ou ser a chuva, mas não aceito meio termo
você sabe, minha pequena, sou a tempestade no copo d'água
mas não importa, minha menina, agora que estas sorrindo
todo desleixo é poesia, toda preguiça vira música
toda espera fica bela, ao esperar um beijo teu.
