Reflexão sobre a Vida e o Amor
Comum na vida são as necessidades vitais, os desejos divergem, as vontades se contrariam e o AMOR, esse grande vilão, transforma seu doce coração, um favo de mel, em um pilão, a socar suas emoções, seus sentidos e brincar de massacrar seus sentimentos mais sublimes.
O Natal é amor,
Alegria com o Senhor,
Celebração de nova vida,
Que ao mundo trouxe o Salvador.
É reunir as famílias,
Pela vontade do Criador,
Dar ao mundo um bom exemplo,
De esperança e de amor.
É lembrar o Redentor,
Nosso amado Salvador,
Que nasceu num simples berço,
Para aliviar nossa dor.
O pecado ele levou,
Naquela cruz infame,
E com seu perdão divino,
Trouxe paz a quem o ame
Só porque a nossa vida é construída nessa obsessão bendita, a gente pega a nossa forma de amor, toma café, almoça e janta.
E a gente se quer e se ama a todo instante e toda hora em qualquer tempo e momento.
E finge que tudo não passa de um nada...
Ou um simples qualquer coisa.
A gente corre, a gente foge e brinca com o desejo flutuando nesse estágio de ócio.
É coisa da cabeça, ilusão passageira.
Enquanto isso, o corpo grita, o corpo pede, o corpo deixa os vestígios de amores bandidos pelo atravessar do tempo.
E nessa nossa história, a vida deixa em aberto qual é a lógica não programada das paixões veneradas e não descartadas.
E quando a gente vai analisar, qual amor é tão verdadeiro, nessa vida, além daquele que ninguém consegue enterrar?
Você conhece a minha parte indigna e em desordem e eu sei o seu mundo caótico e fora dos trilhos e a gente nem se importa com isso.
É tudo tão surreal...!
No final das contas, mesmo que a gente não queira, resiste ao tempo a nossa besteira.
A nossa forma de se amar é exclusiva e pertencente ao nosso mundo restrito e intacto.
A gente constrói, modifica, reformula, reanima à nossa vontade e à nossa maneira.
E apenas entre eu e você habita o nosso amor irracional e inexplicável servido sobre a nossa mesa.
A gente toma café, almoça e janta em meio à nossa libido banhados em estrogênio e testosterona.
A mente é desordeira e o corpo vulnerável.
A gente se ama nessa forma de amar sem nexo.
A cabeça diz "eu quero" e o corpo "eu quero mais!"
É tao bom ti amar nesse meu jeito louco e particular...
Eu quero, sem querer...
O teu pouco, o teu muito e o teu mais.
Ainda acredito no amor
Na paixão que me cativa
Acredito no poder do bem
Nas surpresas da vida
Eu acredito na paz
Na conexão que contagia
Acredito no som e na música
E no poder da poesia.
Acredito em quem vai
Mas ainda em quem fica
Pois se esforça em construir
O maior amor pra vida.
O amor venceu a cruz.
De braços abertos, em meio ao sofrimento,
Jesus nos deu a vida, a esperança e a luz.
Sua dor foi o início de um recomeço.
Um gesto de eterno amor.
O véu se rasgou,
E a salvação chegou.
O amor genuíno.
O perdão.
A eternidade.
VIDA RECONSTRUÍDA
O paraíso poderá ser uma pessoa autêntica
Pra poder viver o amor tem primeiro que se amar
O amor é o calor que aquece a alma
Enfim, acontece que na vida a gente tem que ser feliz, ou por ser amado por alguém ou amar-te a ti mesmo.
Sem você a vida não tem cor
Sem amor
É sem humor
Sem esplendor
Com dor
Com disabor
Preto e o branco não tem mais ilustrador
Do termo sem fim, quiçá eterno
Mas imortal
Do amor que tive
Com sabor de contentamento
Ao redor do mundo
Nada são comparados a ti
Ser para sempre o geólogo do teu coração
Aprender uma nova canção
Assim, de tudo ao meu amor será
Numa poesia em forma de canção para ti.
Não entendeu? Confesso que eu também já passei pela mesma dificuldade.
Ao fim, vence o amor que, tudo passa, menos o amor.
Valorize o amor; o teu amor eterno e imortal !!!
Primeiro, segundo e terceiro amor se foram.
Perdi o sentido da vida quando te conheci.
Você foi a mais encantadora e a mais bela arte criada neste universo.
Paradigmas, fitas, cromos e moldes estelares.
Você foi o meu desejo mais puro de amar já sentida.
Eu serei a minha companhia e a solidão minha eterna morada.
Repousarei na morada dos eternos poeticamente românticos e apaixonantes.
Onde não existe mais o desejo de esperança.
Onde não há mais expectativas a serem criadas.
