Realmente Nao sou Perfeita nem Dona da Verdade
Silenciar quando se deseja gritar não é fácil, mas não há dor que o tempo não cure, não há oração que Deus não responda e nem silêncio que dure para sempre.
A isso eu chamo de milagre, a delícia de sorrir e sentir no coração a alegria de que o deserto tem prazo de validade e é no deserto que Deus nos ensina quão valioso é o silêncio sentido no íntimo de nosso ser.
E assim, grata a Deus, já não sou silêncio, sou gratidão!
Nenhuma história que começa tem fim !!! talvez não seja mais escrita, mais não quer dizer que não seja vivida em algum coração !
O que você ama não deve ser o que você gostaria que fosse, pois quase sempre você ama sua ideia de um desejo construído sobre aquilo que você espera do outro. E sua ideia sobre o que deseja esperar do outro torna se concreta e vira uma "realidade", a isso damos o nome de paixão, mas não passa de um amor próprio, um amor egocêntrico. O problema é quando prevalece o "amor egocêntrico" após a paixão.
Então tu deve amar não como pensa nem o que deseja, mas como é, sem se prender na ideia, só no aqui e no agora. Isso meus amigos, é Amor-Fati.
Pois esse "amor egocêntrico" te impede de ver o outro como ele é, e tudo aquilo que vai contra a imagem que você criou, do próximo, fere o seu eu, o seu ego, e ainda te faz culpar o outro por algo que nunca existiu, só você que não viu.
Ame como é, não como deveria ser ao seu desejo.
A sobrevivência do homem na selva de pedra não está relacionada a sua força, também não está baseado em suas lutas, mais sim o quanto você resisti. É uma questão de resistência.
A questão crucial para uma pessoa que não compactua com o sistema religioso é; o que somos na vida, não o que fazemos. Existe uma diferença em ser e fazer, eu sou e faço, mas não faço pra dizer que sou.
Faça seu melhor sempre, não espere nada de ninguém seja sempre você mesmo não se venda nem troque o seu eu por nada, porque ninguém faria por você e se o fez aguarde, às vezes o boleto atrasa...
"O INTELECTO QUE NÃO MURCHA"
Belas miúdas!
Ancas carnudas
Seios parados,
Homens alertos
Face bonita,
Corpo da Nita.
ESCOLA! NEM PENSAR.
São as mulheres de hoje.
Preocupadas com as tissagens caríssimas, aliás, estas custam caro, equiparadamente à 50 sacos de cimento, ou seja, carregam casas e outras coisas valiosas sobre as cabeças.
Este é um alerta às mulheres:
(Invistam na mente enquanto jovens, pois, daqui a 40 anos, as ancas cairão, a formusura murchará, os seios murcharão, enfim, a beleza toda atrofiará, mas se existe algo que jamais murcha ou atrofiará, esse algo é O CONHECIMENTO).
Curtam e alimentem a vossa ânsia e ambição, mas lembrem de alimentar o intelecto também.
Não digo que não devem cuidar-se, tratar-se devidamente e ou comprar objectos que contribuam para a beleza feminina. Muito pelo contrário, a beleza é uma das coisas que atraem a ala masculina, mas, mais do que atrair os homens, existe algo que mais vale investir nele, e esse algo, é o INTELECTO.
Pense, porque o pensamento e livre. Podem amarrar teu corpo, mas não amarrarão as engrenagens da mente. Pode ate calar tua boca, mas não calarão a voz dos teus pensamentos.
Eu não quero ter o comando das palavras;
Dos dogmas, dos valores alheios que não os convivi;
Quero seguir por minha convicção;
Dá para perceber o que digo?
Quero o sentido da minha direção;
Quero me colocar perto e, não distante de mim mesmo.
Disso, não devo me afastar.
Estou próximo, mas muito próximo de mim.
