Reflexão sobre a Morte

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⁠Lições da Páscoa:
1) Ensina que houve a morte do Cordeiro;
2) Ensina a morte daqueles por quem o Cordeiro morreu.
3) Ensina que não há vida se não morrermos com Jesus em Sua morte.
Dito isto, todo aquele que teve um encontro real com o Cordeiro de Deus, sabe que na morte de Jesus ele também morreu com Ele, para poder viver com Ele e para Ele.
Se eu não morri com Jesus em Sua morte, significa que eu não tive um encontro real com o Cordeiro de Deus; mas isso não mudará o fato de Jesus ter morrido por mim independente da minha recusa em negar minha vida por Ele.
Assim, todos que celebram a Páscoa, devem ter a consciência de que Cristo morreu por ele, e ele deve se considerar morto para esse mundo caído. Agora a sua vida deve ser na fé do Filho de Deus.
Infelizmente, na Páscoa progressista ou dos chocolates, o horror da cruz foi esquecido, e ninguém quer morrer; mas quase todos querem mesmo é viver e viver bem, segundo o curso desse mundo caído.
Observem Jesus em Mateus 16.24-25: Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á. Este também é o ensino do Apóstolo Paulo o tempo todo, à exaustão (Rm 6.3-11; 2° Co 5.14-17; Gl 2.20-24; Fl 1.20-22; Cl 3.1-11). Porque Paulo insiste nesse tema? Porque a nossa cura é morrermos! Só a nossa morte pode nos salvar dos nossos pecados e nos qualificar para vida eterna. Estar morto em Cristo é estar vivo para vida; seja a terrena ou eterna!
Assim, o período pascoal é um chamado para que os redimidos se afeiçoem com Jesus na Sua morte, a fim de obterem a ressurreição e um modo de vida humilde, santo, simples e bondoso, como o de Jesus. Assim, viva como morto para o mundo (sistema que jaz no maligno) e morto para todo mundo (para os caprichos, perseguições, orgulhos, implicâncias, politicagens dos homens, etc...)!
A verdadeira Páscoa, segundo o Evangelho e Paulo, deve ser todos os dias até que Ele nos chame ou retorne em glória para buscar Sua Igreja.
Pense nisso e ótima Páscoa!
No Amor do Cordeiro de Deus, Marcelo Rissma.

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⁠Sempre devemos nos lembrar de que a morte de verdade é a segunda morte!

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⁠Morra antes da morte chegar; pois assim a morte não te matará.

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⁠Um Breve Resumo da Vida e Morte dos Apóstolos de Jesus.
(Simão) Pedro
Conheceu a Jesus em: Lc 5.1-11
Morte: Crucificado de cabeça para baixo em Roma.
André
Conheceu a Jesus em: João 1.29-40
Morte: Preso a uma cruz de onde pregou até morrer em Patras.
Filipe
Conheceu a Jesus em: João 1.43
Morte: Crucificado em Hierápolis
Paulo (Saulo)
Conheceu a Jesus em: Atos 9.1-9
Morte: Decapitado por Nero em Roma
Bartolomeu (Natanael)
Conheceu a Jesus em: João 1.45-51
Morte: Esfolado vivo em Albanópolis
Tiago
Conheceu a Jesus em: Lucas 5.9-10 (possivelmente)
Morte: Decapitado em Jerusalém
Tadeu (Judas)
Conheceu a Jesus em: Sem informações
Morte: Morto em Beirute
Mateus (Levi)
Conheceu a Jesus em: Mateus 9.9
Morte: Ao fio da espada na Etiópia
Matias
Conheceu a Jesus em: Sem informação, mas pode-se ler: Atos 1.21-26.
Morte: Primeiro apedrejado e depois decapitado na Etiópia
Tiago, o menor.
Conheceu a Jesus em: Sem informações
Morte: Foi lançado de um pináculo do templo e depois espancado até a morte.
João.
Conheceu a Jesus em: Lucas 5.9-10 (possivelmente)
Morte: Depois de ter estado preso em Patmos, foi solto e morreu de causas naturais em Éfeso.
Tomé.
Conheceu a Jesus em: Sem informações
Morte: Morto por lanceiros próximo a Madras
Simão, Zelote
Conheceu Jesus em: Sem informações
Morte: Crucificado em Beirute
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠A Bíblia é clara quanto à morte dos redimidos: Não será a morte que virá buscá-los, mas Cristo.

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⁠Nenhum Cristão deve temer a morte, mas a considerá-la como uma benção do Eterno aos seus filhos e filhas, pois a vida não lhes será tirada, mas glorificada a imagem de Cristo Jesus.

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⁠A morte O tomou, mas Deus O tomou da morte.

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⁠A morte física é apenas a última renúncia dos redimidos em um corpo marcado pelo pecado depois da queda. A morte física é a última jornada a ser percorrida para que cheguemos à plenitude de nova criatura.
(2º Cor 4.16)

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⁠É verdade que somos pecadores, mas Cristo sofreu por nós. É verdade que merecemos a morte, mas Cristo morreu por nós. É também verdade que somos devedores e culpados, mas Cristo pagou nossos débitos com seu próprio sangue.

