Religiosa
"Que o fascínio e o encanto pelo divino, transforme a admiração religiosa em um conjunto de atitudes sustentáveis ao corpo e a mente."
REEDUCAÇÃO
Comportamental
Sentimental
Financeira
Alimentar
Religiosa
Política
Social
Visual
Moral
Geral
Ré
A crença religiosa dentro de cada uma, diz respeito somente a tal. Se houver ética e moral, não há porque contrariá-la.
Se é exercida com apuro, deveras ser respeitada.
Independente da crença religiosa de cada pessoa, a percepção é que, uma mente evoluída busca-se desenvolver constantemente, porém pode não atingir todas as suas potencialidades, pois o equilíbrio entre o corpo, mente e espírito é fundamental para que possamos evoluir e conquistar uma nova versão de nós mesmos.
Afastado de seus valores originais, representados fundamentalmente por sua herança religiosa, o negro tomou o branco como modelo de identificação, como única possibilidade de “tornar-se gente”.
Toda expressão, ação e qualquer tipo de atitude religiosa, deve ser praticada através da fé, senão são meramente atitudes de incrédulos que se dizem religiosos.
o black metal é a liberdade de se opor a vaidade cristã e religiosa sem qualquer medo de represalhas, o black metal é o grito de ódio a todo senso comum e hipócrita ..
A descrença toma conta do homem, pois há uma representatividade religiosa que põe em perigo o que há de mais sagrado em si: a fé.
Nada adianta viver uma vida religiosa sem colocar em prática, através de atitudes diárias, o amor de Deus.
Jamais afaste-se de sua Familia por causa de sua crença religiosa, porque no fim, a Familia é tudo que lhe restará
Retirai a instrução religiosa e a formação científica mais perfeita será de todo insuficiente para proteger e propagar a vossa fé.
Erich Fromm amplia a definição de fé, transcendendo a usual conotação de crença religiosa, embora também englobe este sentido da expressão. Ele distingue entre fé racional e fé irracional. Aquela é fértil, produz bons frutos, é equilibrada e impulsiona o ser a encontrar o melhor caminho para si mesmo.
A fé irracional é agressiva e desvairada, mas não somente em relação à autoridade religiosa, e sim de uma forma mais ampla, referente a todo e qualquer poder estabelecido. O Homem, porém, não prescinde da fé; o que realmente importa é escolher que modalidade desta força o moverá, a racional ou a irracional, com a certeza de que fé e poder não convivem por muito tempo sem que esta seja negativamente afetada.
Muitas facções que não compartilham a experiência religiosa da Igreja institucional e alguns movimentos místicos da própria religião optaram pela prática do verdadeiro amor ao próximo, perceberam que o Homem tem em si o dom natural de amar e destacaram as semelhanças entre o Criador e sua criatura; estas correntes não hesitaram em exercitar a fé racional, aquela na qual Erich realmente acredita, a genuína religião humanista.
>>DISSE TUDO MANO<<
Sabe por que é impossível você argumentar com uma pessoa religiosa ?
Porque para acreditar em deus, é preciso ser cego, surdo e mudo.
Crítica religiosa
De joelhos! Ao seu líder, ao seu mestre, ao seu rei, ao seu senhor! Humilhem-se diante da face do criador! Mostre a ele toda sua imperfeição e tente convence-lo que não foi assim que ele o criou.
A tolerância religiosa é necessária que seja praticada pelos seguidores de todas as religiões. Implica em aceitar e respeitar a pessoa e a fé do outro, ainda que se discorde do que o outro creia e pratique. Há, no entanto, crenças e práticas religiosas que atentam contra a dignidade e a vida humana, a exemplo do terrorismo praticado por grupos religiosos extremistas. Tais crenças e práticas não devem ser toleradas, pois tolerá-las é o mesmo que dar poder a um inimigo para nos tirar a vida. Tolerar não tira o nosso direito de discordarmos de pessoas de outras religiões de forma respeitosa, nem de ensinarmos aos nossos a diferença entre a nossa fé e a do outro. Tolerar não anula a ação evangelizadora de qualquer religião. Do contrário o próprio Jesus Cristo não haveria dito à Sua Igreja: “... ide, fazei discípulos de todas as nações...”.