Vi-te, embora tu não percebesses a minha presença;
Viajei no tempo, revigorei a minha alma;
Senti a tua pele delicada e, como delicada, só para mim;
O calor da tua mão entrelaçada a minha;
A tua presença física marcante ao meu lado;
Como se fosse um só corpo a nos conduzir;
Numa só direção e ficta, embora assim transpareça;
Viajei no tempo, retroagi a outrora;
Mas estávamos ali, um ao lado do outro;
Tu não vás me entender nesse momento;
Mas um dia te farei ao menos compreender, o que aqui escrevi.
Vi-te, embora tu não percebesses e, te senti muito perto de mim.
O quão linda tu és que os olhos não param de te avistar e sacolejar em tua direção;
Linda na imponente estatura do corpo que preenche os olhos de quem te vê;
Linda na voz mansa e adocicada que extravasam em palavras que retratam admirável expressão de te ouvir;
Linda no brilho dos olhos que te é peculiar e que vazam no inconteste rumo da vida;
Linda na alma que emerge do teu corpo para fora em tuas ações e, em quaisquer situações;
E o coração? Eternamente lindo que nada precisa ser dito dele ou, a respeito dele. Ele fala por ti;
Tu trazes paz e prazer aos olhos que sem pestanejar revelam a enorme vontade de te ver;
E, porque não dizer que tu és linda em tudo e que tudo em ti se exterioriza em brilho único;
Remontam-se os anos;
Agitam-se os tempos que passam numa velocidade sem parar;
É o ciclo madural da vida que trazem as inexoráveis marcas ao corpo;
Que venham essas marcas;
Mas, é assim que te vi;
É assim que te vejo e;
É assim que eternamente quero te ver: linda, perenemente linda e, sobretudo, feliz, muito feliz.
A vida não é só doce, muitas vezes é amarga e bota amarga nisso. Todos nós passamos por nossas angustias, tristezas e turbulências que nos colocam muito pra baixo. Mas devemos entender que o ciclo da nossa vida é assim mesmo. Impõe-nos obstáculos que devemos superá-los. Faz parte dela. Todos nós somos assim. Todos, sem exceção. Pense positivamente e coloque na sua mente que tudo ao final vai sair bem. Que esses obstáculos serão superados e que a vida amanhã será muito melhor. Diga pra si que você será feliz, que você se merece. Que você é nova, bela, desejada e que tem tudo para prosperar. Pense no que a vida te ensinou e o que você poderá tirar melhor de aproveitamento desses ensinamentos. Isso fará bem pra você. E eu estarei torcendo para que você seja feliz. E quando você se sentir assim, lembrará que vale a pena viver e viver intensamente, pois este é o maior bem que temos e que Deus nos confiou.
Porque não viajar aos nossos tempos de quando éramos crianças?
Voltar as nossas raízes;
Mergulhar um pouco naquilo que está guardado para sempre dentro de nós.
O mato, o campinho improvisado da bola, os criadouros dos passarinhos;
Os pássaros soltos cantando sem parar, a casa do João de barro;
As soltadas das pipas.
As brincadeiras do pique – esconde, o amarelinho;
Todas as outras simples brincadeiras que nos faziam felizes;
Nada é segredo dessa época.
Porque não lembrar do lugarejo sem luz em que vivíamos?
A lama que enlameava o pé na rua de barro ao cair da chuva.
É .... O chão era mesmo de terra batida;
Lembrar da poeira num calor brando ou forte depois do secar das águas das chuvas;
Essa fase passa e aí vem a nossa adolescência.
E porque não viajar também aos nossos tempos dela?
Era o pré-vestibular para o inicio da nossa maturidade, não é verdade?
O primeiro emprego numa birosca de miúdos;
O conviver com a turma da cachaça que nela servíamos;
O uso da sinuca como instrumento de brincadeira dessa fase mais madura.
A caminhada até o colégio público.
O chegar à casa um pouco mais tarde do habitual;
As broncas dos nossos pais.
E o primeiro namoro porque não lembrar?
