Reflexões sobre o amor para tentar entender o coração
" Perguntei amargamente
onde esta este amor
que insiste em aparecer?
olhei para o reflexo do
mar e me vi sozinho,
pensei como seria ótimo
de manhã ao acordar ao seu
lado poder estar"....
Se o amor não é um sentimento, então o que sinto nesse momento;
"Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. O apostolo de Jesus João já dizia isso. e com certeza só poderia realmente o amor ser obra do criador. Tudo que esta relacionado ao sentimento esta relacionado as emoções.
Por tanto você sente o amor? Se sente então como ele não pode ser um sentimento? Sim um sentimento puro, criado por quem criou o verdadeiro amor, e como o seu verdadeiro criador criou este maravilhoso sentimento? Com muito amor não é verdade? Amo esse sentimento embora muitos não consideram um sentimento, em minha vida ele
já faz parte,e olha que engraçado meu coração faz um batimento acelerado quando me sinto apaixonado, e quando estou amando também, e que emoção é essa que sinto se o amor para muitos
não é um sentimento, pois acredito que também deveria de ser, muitos vão com a maioria e eu apenas com meus sentimentos
é muito amor, se isso não é sentimento então preciso rever meus conceitos porque este fenômeno chamado amor não para de atingir nos meus movimentos.
Amar pode ser também uma questão de tempo, pois somente quem já viveu um grande amor sabe que sempre esta sujeito a amar....
O amor é carinho, o amor é poético e algumas vezes sim dramático.
Pessoas insensíveis também sabem
amar, embora muitas vezes nem saibam disso.
O amor é para para mim, o amor é para ti.
Vivemos em tempos difíceis em que amar não é mais uma obrigação e sim a forma mais harmônica de viver bem consigo mesmo. ....
Sabe o amor?
Ele só existe na literatura e na música. Exceto! As mães, elas amam de verdade.
Saudades desse amor.
A vida é nosso instrumento de maior valor, se faz necessário usá-la com todo cuidado, amor e sabedoria.
Tenho dó das 'falsas mulheres', as que fingem ter um amor sem nem saber o que é ter um de verdade. As que se contentam com a ilusão e preferem esconder a realidade. Tenho dó das 'falsas amantes' que não duram o tempo que vestem suas máscaras porque quando se despem os homens de despedem. Tenho dó das 'falsas amadas' que pagam pra ter tudo, mas sentimento verdadeiro não tem preço. Tenho dó das 'falsas forçadas' que fazem de tudo pra ser o que não é, e de tanto forçar a barra, vive cansada. Tenho preguiça de gente que tenta chamar a atenção e não é nada. De passatempo eu só gosto do biscoito.
No mais profundo amor, a sensação mais gostosa é saber que isso nunca mais acaba, pelo contrário, se torna cada vez mais forte. Rompendo barreiras!
Sabe família não é tudo,logo vão perguntar porque não, família é amor sentir a dor do outro,saber compreender uns aos outros mas na verdade não é assim é julgamentos demasiados , análise frustradas porque se olhar para o lado tropeça no primeiro obstáculo então somos falhos família teriam que ter mais amor mas não quem é justo
Quando saímos por uma estrada desconhecida assim é escolher um amor contrariado, nunca sabemos com quem estamos lidando.
O velho Agenor.
Conheci o a Agenor há uns dez anos.
Na verdade ele foi adotado, tipo assim, amor a primeira vista. Ele era de um casal de amigos; Selma e Zanotti.
Quando o conheci ele estava morando numa garagem com outros elementos, de estirpe diferente, ele era o único de sua raça.
A primeira coisa que fiz foi comprar umas roupas novas e também novos sapatos. Tanto as roupas como os sapatos, esses ortopédicos, foram substituídos por modelos mais condizentes com a idade dele. Por falar em idade tive que fazer algumas intervenções cirúrgicas. Seus joelhos foram operados e receberam novas cartilagens. Os olhos, já apresentavam sinais de cataratas e foi necessários a colocação de lentes corretivas.
Por ter ficado muito tempo se alimentando mal, foi necessária uma lavagem estomacal completa. Com essas atitudes o Agenor remoçou alguns anos.
Seus dias passaram a ser mais tranquilos, agora com um lugar somente para ele e com alguns passeios à tarde e finais de semanas. Mas como nada é eterno ocorreu uma mudança de destino novamente, o Igor, meu filho, adotou o Agenor como se dele fosse o que acabou se concretizando. Dado o carinho e cuidados que ele tinha passei a guarda do Agenor para ele.
Eu tenho um sobrinho, Fernando, que mora em Belém. Num de seus passeios por Santa Catarina ele conheceu o Agenor, já o conhecia de fotos e de ouvir falar, mas ainda não tinha visto ele pessoalmente. O Fernando se apaixonou pelo Agenor e tanto insistiu que o Igor passou a posse para ele, mas logo se arrependeu e o Agenor voltou para ele. Mas a saga continuou e houve uma segunda tentativa, aí não deu retorno e lá se foi o Agenor morar em Balneário Camboriú. Coube a mim leva-lo. Numa manhã pegamos a estrada, eu ele e o chicão. Quando o Agenor sentiu que estava numa estrada, se transformou. Rejuvenesceu uns quarentas anos. Parecia um foguete alado. Passava todos aqueles pangarés. Buzinava, dava sinal de luz pedindo passagem, ultrapassava pela esquerda, pela direita, uma festa só, mas depois de uns 80 quilômetros veio a canseira, acho que falta de ar e tivemos que parar. Tomou água, descansou e continuamos a marcha. Chegando em Balneário deixei ele na sua garagem, bem moderna por sinal, e ali ele ficou descansando da viagem, afinal foram oitenta quilômetros de aventuras.
Mudanças de planos: por acumulo de bagagens e de passageiros o Agenor teve que retornar para Joinville para ajudar no transporte,, a mais ou menos cinco quilômetros da minha casa, outro incidente: por falta de alimento o Agenor não aguentou chegar até o destino. Depois de alimentado, concluímos o percurso. Um mês depois voltei para Balneário, agora definitivo. A viagem igual as outras. Quando ele se via na estrada se transformava. A velocidade tinha que ser controlada se não era multas e mais multas por excesso.
Dessa vez havia, no prédio, mais uma moradora junto à sua garagem: uma mercedinha (paquitinha) linda. Claro que o Agenor, por ser um senhor, teve todo o respeito em dar à ela a parte frontal da garagem, ficando ele, com o fundo. A semana retrasada eu estive com ele. Levamos os dois no salão de beleza para fazer uma limpeza de pele e dar um passeio na nova orla de Balneário, diga se de passagem; linda.No lugar que ficava a paquitinha havia uma marca de sujeira no piso. Liguei para o meu sobrinho e disse que a paquita estava fazendo xixi no piso, Sabe o que ele me falou? Que era do Agenor; O Agenor, mesmo sendo um senhor, jamais faria aquilo, e outra coisa, ele não tem incontinência urinária. Eu disse a ele, mas ele não acreditou. Na despedida do Agenor, senti uma tristeza no seu olhar, agora não mais opacos, pois foi operado da catarata. Tive a impressão que ele sabe que vai passar por umas interversões traumáticas. Meu sobrinho vai trocar o coração dele, Vai colocar um mais potente, fazer um transplante de pulmões e colocar sapatos esportes. Ah, e novas lentes de contatos para enxergar mais longe.
Infelizmente não posso interceder. Só posso desejar boa sorte e que tudo corra bem. Ivo Terra Mattos
