Religião e Fé

Cerca de 40021 frases e pensamentos: Religião e Fé

⁠"A nossa vida é um contínuo encontro com Deus"

Inserida por v123r26p

⁠Quando um ensino da teologia liberal, sobre os textos bíblicos, não incomodam pastores, das duas uma, os pastores são falsos pastores, ou vitimas de doutrina de demônios!

Inserida por israellopess

⁠Há um sofrimento mental considerável ao ter senso crítico, em uma sociedade que aceita tudo, em troca do mínimo de prazer e satisfação;

Inserida por israellopess

O Criador se arrependeu de criar o homem e o homem nega que tenha sido criado pelas mãos do Criador; combinação perfeita para aniquilação da espécie fraca;

Inserida por israellopess

⁠Não permita que as palavras ouvidas e entendidas, sejam validadas pelas obscuras, subjetivas e incompreensíveis;

Inserida por israellopess

⁠O descontrole dos controlados dissimulados, sempre é previsto, cedo ou tarde;

Inserida por israellopess

⁠Deus não vê como o homem vê, nunca julgue alguém pelo cenário, que pode mostrar o fim, pois ali pode estar um grande projeto de Deus, pois ele e o Deus do impossível!

Inserida por isaqueramon

⁠Eu vejo algumas pessoas profundamente religiosas que vivem na igreja (ou outros locais de culto) e que seguem rigorosamente todos os rituais doutrinários da sua religião (muitas vezes sem compreender completamente o significado, ou real necessidade, de tais rituais).

Mas que, no ambiente de trabalho, não cooperam com os colegas; patrões que não reconhecem efetivamente seus colaboradores; líderes que competem e humilham a equipe; colaboradores com atitudes desmotivadoras e fofocas, prejudicando assim o bom funcionamento da empresa onde todos dependem dela.

Na rua, demonstram intolerância com desconhecidos ou vizinhos; adotam uma postura agressiva, egoísta e inconsequente ao volante. Em casa são folgados e acomodados na relação com seus cônjuges ou outros familiares; não dedicam tempo suficiente aos filhos nem os educam adequadamente; não contribuem para as responsabilidades domésticas necessárias para o bom convívio.

Com os amigos, revelam-se invejosos ou falsos; com clientes, demonstram ganância ou negligência; com fornecedores e prestadores de serviços, agem de maneira mesquinha ou desonesta; e, com atendentes, são autoritários e mal-educados.

Nas redes sociais, projetam uma imagem aparentemente perfeita, mas na vida real não correspondem àquilo que mostram ou à forma como se veem.

A religião e a doutrina não promovem, por si só, uma transformação nas pessoas. Os rituais muitas vezes se tornam ações automáticas, realizadas por repetição, sem um verdadeiro entendimento ou critério.

Se a conversão não partir de um processo interno, não será genuína, e qualquer esforço externo será inútil.

Os frutos dizem tudo sobre a árvore e são mais essenciais do que os dons. Pois os dons podem ser simulados e até o diabo consegue reproduzir. Dons sem frutos são comparáveis a bolhas de sabão: atraentes e brilhantes à primeira vista, mas frágeis e efêmeros, desaparecendo com um simples sopro.

A religiosidade faz com que os olhos, corações e mãos se fechem. Em excesso, ela esfria as pessoas. Alguns chegam ao extremo de cometer atos violentos em nome de um deus, considerando isso como fé.

Se o entendimento não fosse crucial, Jesus teria limitado seu ministério somente à cura, no entanto, sua ênfase na instrução evidencia a importância do conhecimento. Não foi por acaso que seus maiores e principais ensinamentos foram direcionados aos religiosos, que cegos, até hoje permanecem sem ver.

Inserida por ketantonio

⁠O grande risco de viver em uma constante co-dependência religiosa é a pessoa se anular, perder o poder de decisão e continuar refém de uma fé que relativiza tudo, mas não resolve nada concretamente.

Inserida por Jeferson-Zahorcak

⁠A moralidade autêntica nasce da compreensão do bem, não da coerção religiosa. Obedecer sob a ameaça do inferno ou a promessa do céu não é virtude, é condicionamento.

