Riscos
Há inúmeros riscos cuja relevancia é ignorada ou desconhecida.
A exemplo:
Riscos de natureza psicológica: O impacto do estresse, conflitos de personalidade, o perigoso "efeito Lucifer" produzindo uma legião de sociopatas profissionais.
Riscos de natureza social: O impacto do desemprego especialmente sobre as camadas mais desfavorecidas e menos qualificadas.
Risco de natureza cultural: Destaque dos piores exemplos na mídia gerando o "efeito Werther", em detrimento dos melhores exemplos de conduta moral.
Precisamos ter cuidado muito especial com sistemas de crenças, pois estas constituem a base para nossos filtros de percepção sobre a realidade.
Love hurts. Amor é um troço complicado. E sou a favor dos riscos. Quer arriscar, vai nessa.Vai com um band-aid.
Mas vai...
Alea jacta est
Fui perguntado sobre os riscos de se praticar ciclismo no trânsito de uma metrópole ou de alguma outra grande cidade.
Calei-me.
Pensei e respondi:
— É muita gente normal dando vida a um trânsito anormal, o qual tantas vezes causa neuroses e tira vidas.
Mas, que saída se tem? Se mudar para Amsterdã ou Copenhagen? Tais cidades, em certos contextos, têm mais bicicletas do que carros no trânsito...
É possível ser cidadão do mundo, identificar-se com o que de bom há em cada hemisfério, continente, país, região.
Mais ainda, pela fé cristã, temos cidadania celeste, não havemos de nos conformar com este mundo, mas lutarmos para não nos degradarmos nele. Nem que isso custe abstinências e/ou isolamentos. Nesse ideal, também somos reputados como ovelhas para o abatedouro, numa causa aparentemente perdida.
Microdigressão: de onde foram extraídos, por exemplo, os personagens Capitão Nemo, de Julio Verne; Robinson Crusoé, de Daniel Defoe; Dom Quixote, de Cervantes; Príncipe Míchkin, de Dostoiévski?
É preciso respirar fundo e tocar em frente, especialmente de bicicleta...
Mas, respirar fundo, no sentido literal, implica interiorizar nos pulmões o ar impregnado de partículas poluidoras do ar, lançadas por carros, motos e ônibus, estes últimos ícones do transporte de massa, tido como solução plausível aos caóticos congestionamentos. Assim como existem fumantes passivos, há os inalantes passivos da poluição, sejam eles ciclistas, pedestres ou os próprios motoristas, estes últimos acabam dando "tiro nos pés"...
A tecnologia da eletricidade para motores de carros, ônibus, trens, motos e bicicletas existe, já está bem desenvolvida, acompanhada da tecnologia do hidrogênio veicular. Até existem carros movidos a ar!
Então, como podem ser lançadas diariamente na atmosfera toneladas de poluentes via escapamentos?
Quero pedalar e respirar algo melhor! E depois, expirar, inspirar e transpirar mais saúde...
Ou será que, para contrabalancear, terei que cuidar ainda mais da alimentação já repleta de antioxidantes e depurativos? Chega-se num ponto em que não basta alimentar-se de forma saudável, praticar uma sadia atividade física e dar uma parcela de contribuição ao desafogamento do trânsito.
A lei do consumismo e do mercado, além de manter combustíveis fósseis sendo queimados, acresce mais veículos no trânsito a cada dia, as ruas e avenidas não se expandem na mesma proporção, ao passo que a lei da Física diz que dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço. Portanto, conflito gerado, polêmicas disputas de interesses e opiniões, enquanto o futuro (já apocalíptico) do planeta está em jogo.
Epílogo: pensamento latino, Alea jacta est (a sorte está lançada).
Assim como o mar, o amor nos fascina, mas também tem seus riscos, então por segurança aprendi a ficar na parte superficial até ter certeza de onde estou entrando
De dentro escapa nossos cegos impulsos que nos arremessam aos riscos teia de uma aventura chamada vida. Chamam-me por existência.
Não gosto de números. Não gosto da exatidão.
Gosto de imaginar e correr os riscos...
Exatidão é um terreno seguro demais para mim.
Monotonia é a grande sabotagem da vida.
É preciso correr riscos
A frase nos remete a duas realidades principais: a aventura e o medo.
É incrível pensar que somos todos iguais mesmo com as sutis diferenças. É quase impossível acreditar que todos têm o mesmo jeito de pensar quando somos tão contraditórios.
A diferença não está no que você ver e sim no que você é capaz de fazer para transformar o ambiente.
Às vezes parecemos tão pequenos diante dos obstáculos, mas não entendemos que temos que ser grandes. A palavra chave é aventura, é reflexão, é não ter medo de viver, de se expor de correr riscos.
Nascemos com vários propósitos e acredite não foi para parecermos meros fantoches, meros bonecos. Nascemos para ser feliz, para encantar, brilhar, sonhar e abrilhantar os gloriosos mistérios entre o mundo da imaginação, dos sonhos, do misticismo, da realidade, do conhecimento e da fé.
Parece até loucura, mas isso tudo não tem explicação é apenas uma infinita fonte de motivação para viver sempre como se o amanhã não existisse.
Enfim todos têm uma missão que devemos recebê-la em alguma fase de nossa vida, no entanto conhecemos muitas pessoas todos os dias, algumas são apenas conhecidos que contribuem para nosso aprendizado, outros se tornam mais que conhecidos e a esses damos o nome de amigos esses nos fortalecem, pois são especiais e nos ajudam não só a aprender mais a compreender a vida e, a saber, que devemos sair da platéia e virar autores de nossa própria vida, porque ser feliz é descobrir que temos escolhas e que precisamos correr riscos.
Questionam que a vida é feita de riscos, mas pergunto: E os ricos? Será que encontra um terço de vida para querermos tanto arriscar?
Ter alguém é estar envolvido e preparado para assumir os riscos dos desentendimentos e das oscilações da vida.
Para termos relacionamentos significativos, precisamos correr riscos. Isso porque relacionamentos significativos são vulneráveis. Para muitos, esse risco não compensa. Assim, em vez de enfrentarem a possibilidade da infelicidade através dor de um relacionamento, preferem viver na certeza da dor encontrada na ausência de relacionamentos significativos...
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