Recados de Amor

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"Toque em outro ser e cause alguma mudança, isto é amor."


Luz do Elixir

"Ninguém vai tocar em seus legados por amor, faça o mesmo, preserve-o. Só você sabe o quanto te custou chegar onde está, e por mais simples que pareça, a liberdade é o maior tesouro num
mundo de gaiolas."


O Duque

Sobre SER TIA...


Pouco se fala sobre o amor que nasce quando a gente se torna tia. Queremos proteger, cuidar, vibramos com cada pequena conquista.


Não chega perto da maternidade, mas é um amor, que, de alguma forma, nasce dentro de nós.


Talvez seja por isso que, quando alguém diz: "fala com a tia", mesmo que não seja sobrinho, o coração entende tão rápido.


Porque "tia" não é só um nome . É um lugar no coração de alguém.


Ser tia é descobrir que existe um amor capaz de transcender qualquer laço de sangue, qualquer explicação, qualquer medida.


É amar uma parte da nossa família como se fosse uma parte de nós!

POEMA INEVITÁVEL


Eu queria falar sobre deus, sexo, política, amor e trivialidades; mas me colocaram uma carapuça, e fui treinado a ser um personagem.
Depois, quis me tornar poeta, músico, filósofo e até ator. Porém, descobri que, desses, eu já tinha me tornado ator, não por opção, mas por imposição das situações, e sufoquei os outros personagens.
Eu quis me tornar um humanista, um sociólogo, talvez antropólogo, filólogo e até defensor de causas perdidas ou ganhas. Acontece que meu personagem não discute muito com minha dignidade: meu lado ator sempre vence quando a conveniência grita mais alto!
Enfim, decidi partir para as trivialidades da vida, já que não me restavam muitas escolhas. Eu tentei ser muitos, e acabei não sendo eu. Então, fiz da vida minha luta, minha sobrevivência, minha causa (também por imposição). Ergueri um castelo de sofismas, e o meu estandarte foi tremular pequenas ideias que não eram minhas. Lutei bravamente para anunciar, dentro de mim, um poema inevitável, confrontando meu personagem que, por conveniência, acabou sufocando o eu iludido que achava que era eu!!!


#israelsoler

Amor de infância
O meu amor de infância
Um amor sem malícia
Um amor sem querer
Cujo prazer estar no ver
O meu amor de infância
Passou, acabou
A juventude chegou
Chau, chau meu amor.
O meu amor de infância
O tempo levou
Vieram os desejos
Que o despedaçou
O meu amor de infância
Que dor, que dor
Acabou, passou
Fui meu amor.

"Onde não existe sabedoria
não existe
paz, onde não existe paz
não existe amor e onde não
existe amor
não existe justiça: aquilo que para você é
visto como evolução, aventura
ou novidade,
para mim é percebido como repetição
vazia, superficialidade ou falta
de propósito."


Álbum: O Mundo Jaz no Maligno


(Autor-desconhecido)⁠

Sabe.... um dia eu escrevi
O amor humano é a contradição do ditado querer é poder. Por ser individual, nem sempre encontra reciprocidade.
Minha vida é a contradição da geologia, psicologia e talvez a alma da filosofia... Pelo benefício da dúvida.
Como a psicologia pode rotular algo que evolui cem anos em seis meses?
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j

Ninguém pertence a ninguém, a única coisa do outro que nos pertence é o afeto, o amor que lhes dedicamos! E isto é tudo! É o suficiente para sermos de alguém se quisermos ser, mas isto não faz do outro nossa propriedade, somos nós quem nos doamos, e que reste claro que isso deve ser sem querer nada em troca.
Se o outro se doar estaremos no céu, caso contrário, nos resta apenas o sentimento.

⁠O sinônimo da liberdade é viver a vida intensamente com amor. O segredo do amor é o inverso disso. Já a vida, é semelhante a este e igual àquela, mas com direito de recomeçar tudo outra vez quantas vezes for possível, até deixar tudo intensamente como exemplo de dedicação no vão do tempo, para que seja multiplicado no meio do mundo à superação da própria vida.