J. C. Ryle
Expository Thoughts on John, Vol. 1 (1869).
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⁠A bíblia fala da morte que mata e da morte que não mata, mas gera vida.

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⁠A Cruz de Cristo
“A cruz foi apenas um instrumento de morte; porém, Aquele que morreu sobre ela é a Vida! A cruz não tem poder de salvação; porém, o Crucificado sim. A Cruz é apenas um cenário histórico do que aconteceu na eternidade passada; porém, O Cordeiro é o sacrifício eterno da salvação. Quando Paulo diz que só se gloriava na cruz, ele não nos aponta o madeiro, mas O Crucificado; pois O Cordeiro é ‘o mistério outrora oculto e agora revelado’, com todas as implicações da Graça em favor daqueles que creem. A cruz revela a maldade humana; porém, O Cordeiro revela o Amor de Deus pela humanidade caída.”
Marcelo Rissma
D. A. Carson disse com muita propriedade:
“O que você pensaria se uma mulher chegasse ao trabalho usando brincos que estampavam uma imagem da nuvem, em forma de cogumelo, da bomba atômica lançada sobre Hiroshima? O que você pensaria de uma igreja adornada com um afresco das inúmeras sepulturas em Auschwitz? Ambas as visões são grotescas. Não são intrinsecamente detestáveis, mas são chocantes por causa de suas poderosas associações culturais. O mesmo tipo de horror chocante estava associado com a cruz e a crucificação no século I. Sem a sanção explícita do próprio imperador, nenhum cidadão romano seria morto por crucificação. Ela estava reservada para os escravos, estrangeiros, bárbaros. Muitos achavam que esse não era um assunto que devia ser conversado entre pessoas educadas. À parte da tortura perversa infligida àqueles que eram executados por crucificação, as associações culturais traziam à mente imagens de maldade, corrupção e rejeição profunda. No entanto, hoje, cruzes adornam nossos prédios e timbres de cartas, embelezam bispos, resplandecem em lapelas, oscilam em brincos — e ninguém se escandaliza. Essa distância cultural do século I nos impede de sentir apropriadamente a ironia de 1º Coríntios 1.18: ‘A palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus’. Essa distância cultural precisa ser encurtada. Precisamos retornar sempre à cruz de Jesus Cristo, se temos de determinar a medida de nosso viver, serviço e ministério cristão.”
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠A Morte de John Wesley

☆ 28/06/1703 ----- ✞ 02/03/1791

Ao longo de sua vida, Wesley viajou extensivamente, pregando o Evangelho do Reino de Deus em diversos lugares. Ele é considerado um dos maiores Avivalistas e líder cristão na história da Igreja de Jesus Cristo. Wesley deixou uma marca extraordinária na vida de milhares de pessoas do seu tempo e em milhões de pessoas nas gerações posteriores. Até hoje sentimos o impacto do mover de Deus em sua vida. Seu legado é inestimável e no ducentésimo trigésimo terceiro ano de seu falecimento queremos lembrar seu lema: “O mundo é a minha paróquia”. Lema que refletia seu compromisso com a missão evangelística. Ele enfrentou desafios físicos em seus últimos anos de vida, mas nunca desanimou e continuou pregando até sua morte em 02 de Março de 1791.

Pense nisso e ótimo fim de semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠Refeição da morte: Olhos abertos e descoberta do pecado.

Gn 3:7: “Então foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; e coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais.”

Refeição da vida: Olhos abertos e descoberta de que Ele venceu o pecado, a morte e vivo está!

Lc 24:31: “Abriram-se-lhes então os olhos, e o conheceram, e ele desapareceu-lhes.”

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⁠Uma possível VIDA fora do planeta Terra pode ser uma possível MORTE para humanidade.

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⁠A morte era a prova de que Jesus era humano. A ressurreição é á prova de que Jesus é Deus!

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⁠A morte de Cristo nunca é tratada como pagamento pelo pecado na Escritura. Ela é tratada como pagamento pela libertação dos escravos, como compra para a liberdade. Isso aponta para uma diferença entre duas maneiras de ver a salvação:
Em uma, "Deus" é o problema. Na outra, Deus é o libertador.

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⁠Nenhum homem ou mulher deve temer a dor ou a morte na luta contra a privação da liberdade.

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⁠E a própria morte, "o último inimigo" do homem, será destruída pela ressurreição. No momento em que ouvirmos a voz do arcanjo e a trombeta de Deus, "então será cumprido o que está escrito: tragada foi a morte na vitória". “Este corpo corruptível será revestido da incorruptibilidade, este corpo mortal será revestido da imortalidade” e o Filho de Deus manifesto nas nuvens do céu destruirá esta última obra do diabo!

John Wesley -Sermões O objetivo da vinda de Cristo, III, 2-5 (J, VI, 275-76).

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⁠O mar não parou Moisés! A muralha não parou Josué! O gigante não parou Davi! A morte não parou Jesus! Se você crer, nada te impedirá de fazer a vontade de Deus!

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⁠O ensino Bíblico da Páscoa é para que a comunidade de fé se una com Jesus na Sua morte; abandonando o eu, os frutos da carne, os caprichos, e todo tipo de pecado (Ef 3.5-11); gerando assim uma superior ressurreição no ultimo dia.

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