Renúncia
No Reino de Deus você não é avaliado pelas conquistadas na terra, mas pela renuncia aos reinos do mundo.
A morte física é apenas a última renúncia dos redimidos em um corpo marcado pelo pecado depois da queda. A morte física é a última jornada a ser percorrida para que cheguemos à plenitude de nova criatura.
(2º Cor 4.16)
O casamento ou namoro requer muita renuncia, dar satisfação e doação de ambas as partes, se não estás disposta/o para satisfazer esses aspectos, não se case e nem namore!!
"A cruz não só nos define, mas também nos refina. Através da dor e da renúncia, esculpimos em nós a imagem de Cristo."
Cada conquista geralmente exige esforço e algum tipo de sacrifício ou renúncia. Pode ser tempo ou até mesmo abrir mão de outras oportunidades. Antes de escolher é preciso avaliar bem se vai compensar. Feita a escolha pode ser preciso aprender a lidar com as consequências.
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Pagar o preço significa a renúncia das próprias vontades, obediência à Palavra de Deus, fidelidade, sacrifício e constante vigilância.
Meu Oceano
Atualmente eu valorizo cada renuncia e entendo o peso de cada vitória,
A crença do fim das loucuras me enchem de orgulho próprio,
O céu noturno é o meu confidente, sabedor das minhas verdades,
Mudar, enxergar novos objetivos e realçar os valores da alma, tem sido o meu maior crescimento na sua direção,
Antes da tua chegada, o meu mundo era nu e cru, eu andava despido de amor por aí,
Hoje, o meu coração é uma ilha e você é o meu oceano.
Nunca foi fácil, sempre foi renúncia!
Nunca foi rápido, sempre foi persistência!
Nunca foi simples, sempre foi esforço!
Nunca foi direto, sempre foi resiliência!
Nunca foi claro, sempre foi dedicação!
Nunca foi sorte, sempre foi fé!
Que o nosso símbolo de Natal seja a MANJEDOURA, referência da renúncia de Cristo para presentear-se a nós e não o GORRO DO PAPAI NOEL - referência expressa do Natal destituído de Cristo, do Natal dos presentes por mera compulsão capitalista consumista
Aquilo que você renuncia mostrará quão glorioso será o seu futuro. Não se preocupe com os espectadores; aquele que vê todas as coisas fará com que você colha as sementes que você plantou. Cada um sabe quão longe ou quão perto está do seu Senhor!
"O amor não é sofrimento, renúncia ou sacrifício.
O amor está acima de tudo.
O amor é o fluido natural da vida!
- Transcende..."
☆Haredita Angel
O tamanho do seu sucesso não se mede pelos ganhos, bens e conquistas, mas sim pela soma das renúncias.
Quem mais é dependente de DEUS o procura! A admissão desta necessidade requer fé,ousadia, e renuncia!
Quanto mais o procuramos,mais o queremos!
O Perfume da Renúncia.
Há gestos que se dissolvem no ar como perfumes invisíveis fragrâncias da alma que ninguém vê, mas que perfumam silenciosamente a atmosfera onde passam. São as oferendas sutis dos que aprenderam a servir em silêncio, flores humanas que, em vez de buscar aplausos, se abrem ao sol do dever e ao orvalho da dor. Assim é a dedicação em renúncia: um cântico mudo da consciência desperta, um perfume espiritual que não exige olfato para ser sentido.
A flor que se doa não questiona a quem se destina o seu aroma. Ela apenas floresce. Assim também o ser que alcançou o verdadeiro autoconhecimento já não indaga sobre o retorno de suas ações, pois compreendeu que servir é o mais puro estado do amor. Sua existência se faz como uma lâmpada acesa em um aposento onde ninguém entra e, mesmo assim, continua a iluminar.
Quantos caminham entre nós nessa silenciosa via-sacra da bondade anônima? São almas que vivem a felicidade não em palavras, mas em gestos; que suportam o esquecimento com serenidade e transformam a própria dor em brisa consoladora. São aquelas criaturas cuja presença acalma, mesmo quando os lábios emudecem; cuja ausência, paradoxalmente, se faz presença no coração dos que aprenderam a sentir com o espírito.
A renúncia verdadeira não é grito, é eco. Não é ausência, é transfiguração. É o ponto onde o ser humano se despede de si mesmo para encontrar-se em sua essência. Nesse instante de lucidez interior, o coração entende que a vida não é palco, mas altar. E que cada ato de humildade é uma prece sem palavras, uma oferenda sem testemunhas, um perfume que sobe, discreto, à eternidade.
Há uma melancolia suave nessa entrega, porque o renunciante contempla a beleza e sabe que dela não fará uso. Ele toca o sublime e, em vez de retê-lo, o devolve à vida. Essa tristeza, porém, não é desespero é maturidade espiritual. É a nostalgia do Espírito que recorda, no silêncio do dever cumprido, o perfume do lar divino de onde partiu.
Quando a flor murcha, não deixa de ter sido flor; quando o perfume se dispersa, não deixa de ter existido. Assim também o amor que se doa em renúncia jamais se perde: ele permanece, invisível, sustentando o mundo em suas raízes mais secretas.
A servidão, quando nasce da consciência iluminada, não é submissão, mas liberdade. É o ato supremo de quem já não precisa ser visto, porque aprendeu a ver. O autoconhecimento, então, torna-se um espelho onde a alma se reflete e reconhece o rosto sereno da paz dentro de si.
E, nesse ponto, o perfume da flor silenciosa se confunde com o hálito da eternidade.
