Religiosa
Talvez uma gargalhada num velório seja mais honesta que um choro numa pregação religiosa.
A emoção verdadeira não obedece a protocolos, nem respeita o “ambiente adequado”.
Às vezes, a lembrança engraçada do falecido invade a mente, e rir é inevitável — e profundamente humano.
Não é desrespeito, é sinceridade.
Por outro lado, há lágrimas que escorrem, não pelo peso da fé ou do arrependimento, mas pelo constrangimento social de parecer frio.
Chora-se porque os outros choram, porque a expectativa exige um rosto molhado.
A verdade é que autenticidade não se mede pelo cenário: pode haver mais vida em uma risada fora de hora do que em mil prantos ensaiados.
O coração não conhece etiquetas — e, quando tenta segui-las, quase sempre mente.
Afirma-se, algumas vezes, que a intolerância religiosa é fruto da convicção. Se alguém está absolutamente convicto de que a sua fé é a verdadeira e a dos outros, errada, parece criminoso permitir o erro e perdição de seu semelhante. Entretanto, eu estou inclinado a pensar que o fanatismo é frequentemente o resultado não da convicção, mas antes da dúvida e da insegurança.
DEFESA RELIGIOSA, PAZ HUMANITÁRIA OU FORMAÇÃO DE QUADRILHA?
Quando se trata de “religião”, a busca pelos próprios interesses sempre se transformam em guerra “religiosa”. De um lado o clérigo profícuo buscando fundamentar suas vãs doutrinas com teologias-capitalistas e uma dose alta de aleivosidade. E do outro lado um bocado seco, encontramos o sistema laico com suas enormes bocas arreganhadas e ávidos por poder, a esses “injustiçados” cabem os direitos da cobrança e da exigência, dizendo ao mau pagador (Deus), para que cumpra o que prometeu desde a fundação do mundo, o qual está registrado nos anais da história por meio de patriarcas, reis, profetas e agora Jesus Cristo. E dizem então a Deus: não sejas tu 171! Como quem tenta enganar outras pessoas com mentiras para melhorar a sua imagem.
Oh! Lamuriosos e injustiçados…
Quando ocorrerá que se prezem pela busca de um cristianismo teocêntrico? Quando haverá que morra o antropocentrismo e viva não mais eu, mas o Logos viva em mim?
As bancadas mercadejantes precisam ser novamente tombadas, o câmbio tem que ser abolido! Já que em se tratando de evangelho, de graça recebei de graça daí. E já não haverá lucros e nem auto-glórias. Somente existirão servos-filhos e filhos-servos cujos lucros são eternos e incorruptíveis e cuja glória é devolvida a quem de fato e de direito pertence, a saber Jesus Cristo [Soli Deo gloria].
A Escritura não conhece dupla veneração religiosa, uma de tipo inferior e outra de tipo superior. Os católicos romanos, portanto, admitem que adoração (latria) e homenagem (dulia) não são distinguidas nas Escrituras como eles as distinguem, e também que essas palavras não fornecem suporte etimológico para o modo como são usadas.
Quando um país tem uma população majoritariamente religiosa, qualquer pessoa que use o nome de Deus como chancela convence o povo.
A intolerância religiosa é caracterizada pela negação acompanhada de atitudes de perseguição em relação às diversas expressões religiosas, sendo a educação um dos princípios fundamentais necessários para liderar ações que promovam respeito à diversidade e combatam todas as formas de hostilidade.
A ideia da salvação religiosa provém da preguiça da alma, e até o bem-estar meditativo (ou paz interior) são cura provisória. O espírito se manifesta na recorrência da força de vontade.
Se a arqueologia provasse o que está escrito na bíblia referente à crença religiosa, não haveria arqueólogo ateu.
Um ateu pensou assim: “vou usar uma crença religiosa para frear esse comportamento ruim”. Ele falou muitas coisas para aumentar a fé do garoto na crença. Fez isso por meses. Um homem perguntou o seguinte para ele: “o que você fez deu certo?” O ateu respondeu: “eu poderia ter resolvido de um modo bem menos trabalhoso, mas eu me diverti. O adolescente me perguntou por que ele deveria parar de passar trotes para pessoas do meu estado. Dizer-lhe a crença e estimular sua fé nela foi mais fácil do que pensar em motivos racionais para lhe dizer. Além disso, sinto-me vingado. Prego o evangelho aos meus inimigos”. Para o ateu são fantasias irracionais, mas ele sabia que para o ouvinte as ideias seriam racionais.
