Regras do Amor
Para “falar” de amor não obedeço a regras nem pontuação; tempo do verbo nem concordância. Simplesmente deixo o coração falar, o teclado “ouvir” e a emoção fluir... Não preciso de palavras bonitas nem formais, necessito apenas do afago na alma me conduzindo pelo caminho da leveza sentimental. É natural a razão pensar e o anseio falar. Jamais calar... Entendo que o amor quer ser amado, há muito ele vem sendo trocado, tocado de qualquer jeito, conduzido pela paixão, que sem compaixão deixa de amar. É o amor seguindo o caminho, fugindo do atalho, costurando os retalhos das almas cansadas, que em função do desassossego de seus desejos, buscam alinhar seus conceitos fugindo do preconceito, preferindo ser “imperfeito” na arte de amar. E por falar em amor, quem souber de seu paradeiro, me avise, por favor!
Definitivamente o amor é um ditador tirano, com suas regras e imposições, obrigando-me a ceder aos impulsos involuntários da paixão.
Precisamos viver o amor em sua plenitude,
pois para amar não existe regras,
basta apenas que amemos.
Com isso, obteremos por consequência,
felicidade plena.
Não precisa gerar, para amar.
Ter, não é mais importante do que ser.
O amor não tem regras, e quantos pequeninos amores
anseiam por um lar, alguém para o cuidar, proteger, amar.
O bloqueio está na mente, e não no coração.
Fora
Amor estar fora das regras
Viver sem medo
Andar sem guardas
Nasci defeituoso
desgotando ao podereso
Aposgeu impiedoso
Que até dá vaidades
De roubar o que é de todos
Discursando servir a todos
Dá quase certo, menos liberdades
Menos dignidade nem honradez
Só mesmo a sensatez
Alucinante faz da tristeza
Das maiorias, feitas menorias
Em privilégio e pobre riqueza
Destes animais, aprentemente humanos.
Amo ser eu
Cantar, contemplar o céu
Beijar o suor das minhas mãos
Trabalhar para comer
Sem nunca o trabalho me comer
Ter um tempinho para os irmãos
Sentir-me parte deles
Instruídos ou não são meus
No último minuto tal como no primeiro
Serão eles...
Amo vida que tenho
Não a troco por nada
Porque nasci para ser nada
Mais que simples criatura
Veio sem nada
E volta sem farda
Não existem regras e limites quando se trata de amor, mas já parou pra pensar o quanto você já sofreu e derramou lágrimas por alguém que não merecia nem seu sorriso? Não sofra por quem não te ama, seja feliz por você e se afaste de quem te faz sofrer.
Profª Lourdes Duarte
ESCRAVO DO AMOR
Somos prisioneiros dos pensamentos
Agimos por impulso pelas regras da sociedade
Vestimos uma carapaça que não é nossa
Nos bloqueando a liberdade.
Nesse mundo hostil
Onde o que outros podem pensar
Somos escravos dos nossos desejos
Bloqueando talvez o que seria sensato.
Eu sei, o sol brilha para todos,
Porem de forma diferente
Um grande amor não se acaba
Ele pode adormecer.
Assim como o pôr do sol
Só terá sua beleza
Com a ausência de nuvens
E um olhar diferente.
O oceano é belo e majestoso
Com raios solares ou ao luar
O meu amor é indescritível
Por ele sofro sem querer.
O amor tem vida própria.
Não tem regras, não tem freio.
Não se preocupa com os meios.
Não tem hora e nem lugar.
Quando vê já floresceu.
Tá fazendo alguém sorrir.
E só deixa de existir,
Se alguém deixa de cuidar
A coisa mais valiosa a se fazer é cumprir, na família, as regras do amor que repousam no centro do universo.
O amor não costuma obedecer padrões ou regras estabelecidas.
O amor não se importa com cor, raça, credo, condição social, financeira, tempo, idade, limites geográficos, distâncias ou fronteiras.
Inclusive eu acho que o amor tem vida e vontade própria e quando decide acontecer, ele simplesmente não alerta a ninguém
Determine suas regras de vida, baseadas na verdade, no amor, no bom costume, no aprendizado com erros seus ou de outros e na empatia.
Desta forma, dificilmente você precisará quebrar as regras.