O amor também saiu às ruas




Uma crônica carioca sobre política, encontros e a estranha esperança de começar de novo.


O Rio de Janeiro tem dessas coisas: transforma qualquer acontecimento em espetáculo. Uma chuva de verão vira tragédia, um gol no Maracanã vira assunto de família, e a vitória de um presidente pode fazer da Cinelândia um lugar onde até os desconhecidos parecem ter alguma coisa em comum.


Naquela noite, o Centro estava tomado por gente. Havia bandeiras vermelhas, cartazes improvisados, vendedores de cerveja, ambulantes disputando espaço com os manifestantes e senhores de cabelos brancos abraçados como se tivessem acabado de reencontrar irmãos que a vida lhes roubara. Do alto dos prédios antigos, as janelas abertas pareciam camarotes de um teatro popular. A cidade inteira tinha descido para a rua.


O presidente de esquerda havia vencido.


Para alguns, era a confirmação de uma esperança antiga. Para outros, apenas mais um capítulo de uma história que nunca terminava como deveria. Mas, naquela noite, pelo menos entre as pessoas reunidas na praça, havia uma vontade quase infantil de acreditar que o futuro ainda podia ser diferente.


Clara chegou sozinha, depois de sair do trabalho. Trazia uma bolsa grande demais para o pouco que carregava, o cabelo preso de qualquer maneira e o cansaço de quem passara o dia inteiro atendendo pessoas que não sabiam seu nome, embora dependessem do seu trabalho. Tinha trinta e poucos anos e já aprendera a desconfiar das grandes promessas. Ainda assim, guardava dentro de si uma espécie de teimosia que não lhe permitia desistir completamente.


Não fora à comemoração por acreditar que um presidente pudesse resolver a vida de todo mundo. Fora porque precisava estar em algum lugar onde as pessoas ainda tivessem coragem de desejar alguma coisa.


Roberto estava ali pelo motivo oposto, embora talvez fosse o mesmo.


Tinha chegado cedo, carregando uma bandeira enrolada debaixo do braço e uma pequena garrafa de água no bolso de trás da calça. Durante anos, acompanhara eleições, manifestações, greves e derrotas. Já vira amigos abandonarem a militância, casamentos acabarem por divergências políticas e homens que discursavam sobre o povo serem incapazes de tratar bem o garçom que lhes servia o almoço.


Acreditava na política, mas desconfiava dos políticos. Era uma contradição que aprendera a carregar sem fazer muito barulho.


Conheceu Clara por causa de uma cerveja.


Na verdade, foi por causa do empurrão de um rapaz que passava apressado, tropeçou no pé dela e quase derrubou a bebida que Roberto segurava. Clara conseguiu se desviar, mas o líquido terminou espalhado na camisa dele.


— Pronto — disse ela, olhando a mancha. — A revolução começou e já deixou um ferido.


Roberto olhou para a própria camisa, depois para ela.


— Pelo menos não foi uma revolução armada.


Clara riu. Riu com vontade, sem aquela educação automática que as pessoas usam para demonstrar que ouviram uma piada. E Roberto, que já não se lembrava da última vez que uma desconhecida lhe arrancara uma risada assim, sentiu uma alegria desproporcional ao tamanho do acontecimento.


Ofereceu-lhe a cerveja que restava.


Ela recusou.


— Depois dessa, acho melhor você beber a sua longe de mim.


— Justo. Mas posso oferecer outra. Sem riscos para a democracia.


Foi assim que começaram a conversar.


Primeiro falaram da festa, das bandeiras, do calor absurdo que fazia no Centro do Rio mesmo depois que o sol desaparecia. Depois discutiram o resultado da eleição, cada um apresentando suas ressalvas, suas expectativas e seus receios. Concordaram em algumas coisas, discordaram de outras. Clara achava que Roberto tinha uma confiança excessiva na capacidade das pessoas de mudar o mundo. Roberto achava que Clara usava o desencanto como quem veste um casaco em pleno verão: não porque estivesse com frio, mas porque tinha medo de sentir alguma coisa.