O primeiro namoro que quase sempre se constitui no primeiro grande amor da nossa vida.
Ele sempre nasce nessa fase da nossa vida;
O primeiro beijo que não sabíamos dar e que tivemos de aprender;
Aquele amor que pra onde íamos o carregávamos de forma intensa;
Como uma joia preciosa imperdível que não precisava lapidar;
Como se fosse algo infinito;
Que nunca acreditávamos que fosse acabar.
Lembrar de tudo isso nos dá saudades;
Porque tudo é absolutamente inesquecível.
Carlos Drummond de Andrade a respeito do tema, disse:
“Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa; se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.”
Tu estás revelando na exposição da própria imagem difundida, o lado da pessoa que não conhecia. Estou mais distante de ti.
William Shakespeare disse: “Não é que você seja diferente, mas é que ninguém consegue ser igual a você."
E Shakespeare disse isso se referindo logicamente as pessoas de modo geral.
Todos somos diferentes e nesse particular, todos nós já tivemos a oportunidade, é claro, de conhecer pessoas bem diferentes. Nós somos a rigor diferentes.
E, dentro desse contesto, conheci tempos trás um rapaz que era casado e em dada ocasião, numa conversa amistosa e despretensiosa que tive com ele me disse: “não ouso ir ao encontro da minha mulher sem antes avisá-la”.
Perguntei-lhe então porque haveria de comunicar antes a sua mulher e ele me respondeu: “Vivo com ela bem e não quero correr o risco de ver algo que não me agrade. Não sei se algo existe ou acontece, mas, prefiro não me arriscar e valorizar a vida que vivemos.”
Anos após eles se separaram ela ditou as normas dessa separação.
Ele tudo aceitou sem contraponto e me dizia: “Não quero atrito com a minha ex-mulher. Tenho dois filhos e sem atritos não terei problemas de relacionamento com eles e com ela, mesmo estando separado.”
Um estilo de ver a vida.
E o tempo passou, passou, quando surpreendentemente o rapaz passou a namorar a sua própria ex-mulher.
Nunca mais viveram como casados. Eram namorados e assim levaram a vida até que um dia ele faleceu e tudo acabou.
Conheci outro casal que vivia maravilhosamente bem. Ela evangélica e ele não.
Um dia a mulher tomou a iniciativa de propor de forma peremptória o rompimento do casamento. Um baque para ele. Para ela não que já tinha outro amor para por em seu lugar.
Ele, com um amor imensurável que tinha pela mulher abriu mão da sua participação nos bens do casal (três carros e quatro apartamentos), numa tentativa de reverter a sua situação, porque tinha certeza numa reconciliação posterior.
Ficou na mão, sem nada e, ela casada com o outro e com os bens que ambos construíram.
Outro estilo de vida.
Vi casais em que um deles resolveu investigar a vida do outro.
Contratou investigador particular e descobriu que estava sendo traído.
Com a certeza da traição resolveu partir para o confronto e se separou sem querer se separar. Fez o jogo da outra.
Mas vi também casais em que um sabendo que estava sendo traído pelo outro resolveu ignorar o fato levando a vida como se nada estivesse acontecendo, com sofrimento ou não.
Deixa a vida me levar, vida leva eu, como diz a canção.
Mais um estilo de vida.
Como disse William Shakespeare: “Não é que você seja diferente, mas é que ninguém consegue ser igual a você."
Meu maior medo é que vocês um dia briguem e não tenha volta. Isso seria a minha maior derrota como mãe. Eu criei vocês para o amor, pra ser sempre muito feliz, pois eu amo muito vocês, minhas filhas.
Se vamos levar o que somos
E não o que temos, por que
Nos preocupamos em juntar
O que não vai dar pra levar?
Guria da Poesia Gaúcha
A minha vida não é um livro aberto, já que
São cinco em que me relato, deleto e delato!
Guria da Poesia Gaúcha