Inserida por Jeferson-Zahorcak

⁠ENVELOPE DE ARGILA

Por trás das relações interpessoais e das trocas de vibrações ou de percepções da alma a respeito do outro, no banco do observador, estão: o feito, a constância e a acessibilidade do observado.
É essa capacidade de observação ontológica que nos conduz a compreender a dinâmica do divino, que se espalha e se espelha em cada um dos que se permitem olhar, aceitar e se conectar.
Obviamente, alguns, pela capacidade propositiva de colocar o coração na miséria alheia (misericórdia), expandem mais, recebem mais e, por conseguinte, emanam mais.
O triunfo e a complexidade do Deus de Abraão se dão pela razão de Ele ser trino em essência e possuir múltiplas características que se conectam com o objeto do seu amor: o homem. Despindo-se de suas grandezas e imitando o envelope de argila, Ele cura, restaura e religa o homem ao transcendental.

Sergio Junior

Inserida por SergioJunior79

⁠Quem lembra dos escolhidos, é Deus, mas quem vê os que a si mesmo se escolhem, são os homens;

Inserida por israellopess

Como ateu, ao buscar por um propósito de vida, encontrei os valores cristãos.

⁠Quando as religiões se fiam em disputas e guerras, os ateus detêm a razão.

Inserida por brunoescritor01

⁠Quando deixamos de pensar, temos hábitos e ações automatizados, inconscientes, seguimos impositivamente regras e padrões, tais como exemplo: nos idolatramos porque todos idolatram, frequentamos certos ambientes porque o nosso grupo, clã também frequentam, e cegamente, nos tornamos membros de uma grande massa, que se esqueceu que é leão por natureza, mas que preferem inconscientemente sem pensar, viver agindo como a grande maioria.

Inserida por Jeferson-Zahorcak

Religiões e Crenças na Visão Evolucionista e não Teísta e Relativismo Religioso:
Se as muitas religiões que existem e as que já existiram fazem e faziam bem aos seus adeptos, como uma só pode se considerar verdadeira? Existiriam então muitos deuses, entes divinos e valores religiosos ao mesmo tempo, porque os seguidores de cada uma delas acreditam e põem fé nas suas próprias religiões como as verdadeiras, absolutas, donas das verdades religiosas, não considerando as outras. Temos que pensar de outra maneira para uma explicação sobre tudo isso: a invenção delas pelos seres humanos é a melhor explicação.⁠

Inserida por ArgosArruda

⁠Jesus não foi crucificado porque era um homem legal e popular, mas sim por que era uma ameaça.

Inserida por luh_oliveira_real

O conhecimento científico, não nos dá a mesma resposta que o conhecimento espiritual. ⁠

Inserida por RafaelGLima

"O ateu enxerga a realidade na vida, o cristão enxerga a vida na realidade."

Inserida por EduardoBlas

⁠Alguns comportamentos e vícios são considerados como pecado por grande parte dos religiosos, julgados como algo em que os "pecadores" praticam por fraqueza ou falha de caráter, resultantes da falta de fé e comunhão com Deus onde se tem como consequência a influência do maligno na vida dessas pessoas... Quando na verdade - na maioria ou em boa parte das vezes - tais "pecados" tratam-se de transtornos cientificamente comprovados, não possuindo assim relação intrínseca ou tão somente com a espiritualidade e práticas religiosas, isto é, não necessariamente dependem de fé, força de vontade e ação voluntária por parte daqueles que os tem. (Refiro-me aqui - obviamente - a comportamentos, condutas e vícios relativos aos transtornos que não envolvam atos maldosos e criminais dos quais se tem por objetivo prejudicar ou ferir o outro).
Levando em conta o fato de que ultimamente está cada vez mais frequente situações de "escândalos" protagonizadas inclusive por líderes religiosos, em que parece ser inadmissível a condição de humanidade de um pastor ou padre. É nítido que muitas vezes eles próprios se colocam no mesmo nível de santidade de Jesus, quando passam - propositalmente ou não - uma imagem irrepreensível, ocultando suas limitações e falhas em uma tentativa vã de esconder os seus dilemas e transtornos, seja por não saberem ou simplesmente não quererem lidar com isso; uma vez que geralmente são eles os primeiros a apontar, julgar e até condenar os pecados alheios.
Depressão, ansiedade, fobias, entre outras comorbidades ou distúrbios correlacionados e resultantes de transtornos não corretamente laudados e tratados, como: TDAH, TEA, TOC... É mais fácil fingir que não acontece e espiritualizar tudo, do que reconhecer e falar sobre o assunto?
Isto nos faz questionar: Até que ponto a ciência e a religião não devem se misturar? E como ficam essas questões para o mundo real e para o Reino?

Inserida por ketantonio