Ela não gostou da observação.


— Você sempre analisa as pessoas assim?


— Só quando estou tentando impressionar alguém.


Clara ergueu as sobrancelhas.


— Então está fazendo um trabalho péssimo.


Ele riu, e ela também.


A multidão começou a cantar. De algum lugar, uma voz puxou uma música antiga, dessas que sobrevivem a governos, modas e derrotas. Outras vozes acompanharam. Uma senhora dançava com um rapaz que poderia ser seu neto. Dois homens discutiam perto de uma banca de jornal, enquanto um vendedor gritava o preço da água mineral. Um casal se beijava sem prestar atenção ao palanque.


O Rio continuava sendo o Rio, indiferente à solenidade dos acontecimentos.


Roberto perguntou a Clara se ela acreditava que as coisas melhorariam.


Ela demorou a responder.


Olhou para as pessoas reunidas na praça, para os rostos suados, para os cartazes escritos à mão, para aquela gente que voltaria na manhã seguinte aos ônibus lotados, aos salários insuficientes, aos patrões impacientes e às contas que não se comoviam com resultados eleitorais.


— Acho que as coisas precisam melhorar — respondeu. — Não sei se é a mesma coisa.


Roberto ficou em silêncio por alguns segundos.


— Talvez seja por isso que a gente continua vindo.


Clara olhou para ele. Havia algo de bonito naquela resposta, não pela originalidade, mas pela maneira como ele a pronunciara. Sem levantar a voz, sem tentar vencer uma discussão, sem transformar uma conversa entre duas pessoas numa oportunidade de provar que estava certo.


Naquela cidade, onde todo mundo parecia ter uma opinião pronta sobre tudo, encontrar alguém disposto a permanecer em silêncio depois de uma frase era quase um acontecimento romântico.


A noite avançou. A comemoração foi perdendo o fervor inicial, e as pessoas começaram a se dispersar pelas ruas. Alguns seguiam para o metrô, outros procuravam os amigos, e havia quem permanecesse ali apenas porque não queria voltar para casa tão cedo.


Clara disse que precisava ir embora.


Roberto perguntou se ela morava longe.


— Longe o suficiente para não voltar aqui só por causa de uma cerveja.


— E perto o suficiente para voltar por causa de outra?


Ela sorriu, mas não respondeu imediatamente. Pegou o celular, desbloqueou a tela e estendeu-o para ele.


— Coloca seu número. Se eu gostar da conversa, talvez eu escreva.


— E se não gostar?


— Você terá perdido cinco minutos da sua vida. A democracia sobrevive.


Roberto digitou o número e devolveu o aparelho.


Não houve beijo naquela noite. Nenhuma declaração, nenhuma promessa feita sob as luzes dos postes, nenhum daqueles gestos grandiosos que o cinema inventa para convencer as pessoas de que o amor chega acompanhado de uma trilha sonora.


Houve apenas um abraço rápido, um sorriso demorado e a sensação estranha de que a cidade, por alguns instantes, parecera menos imensa.


Clara desceu em direção ao metrô. Roberto ficou parado, observando-a desaparecer entre as pessoas. Depois caminhou até a Avenida Rio Branco, com a bandeira debaixo do braço e uma mancha de cerveja secando na camisa.


Naquela madrugada, Clara escreveu primeiro.


Perguntou se ele havia chegado bem.


Roberto respondeu que sim e perguntou se ela também chegara.


Ela disse que sim. Depois conversaram sobre coisas pequenas: o trabalho dela, o livro que ele estava lendo, a dificuldade de encontrar um café decente no Centro e o fato de ambos considerarem o preço do aluguel uma forma particularmente cruel de ficção científica.


Conversaram no dia seguinte. E no outro.


Duas semanas depois, encontraram-se para tomar café na Lapa. Um mês mais tarde, caminharam pela orla de Botafogo, discutindo sobre cinema. Na primeira vez que deram as mãos, nenhum dos dois disse nada. Talvez porque certas coisas, quando finalmente acontecem, dispensam explicações.


