Recados de Amor
Não espere uma tragédia acontecer para valorizar, amar ou pedir perdão.
Não espere o amanhã pois pode ser tarde demais ! Somos frágeis demais diante dos imprevistos e imprecisões da vida.
Não devemos confiar em fazer amanhã o que podemos fazer hoje, já existem muitas pessoas assim, então não seja mais uma, faça o que tem que fazer hoje com intensidade
Obs: DEMONSTRE O QUE SENTE
Adoro essa sua ousadia
esse jeito atrevido cheio de malícia
e autossuficiente de me amar
deixando em mim as digitais
do teu amor.
Sinto falta da época,
Que andar na rua, era sossego.
Que brincar, era com brinquedo.
E amar, era momento (eterno)
Sinto falta
Das conversas, as risadas sem medo.
Das piadas sem preconceitos.
Do caminhar de qualquer jeito
Sinto falta
De cantar sem entender
De pular sem perceber
De amar sem corresponder
Sinto falta
De um mundo imperfeito
Mas que no fundo, todos tinham respeito
E não viviam com medo de viver
Essa história é de um tempo
Em que a tecnologia não havia
Corrompido vida.
Pois hoje se corrompe até
mesmo o feto antes de nascer.
desisto de te amar
por uns instantes olho a madrugada
que colore de cinza as estradas
da minha cabeça
temos poucos anos e uma bagagem densa
Devo amar calado o triunfo crepuscular da juventude,
Seus beijos ao mar e sua oferenda de mistérios,
Na rosa oblíqua de um chamado puro,
Na vastidão precária dos instantes.
pra me amar e ter inteira, riso largo,
a face serena sem expressões franzidas ou teatrais,
é preciso drama, camarada:
os olhos a me caminhar, venerar, buscar;
fazer exigências, oferecer um lenço azul, um título ktke;
há que me torcer o esternoclidomastóideo;
morrer de amor, porre, guerrilha e poesia.
Vacante...
Amo-te muito
Como poucos sabem amar
Minha alegria, pouco sensata
Se cega, alvorecendo em penar
Amo-te tanto e tão distraído
Num sentimento que vaga
Entre o céu e uma estrada
Equivocada, tão distante de ti
Amo-te puro, mouco e sem voz
E a mim, nada mais importa, além de nós
E meu coração acredita e se entrega
Apaixonado, perdido... em elã assaz
Amo-te fiel e sem culpa
Sei de seus desatinos e venturas
Mas silente, ferido e distante
Desfaço os nós desse amor vacante
DE ONDE VÊM A POESIA?
Não há uma fonte exata,
Poeta é Poeta.
Não sabe falar sem amar,
Não sabe sentir sem declamar,
Não sabe viver sem fugir,
Poeta é fugitivo das metamorfose ambulantes,
Poeta é as linhas escuras em folhas claras.
Ainda bem que Jesus pediu para amar, não para gostar dos inimigos. Gostar significaria uma dimensão de sentimento, carinho, de afeto, de afeição. Jesus sabia que isso era impossível, desnecessário e beirando a hipocrisia. Mas o amor não é um desabafo sentimental, mas uma decisão de vida. Isto significa, no limite, não desumanizar quem nos desumaniza; não monstrificar quem nos monstrifica; não devolver com violência quem nos ataca. Significa sempre ver no algoz um ser humano. Amar não é baixar a cabeça, deixar de denunciar ou enfrentar as opressões, ao contrário. Amar é sempre reconhecer no outro humanidade e isso é revolucionário e difícil demais.
Vivendo um explícito desejo de amar, me encontro na incerteza de um alguém pra me completar, saciar essa louca vontade e aplacar esse insaciável desejo, loucura plena na lucidez, sentimentos exaltados, feronômios liberados, o torpor dos corpos, o calor das almas sedentos de prazer e dor, e porque não de amor!!!
Jesus nos ensina que amar é servir, é viver a obediência e a humildade. Antes mesmo de sua encarnação no ventre da Virgem Maria já havia nos escolhido, sabia de todos os momentos que iríamos rejeitá-lo, Ele sempre soube de nossas misérias, porém mesmo assim aceitou morrer por nós.