Cada doutrina religiosa só terà,uma porcentagem de verdade,e todas as porcentagens juntas farão um circulo, em uma só verdade
De nada adiantará comparecer ao culto, missa, reunião ou qualquer outra manifestação religiosa, se nossas atitudes não correspondem ao que realmente somos diante dos ensinamentos, em nosso dia à dia.
Gritar o nome de Deus em vão aos domingos, não purificará ninguém, se a verdadeira mudança não acontecer dentro de nós.
Sejam felizes!!!!!!
Eu nasci e me criei em uma família religiosa, uma família católica, fui batizada, fiz a primeira comunhão, casei na igreja, e freqüentei essa igreja por muitos anos. Mas um dia eu duvidei, eu pensei, eu me perguntei: que Deus é esse que dá
a vida e a morte também? Eu me perguntei muitas coisas, eu queria saber porque crianças muito pequenas estão morrendo de câncer e porque o mundo é tão injusto e mal dividido, principalmente no lado humano e social. Eu procurei respostas em tudo, mas em religiões eu não encontrei nenhuma resposta.
Mas existiu uma grande luz um dia em minha vida, essa luz se chama Jesus, somente ele com a sua palavra e os seus exemplos de humildade e de irmandade me fizeram acreditar e aceitar as coisas da vida e da morte.
Com Jesus eu aprendi que somos todos iguais, que viemos a esse mundo com uma missão, cada um de nós foi enviado porque somos necessário para algo acontecer. Eu encontro Jesus em tudo na minha vida, principalmente na natureza e nas crianças, Jesus está me ajudando a aceitar a pesada carga que é a vida, e me mostrando que a morte é apenas uma entrega, um caminho que nos levará a um lugar muito melhor, Jesus nos deu esse grande exemplo quando na cruz ele disse: ”Deus meu Deus, porque me desamparaste?” mesmo sendo santo Jesus temeu a morte, por isso é que somos tão fracos diante da morte. É humano temer a morte. É sublime duvidar e procurar respostas.
Todos temos uma cruz e um dia vamos estar nela, todos temos direito a seguir a luz que Jesus seguiu e eu acredito cada vez mais nisso, por isso hoje quero testemunhar que encontrei um caminho para todas as duvidas e todas as dores, esse caminho é Jesus, ele vive em todos, mas para encontrá-lo você não precisa ir a nenhuma igreja ou religião, você só encontrará Jesus dentro de você, dentro do seu coração.
Hoje eu consigo falar na morte e consigo vê-la como um caminho e não como uma prisão, Jesus se libertou do túmulo e libertará a todos os que quiserem ser livres e seguir a sua luz.
Somente quem vê a morte de perto pode compreender que ela não existe, a morte não leva ninguém, pessoas que existem nesse mundo ás vezes já morreram faz tempo, porque jamais conseguiram encontrar o amor de Jesus, esse amor sublime que ama o próximo sem interesses nem limites. Amar o próximo é saber que a vida é um presente de Deus e que a morte é apenas uma caixinha surpresa que um dia vamos ter que abrir. Quem acredita nisso deve saber que Jesus estará do outro lado da vida, nos esperando de braços abertos.
Eu ainda procuro por muitas respostas, eu ainda não aceito totalmente todas as respostas, mas encontrar o Mestre Jesus nas palavras do Mestre espiritual Allan Kardec foi o início de um caminho, o inicio de uma longa estrada que eu preciso seguir até o fim,todos temos que segui-la,porque essa esta estrada se chama VIDA!
Sou uma pessoa muito religiosa, esse deve ser o maior motivo de eu acender tantas velas durante meu dia a dia
Pecado é uma doença fictícia, criado para vender uma cura fictícia, de uma divindade religiosa fictícia.
Qualquer expressão religiosa desprovida de misericórdia não passa de presunção, nada tem a ver com a proposta de Jesus, e por isso, deve ser rechaçada.
O valor das pessoas, não está na idade, não está em sua crença religiosa, na sua classe social, e em sua cor de pele, e sim está e se encontra, em seu caráter, e em seus ideais, em sua plenitude vital.
A mudança de hábitos não é uma arbitrária imposição religiosa. Simplesmente, o novo jamais acontecerá enquanto o velho sobreviver!
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