Resistência à Mudanças
A resistência automática a grupos fechados e "ismos" é baseada no entendimento de que a única orientação de que se precisa é Consciência e Ética. Todas as demais se prestam a realizar algum tipo de lavagem cerebral. Não importa o que defendam ou disfarcem, o essencial é não ser influenciado por nenhuma que não fale de coisas que nos brotaram por si mesmas. Por mais quimérico que se mostre obter 100% de certeza em qualquer assunto, o melhor a fazer é partir da premissa de que ninguém faz sua cabeça com verdades prontas, e escolher construir a sua questionando tudo, de Deus ao Diabo, do tangível ao imponderável.
Quem se ocupa em mostrar "verdades" aos demais não está enganando a ninguém mais do que a si mesmo, pois que o sentido de “verdadeiro” é tão subjetivo quanto o de falso, e convicção plena não existe, sendo necessário que cada qual adquira a sua e ainda assim correndo o risco de descobri-la equivocada em algum momento.
O mais primário dos direitos é o da escolha, daí porque deve ser preservado a qualquer custo e duramente combatido nos que se apossam da prerrogativa de fazê-lo por você. Errado ou não, seu livre pensamento é o maior dentre todos os direitos do homem e do qual ninguém – literalmente NINGUÉM – deve permitir ser privado. Daí porque qualquer indivíduo que afirme respeitar a essência do ser vai entender o significado de “fazer cabeça” como a mais torpe das interferências – não importando se na posição de agente ou paciente – e das mais desprezíveis nas relações humanas, pois que afronta a dignidade individual das escolhas, e se constitui no maior insulto que se pode impor à inteligência humana.
Aprender com o que nos chega e permanecer aberto para transformar cada agente que o possibilite em instrutor natural é indispensável ao crescimento, mas separando-o bem de direcionamento, o que é inaceitável. Apenas incapazes precisam ser direcionados, e toda resistência absoluta a sê-lo não se confunde com hermetismo cognitivo ou arrogância de quem se acredita dono da verdade. A todos os que vêm na dádiva do pensamento seu bem maior e inalienável, tudo o que ameace sua autonomia deve ser visto como ingerência máxima dentre todos os tipos de controle, e a forma mais espúria de atentado à sua liberdade.
A resistência automática a todo tipo de “ismo” está baseada no entendimento de que os únicos direcionamentos de que precisamos é Consciência e Ética. Todos os demais se prestam a realizar algum tipo de lavagem cerebral, e entre eles se incluem as crenças que passam de geração a geração, com exceção apenas das que brotam, espontânea e livremente, de dentro do próprio indivíduo.
Opor resistência inquebrantável a todo indício de algo inusitado, mais do que inconcebível se revela bem pouco inteligente. Mas ser crédulo a ponto de transformar até um jumento caído de um barranco em "abdução por alienígena" passa atestado de uma credulidade fanática ainda mais estúpida que o próprio animal usado como "evidência".
Vivemos em uma sociedade doente, intoxicada pelo medo do diferente, pela resistência ao novo e pelo apego cego às próprias crenças. Não é a liberdade que incomoda, mas o que ela revela: a fragilidade de certezas construídas sobre alicerces frágeis.
O ser humano, muitas vezes, veste a ignorância como uma couraça e vê na liberdade alheia uma ameaça, pois cada escolha diferente da sua expõe os limites do seu próprio entendimento. Quem caminha além dos trilhos impostos pela tradição, pela moral seletiva ou pelo julgamento coletivo, desperta inquietação. E o inquieto, para uma sociedade doente, precisa ser silenciado.
O problema nunca foi a liberdade. O problema é o espelho que ela segura diante de quem se recusa a evoluir. Quem aprende, expande. Quem teme aprender, ataca. E assim seguimos: uma humanidade fragmentada, onde o conhecimento é poder, mas a ignorância se veste de justiça.
A verdadeira cura para essa sociedade doente não está na opressão, mas no despertar. Está na coragem de aceitar que não sabemos tudo, de reconhecer que a diversidade não é um perigo, mas uma riqueza. Está no entendimento de que liberdade não é afronta é existência plena.
Que tenhamos força para enxergar além das grades invisíveis da nossa própria mente. E que, ao vermos a liberdade do outro, escolhamos aprender em vez de temer.
Sobre ser RESISTENTE ou ALINHADO, bom, sou alinhado com a resistência para não romper com o otimismo e a fé de continuar seguindo o fluxo, acreditando na justeza! Uma resistência pacífica, mas não passiva. Contrária às injustiças desmazeladas e disfarçadas de bem-quereres.
A Educação é bem absorvida por Seres Humanos. A punição não é resistência e sim abstinência intelectual...
A Resistência necessita de persistência e acima de tudo inteligência. Caso contrário o abuso de poder só fica trocando de opressor.
Pensar positivo é uma ação diária que requer 3 “R”. Resiliência, Resistência e Resolutividade. Desistir é mais fácil, a dor espiritual é duradoura.
A Resistência sobrevive porque compreende as conquistas diárias e nunca esquece um irmão na batalha.
Todo testemunho encontra resistência à pregação do evangelho, porém deixa na alma a decisão de sua eternidade.
Não mostre resistência à voz do Espírito Santo, trazendo para si sofrimentos e perturbações espirituais na terra e livre o futuro do seu espírito para não ser condenado ao inferno por ter resistido ao próprio Deus.
Entre ser termômetro ou termostato a diferença encontra-se na resistência, na busca de soluções e na determinação dos propósitos.
Pecados e transgressões não confessados a Deus altera, na prática, a resistência do DNA humano, enfraquecendo as células de defesas do coração santificado.
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