Apaixonaram-se sem perceber o instante exato em que isso aconteceu.


E talvez essa seja a parte mais curiosa da história: enquanto milhões de pessoas discutiam o significado daquela eleição, duas pessoas descobriam o significado de esperar uma mensagem, de guardar uma história engraçada para contar a alguém, de reconhecer um passo na calçada e sentir que o dia, afinal, não tinha sido tão ruim.


Não deixaram de se preocupar com a política. Continuaram discutindo o país, cobrando promessas, criticando decisões e desconfiando de discursos fáceis. Descobriram, inclusive, que o amor não torna ninguém menos teimoso. Às vezes, apenas oferece uma pessoa diante de quem vale a pena admitir que se pode estar errado.


Meses depois, quando já namoravam, Clara perguntou a Roberto se ele se lembrava do que sentira ao saber do resultado daquela eleição.


Ele pensou um pouco.


— Lembro que achei que alguma coisa poderia mudar.


— E mudou?


Roberto olhou para ela. Estavam sentados num bar pequeno, numa rua movimentada do Rio. Ao lado da mesa, um garçom tentava equilibrar três pratos; na calçada, um homem discutia com o motorista de um táxi. A cidade seguia seu curso, barulhenta, imperfeita e absurdamente viva.


— Mudou — respondeu. — Mas não exatamente do jeito que eu imaginava.


Clara sorriu e encostou a mão na dele.


A vitória de um presidente durava uma noite nas ruas e anos nos livros de história. Seus efeitos seriam discutidos durante muito tempo, entre esperanças realizadas, promessas adiadas e desilusões inevitáveis. Nenhuma eleição, por mais celebrada que fosse, poderia garantir a felicidade de um país inteiro.


Mas naquela noite, entre bandeiras, cerveja derramada e desconhecidos cantando na Cinelândia, alguma coisa havia acontecido que não apareceria em nenhuma pesquisa, em nenhum discurso e em nenhuma fotografia publicada nos jornais.


Dois estranhos tinham se encontrado.


E, por mais que parecesse pouco diante dos problemas do mundo, talvez fosse assim que certas mudanças começassem: não com a certeza de que tudo daria certo, mas com a descoberta de que, apesar de tudo, ainda valia a pena caminhar ao lado de alguém.


Porque o país continuaria dividido, os políticos continuariam sendo políticos, as contas chegariam no fim do mês e o ônibus continuaria demorando mais do que deveria.


Mas Clara agora tinha alguém para quem contar as histórias do dia.


E Roberto, que passara tantos anos procurando motivos para acreditar no futuro, descobrira que às vezes o futuro não se apresentava em palanques, não usava gravata e não precisava de milhões de votos.


Às vezes, o futuro era apenas uma mulher rindo de uma camisa manchada de cerveja, numa noite quente do Rio de Janeiro.


E isso, por si só, já era uma boa razão para voltar à rua.

⁠Cheguei a conclusão que o dinheiro compra amor, mas, naquelas pessoas que são ambiciosas, avarentas que se vendem e se entregam na luxúria e lascivia em troca de bem estar financeiro e conforto. Não deixa de ser uma prostituição passiva.

As pessoas estão colocando dinheiro e carreira acima do amor. Trabalhar, não trabalhar, ganhar mais ou menos deveria ser segundo plano, a prioridade deve ser casar por amar, por gostar da pessoa, por querer dividir a vida com ela, sem interesse de dinheiro ou status.

Plantar amor em alguém é como plantar uma flor no deserto. Nem todas crescem, algumas morrem sem florescer.


Coxe Motivacional 👑
frases autorais

Amor não é quem diz que se importa, é quem pergunta como você passou o dia quando ninguém mais pergunta.


Coxe Motivacional👑
frases autorais

Título: Angela, Meu Amor, Meu Presente de Deus


Angela, meu amor...[Introdução – Falado]
Angela, meu amor...
Desde aquele primeiro de dezembro,
minha vida nunca mais foi a mesma.
Deus sabia o que estava fazendo
quando colocou você no meu caminho.