Onde não podemos dar pousada ao amor mais puro e sentido.
Todas as cartas de amor são, inevitavelmente, ridículas.
Fragmentos de um resto imortal de ternura e esplendor.
Ali jaz o meu eterno e doce lar de descanso.
A maioria dos meus membros e sentimentos estarão presentes no féretro, cravejadas no pragma do meu coração.
Não escreva com os meus retalhos,
Não deixe detalhes.
Enquanto existir esperança,
A uma estrela a brilhar.
Iluminar a escuridão do teu âmago.
Eu estou ficando velho e preciso de uma coisa em que confiar.
Será que alguém vai perguntar em poucos anos, o que era o amor?
Cada minuto, um poema em gestação,
A efemeridade da vida, a emoção.
Amor e conexão, temas recorrentes,
Na vastidão do universo, apenas sementes.
Ainda é tempo, sempre é tempo de amar,
De fazer do tempo uma canção a ecoar.
Mostrar ao mundo que o amor é o caminho,
E que em cada verso, há um novo carinho.
Repito em meus versos, em cada recriação,
Lembrando que o amor é nossa salvação.
É ele que, como um rio, nos faz crescer,
Aumentando o tamanho do mundo em nosso ser.
Primeiro amor veio, vestido de novidade,
Um sopro de vida em minha juventude esquecida.
Segundo, mais profundo, trouxe a verdade,
Dolorida lição, na alma absorvida.
Terceiro, oh terceiro, vasto e infindo,
Revelou-me os céus e as tempestades,
Desvendou o amor, mas em desalinho,
Fugiu entre os dedos, perdido em saudades.
Então chegaste, quarta epifania,
Suplantando os três, arte divina revelada.
Em teu olhar, a mais pura poesia,
Na tua voz, a melodia mais sagrada.
Perdi o sentido da existência ao te ver,
Pois em ti, cada paradigma foi quebrado.
O amor não mais eu busco entender,
Pois ao teu lado, todo amor é justificado.
Mas se agora, o amor parece renunciar,
E na solidão, minha alma tem de habitar,
No silêncio dos poetas irei descansar,
Onde as paixões eternas sabem chorar.
Não há mais esperança, nem expectativa a cumprir,
Apenas o eco de um coração a pulsar.
No fim, o amor não precisa mais de definir,
Basta o brilho de uma estrela para se guiar.
No declínio dos meus anos, um fio de luz ainda brilha,
Questionando ao mundo, "O que é o amor, afinal?"
É a eterna busca, a incansável trilha,
Até que o coração repouse, no seu doce lar final.
Não existe amor em religiosos e nem vida na religião! Seria o mesmo que esperar amor de um robô e ter esperança na conversão de zumbis.
Só há dois caminhos: Deus ou o diabo, vida ou morte, céu ou inferno, verdade ou mentira, amor ou ódio, bem ou mal, ser cristão de verdade ou ser do mundo. É tudo uma questão de escolha! Qual será sua escolha?
Quem é Deus?
A vida com Deus é um paradoxo onde a síntese acontece na fé e no amor! Deus é um completo e total paradoxo; e se não fosse assim não seria Deus. Pois aquilo que é medível, analisável e explicável não é Deus; Deus é o absurdo.
Então o que é Deus? Primeiro que, nenhum ser humano pode responder essa pergunta, pois Deus está além de tudo aquilo que conhecemos e viermos a conhecer em algum momento da nossa existência. Deus não é domesticável, teologizável ou filosofável. A única coisa que um ser humano caído pode declarar sobre Deus, sobre esse mistério, é que Deus é a fonte do amor e da graça nesse mundo caído, amor manifestado e encarnado em Jesus Cristo.
O endereço de Deus nesse mundo caído é onde o amor se manifesta e se materializa; portanto não é uma doutrina, não é um dogma, não é uma confissão de fé e nem uma experiência religiosa denominacional ou particular.
Só existe uma revelação nesse absurdo que é Deus, o amor encarnado, materializado e expresso em atos de amor (João 13.34-35). O que passar disso é apenas especulações, devaneios de pseudos teólogos e filósofos.
Por isso, nesse mundo caído e perverso, as pessoas que conseguiram entender e praticar o amor creem não crendo; isso por causa dos absurdos e injustiças que continuam a acontecer contra outros humanos. São esses absurdos e injustiças humanas que nos fazem perguntar onde está Deus? A resposta é sempre no amor daqueles que ajudam, abraçam e tornam a vida de algumas pessoas melhores, é ai que Deus se manifesta, é ai que Deus está (Mateus 25-34-45).
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Ninguém merecia nada, mas Deus em Sua abundante Graça e infinito Amor concedeu oportunidade de vida eterna aos que crerem.
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