Respeite meu Jeito
FORMATO DAS NUVENS...
Levantei meu olhar aos céus e vi, o mundo entrando em colapso e as três faces de Deus entristecida vendo a Criação perfeita destruída.
Pra sempre plebeu
.
O meu conto de fada
É uma fábula do amor
Que a vida negou a mim...
.
Árdua batalha é essa
Travada no campo do amor
Capaz de fender o coração do valente.
.
Ela vem de cavalo branco
Com outro príncipe que agora é seu rei,
E meu coração é pra sempre vassalo seu.
.
E a liberdade que outrora eu tinha
Me prendeu no amor que de nós se perdeu...
Sem ela o cavaleiro é pra sempre um plebeu.
.
Edney Valentim Araújo
1994...
Esqueci o que é amar
e como é ter esperança.
Meu Deus, me faz recordar
como é ser criança.
Remisson Aniceto
(SP - 21/12/2020)
Sou capaz de compreender
Que o meu amor-próprio tem que vencer!
Que nasce para vencer!
Não vou deixa-me derrotar por ninguém.
O meu amor inicia-se na entrega
Respeitando os meus limites
Pois quando se deixa de pensar aí já é paixão
E já era uma vida, foi tudo em vão.
Só o que resta é a cara triste
De quem destrata o trato que fez com o amor
E a alma desidrata sem a água viva do amor
Você é minha inspiração
Faz meus sentimentos virarem poesia
Preenche o meu coração
E meu verso se cria
Você é minha emoção
É só você quem eu quero
Para sempre será seu
O meu amor mais sincero
Vontade de gritar.
Meu grito é silencioso.
Agora escrevo .
Porção extrema de integridade
Minha verdade me acalma
Sou meu terror e humor
Me entrego um chá de disfarce
Fico longe de mim
Encontro tudo em mim
"Deixei escapar um olhar no ar e você não notou, não entendeu a linguagem do amor o meu corpo fala em silêncio te querendo-te amar e você nem pra notar."
É o seu trabalho dar meia-volta, começar uma nova vida e se sair melhor desta vez. Mas meu trabalho é manter a promessa que fiz à minha família.
Plantei uma flor no jardim do meu coração cresceu e desabrochou um grande amor com o tempo trouxe-me varias sementes que germinou grandes presentes.
Me entreguei, não achei
Que minha vida iria mudar
Tô confuso e o meu mundo ficou perdido
E não quer me encontrar
Que ilusão pro coração
Se envolver em uma traição
Naquele tempo
Não negavas carinho
Pequenina, era tanto
Meu Deus era tanto, sorria
Se eu pudesse ir te ver, iria
Ah, se eu pudesse, Ariana
É que a demanda é sacana
SONETO ANÔNIMO
Solidão, vivo tão só, numa bruteza
Onde o meu fado escoa em pranto
Longe do entusiasmo e do encanto
Numa prosa transvazando tristeza
Tão oca a poesia, cheia de incerteza
Num revés ensurdecedor, portanto
O sussurro da dor, dói tanto e tanto
Que o sentir ferido me faz ter viveza
Ando estonteado, perdido na ilusão
Calado, as noites de alvoroço ativado
E ausentes de sensação e de emoção
E me perco no gadanho do passado
Que esgatanha a afável recordação
Que arfa o falto, daqui do cerrado...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
23/12/2020, 21’38” – Triângulo Mineiro
Meu jardim hoje só tem sementes, embora que tardio ainda verei as pétalas e seus espinhos, sendo o meu caminho do bem ao próximo,verei tua exuberância e teu perfume como recompensa as passagens difíceis.
Por mim prenderia as pessoas que eu gosto em gaiolas feito passarinhos para ficarem cantando no meu terraço e não mais irem embora, mas ai é falta de maturidade mesmo, carência... Isso me lembrou meu avô criava passarinhos, canários, galos de campinas, curiós, concris... Ai vez ou outra quando um escapava, ele nem esquentava, sequer botava alçapão, usava sempre a mesma estratégia, deixava a gaiola aberta com comida e ia cuidar da vida. Ai quando era de tardezinha, ele apontava num telhado vizinho e ia se chegando, chegando, chegando... Pousava na gaiola e entrava novamente. Voltou porque quis.