Foi primeiro de dezembro que eu conheci você,[Verso 1]
Foi primeiro de dezembro que eu conheci você,
Uma alegria tão bonita que me fez renascer.
Você chegou de mansinho e conquistou meu coração,
E hoje eu vejo que era Deus escrevendo essa paixão.


O tempo foi passando, nosso amor só aumentou,
Construímos nossa história, nossa família se formou.
Hoje estamos casados, de mãos dadas pela vida,
Você é minha companheira, minha paixão preferida.


[Pré-Refrão]
E quando olho pra você, agradeço ao Senhor,
Pela esposa que me deu, pelo nosso grande amor.
Nas lutas e nas vitórias, não soltamos nossas mãos,
Pois Deus é o alicerce da nossa união.


[Refrão]
Angela, eu te amo, minha menina, minha mulher,
Você é meu grande amor, meu abrigo e minha fé.
Deus nos uniu nesta vida, e ninguém pode apagar
Essa história tão bonita que ainda vamos contar.


Hoje eu tenho duas mulheres que moram no coração:
Minha esposa, minha Angela, e minha filha, minha paixão!
E o Marcos, nosso menino, é presente do Senhor,
Nossa família é a riqueza, nossa vida é nosso amor!


[Verso 2]
Angela, minha querida, quantas coisas já vivemos,
Entre sonhos e batalhas, lado a lado vencemos.
Trabalhando e prosperando, construindo o nosso lar,
Com a bênção do Deus vivo, temos força pra lutar.


Você não é só esposa, é amiga e companheira,
É meu sonho realizado, meu amor pra vida inteira.
E se o tempo passar e os cabelos embranquecerem,
Vou te amar como no começo, não importa o que vier.


[Ponte – Emocionante]
Primeiro de dezembro, jamais vou esquecer,
Foi o dia em que a vida me presenteou com você.
Marcos e Kelly, nossos filhos, nossa bênção, nosso chão,
São os frutos mais bonitos do amor e da união.


E se eu pudesse escolher mil vezes, eu escolheria você,
A mulher que Deus me deu e que eu nunca vou esquecer.
Angela, minha menina, minha mulher, meu bem-querer,
Até o último dos meus dias, eu só quero amar você!


[Refrão Final – Com emoção]
Angela, eu te amo, minha menina, minha mulher,
Você é meu grande amor, minha força e minha fé.
Deus nos uniu nesta vida, e com Ele vamos caminhar,
Envelhecendo abraçados, sem jamais deixar de amar.


Hoje eu tenho duas mulheres que são parte de mim:
Minha esposa e minha filha, dois amores sem fim!
Marcos e Kelly, nossa história, nossa maior inspiração,
Angela, você é pra sempre a dona do meu coração!


[Final – Falado, voz suave]
Angela...
Eu te amava quando te conheci,
te amo hoje, como minha esposa,
e vou te amar por toda a minha vida.
Obrigado por ser minha companheira,
por construir essa família comigo.
Que Deus abençoe nosso casamento,
nossos filhos e nosso lar.
Eu te amo, minha menina...
Eu te amo, minha mulher.
Pra sempre, Angela! ❤️

"Amor nas atitudes solitárias, mas tristezas no desenrolar de um caminhar."

Minhas Confissões

"Nunca desaprenderia falar de amor,
mas aprendi que é melhor sentir,
sentir em mim mesmo antes
do dizê-lo."

Mário Sérgio

O VOSSO AMOR
EU DECLARO
MUI BONITO.


PARA O POETA
QUE EU SOU
E INSPIRO.

A VIDA E A POESIA
SE COMPLETAM.


ASSIM QUE O AMOR
É ESCRITO NO VERSO.

DAS PRENDAS DO LAR.


O AMOR
DE UM CASAL DE FAMÍLIA
É UM RIO QUE CORRE
COM ESPERANÇA
E ALEGRIA