Renúncia
Amadurecer durante a jornada da Maternidade Atípica é aprender a transformar sacrifícios e renúncias em força e resiliência. Cada desafio traz uma nova lição de amor incondicional, onde o que se abdica é pequeno diante do que se ganha: A alegria de ver o crescimento único do seu Filho(a), cada pequena conquista sendo um grande triunfo. O AUTISMO nos ensina que não há caminho certo ou errado, apenas o caminho que criamos com o coração, cheio de paciência, fé e esperança. Mesmo nas tempestades, a força de uma MÃE é capaz de iluminar o futuro de seu Filho(a) Autista.
A verdadeira renúncia e sabedoria são obtidas quando o ego se dissolve na experiência direta da verdade.
A renúncia é uma opção.
Não ter opção não é o mesmo que renunciar. São frutos de escolhas do passado.
Para ter novas opções, diante da situação atual, é preciso lutar para mudar. É preciso fazer o que precisa ser feito. É não se contentar com a vida que está levando. Não se desespere.
Converta a ausência de opção em combustível e trilhe novos caminhos por meio do estudo e trabalho.
No próximo ano será diferente. Acredite. (02.03.25)
Mantra da renúncia
"Minha mente é uma árvore poderosa.
Minhas raízes são fortes, meus pensamentos são puros.
Eu escolho podar tudo o que não me serve.
Eu me elevo, eu floresço, eu dou frutos abundantes.
Eu sou luz, eu sou criação, eu sou verdadeiro."
Em Jesus... Deus não se compraz do sacrifício, sim da renúncia.
"Da mesma forma, qualquer de vocês que não renunciar a tudo o que possui não pode ser meu discípulo."
Lucas 14:33
Uma mulher, depois de ter um filho, renuncia a muitas coisas às quais um homem não renuncia.
"Em cada escolha, há uma renúncia inconsciente; o desejo nos impulsiona, mas também nos condena a abandonar aquilo que não podemos abarcar, revelando a impossibilidade de sermos completos."
A renúncia, a espera, a inconveniência. Um coração disputado, entrelaçado, dividido... aqui as vezes pesa a emoção, as vezes a razão. Parece que encantadoramente nada parece de fato ter noção. É tudo modificado, calculado, codificado. Sabemos.
Sabemos também o quanto o coração acelera em um compasso desesperado, encontrando caminhos e motivos que simplesmente o façam acertar.
Acertar o futuro que parece distante, mas ali logo está gritando com a gente. As incertezas golpeiam o coração de uma forma lenta e sem pena. O medo machuca, e leva consigo um sabor amargo de dor e culpa. Tantos questionamentos, mas nenhum caminho parece viável. O que será realmente a verdade? O que será realmente a mentira? Eu não quero que isso venha ferir a gente, aquilo que temos, o que é sagrado. Queria uma folha em branco, sem manchas para um recomeço, mas isso já acabou. O tempo acabou. O que resta é enxergar com um olhar de criança, deslumbrar no coração um caminho onde o amor e a esperança renasçam. Repensar. Confrontar a si mesmo, mas se lembrar de não deixar nada pesar seus ombros, nem o seu coração. Voltar a rotina de dar passos pequeninos, saborear lentamente com doçura os dias belos e não esquecer de partilhar.
A inércia coletiva, longe de ser uma ausência inofensiva, configura-se como a renúncia tácita à soberania, permitindo que interesses sectários se apropriem do espaço decisório. Nesse vazio volitivo, a democracia se fragiliza, convertendo-se em arena para hegemonias estratégicas.
Para alcançar o sucesso, o caminho mais rápido é a renúncia. Ao abdicar de vontades, desejos e prazeres imediatos, cultivamos o amadurecimento pessoal e a conexão com os outros de uma forma saudável. Esse processo nos conduz ao entendimento e à sabedoria, permitindo-nos construir um futuro próspero e realizar nosso destino.
