Recordar um Amor do Passado
Amor não combina com passado
Amor é começo
Por isso não importa a idade,
se você estiver amando, comemore
não é o fim é recomeço...
Felicidade é esquecer todas as mazelas do passado.
Felicidade é aprender que o amor de Deus nunca estará acabado,
Felicidade é Jesus Cristo no coração, que dá motivação para amar e ser amado.
Felicidade é a capacidade de viver, não reclamar, só agradecer, e perdoar para ser perdoado.
Vez por outra nos descobrimos presos a memórias felizes de um passado distante – o amor da adolescência, o momento de uma conquista, o trabalho dos sonhos – esquecendo que a vida nos reserva coisas incríveis neste aqui e agora na forma do amor definitivo, do trabalho que nos realiza, de conquistas autênticas apenas porque do passado ficam as boas lembranças, mas a felicidade real, tal como deve ser, só acontece neste agora!
No seu mundo, o agora é gentilmente presenteado pelos valores do passado, o amor sincero de outrora que traz a essência do seu coração à moda antiga, uma forma genuína de bênção,
A consistência de um viver profundo, simplesmente, imersivo entre o realismo e o lúdico, orquestrado pelo Poder Divino, que a faz perceber que o antigo quando tem valor não entra desuso
Assim como os versos que refletem a vida, o fulgor existente no espírito, descritos em algumas linhas, singularidades, sentimentos, continuidade, a verdade que não se desfaz com o tempo.
O amor jamais será válido se não ousarmos vivenciar o próprio passado. Aquele que não acumula memórias para serem frequentemente lembradas, perderá toda essência vivida prevalecendo o não desenvolvimento há dois.
O amor passado
Ainda choro, por um amor revelado
Somente por um coração
Que tanto cultivei e nada colhi
Tão pouca felicidade e ainda chorei
Pelas lagrimas no chão;
O deslumbre acabou
As magoas me frustrou
Meus olhos doem pelo que me dei
Meu amor foi castigado pelo que nem sei;
Restou-me uma esperança perdida
Ou uma frustração servida
Mas eu desejo o melhor
que eu posso oferecer... Felicidade!
Atiram-me uma bomba em meu passado, cuspiram em meu presente e a minha retribuição será o amor exagerado, pois o meu ponto fraco sem pré foi e sempre será os sentimentos mais carinhosos;
O meu amor próprio verdadeiro,
Fez com que eu deixasse de remoer um passado sem importância!
E me deu ânsia de me importar com o meu futuro...
E deu me base para me estabilizar ao meu caminho no presente;
Foi o Amor que fez com que Jesus (Deus), descesse dos céus (antes da criação - passado);
Foi o Amor que fez com que Jesus (Deus), morresse por nós (na Terra - presente);
Será o Amor que fará com que Jesus (Deus) volte pra nos levar pra morarmos eternamente com Ele nos céus (futuro);
Amor Eterno!
Ao amor do passado… dou-lhe o nome de eternidade; ao amor do futuro… dou-lhe o nome de felicidade; à falta de amor no presente… dou-lhe o nome de esperança.
O amor é uma essência divina e nele não há presente, passado ou futuro. Ele é tudo o que existe no espaço e no tempo.
Um novo amor
Ah!... poeta, que vive um novo amor
Existiu amor no passado? não interessa
Só se vive poeta, assim...
Com o novo amor.
E começa tudo do zero
Com esmero
Sem certeza de nada
Somente olhos e juízo para o novo amor.
Ah!... poeta, e agora?
Sem a saudade, sem as memórias
Como ficarão as folhas... brancas?
Não poeta, serão as novas histórias.
A voz ao telefone é a mais doce
As mensagens as mais suaves
Tudo é curiosidade, novidade, aventura
Para os poemas de amor.
Ah!... poeta, estás delirante
Tudo mais aprazível, verdejante
Vai durar por um tempo
E surgirão somente, poemas de amor.
Delicia-se poeta desses momentos
E quando tudo acabar
Volte ao seu jeito indomável
De escrever o dissabor.
Eis que voltei! À cidade, que sempre amei.
A Coimbra, onde também, no passado, o amor, encontrei.
Vim à cidade, onde estudar, não o fiz,
Porque Deus, assim não o quis.
Tanto desejei, Coimbra da universidade,
Mas não fui lá estudar, em verdade.
No passado, só encontrei, lá o amor.
Mas também, logo acabou, esse de Camões ardor.
Mas voltei a ti meu amor, à universidade hospital;
Tu minha cidade, do Mondego e do Sobral.
Onde Isabel, pão aos pobres, deu sem medo…
O rei enfrentou, porque teus filhos amou.
Também, oh Coimbra! De nada, tenho medo.
Mesmo doente! Porquanto, em ti, estou!
Lá no passado mora alguém
"O ser humano é uma coisa sem estatuto.
Despreza um amor de verdade pelas diferenças...
Depois, passa a sobreviver num amor de conveniência, onde até pode ser feliz;
em carinho, amizade, gratidão...!
Mas sua alma não esquece, que lá no passado mora alguém que arrebentou-lhe o coração."
☆Haredita Angel
Ah, o meu amor do passado...Coitado!
Tá velho, feio, barrigudo
e ainda pinta
o cabelo de preto graúna...
☆Haredita Angel- 10.02.21
