Real
o que é real?
o que você acha que real?
dentro deste mundo o que é real?
tudo um político diz é real?
suas animações são reais?
tudo que se permite viver e real?
porquê a realidade te assusta?
compreenda verdade que te cerca!
o mundo real esta mais perto que acha..
achismo é um caminho sem volta.
entenda sua realidade, e assim nao perturtube a derradeira realidade....
acorde, acorde, seu mundo nao é real....
Libertino do capitalismo...
Entre dilúvio das moedas queimadas.
O real motivo e o real em seus bolsos
No peito uma camisa ver e amarela.
Traidor de uma patria
Doma o povo com ossos e resto de comida...
Filhos da alienação, palhas de um patria.
Somos esquecidos numa prisão de balelas discursos falsos.
Eco centrismo da palco ao empobrecimento do intelecto político e desequilíbrio de tomar decisões.
Vemos aglomerados de pessoas tornando se evidência da coisificação.
Na alienação dos nossos pensamentos..
Caverna de Platão nunca foi tão real,
Abriu se mundo da nova carvena,
A carvena era um buraco na parede com uma fogueira algumas pessoas em volta alguém alimenta o fogo e outro conta histórias.
E outros caçam comida que era pouco e também levam alguns peixes e cascas de arvore e raízes. Esta comida seria suficiente? A uma pirâmide de sobrevivência? Alienação de sair da fogueira será obstáculo intelectual? Para liberdade moral?
Hoje em dia Caverna está cabeça de cada um de nós celulares e computadores são as verbais visuais histórias contadas pelo xamã o que somos diante da pirâmide ancestral.
A escravidão daqueles dias continuam os escravocratas são mesmos donos da sua vida ate que seja substituido...
25 de março mundo real de batedores de carteira trombadinha.
Gente trabalhadora vem de outros paises buscar pouco de dignidade.
Polícia e fiscais fazem batidas contantes de mercadorias ilegais depois vendem para outros ambulante ou em suas proprias lojas.
A prostituição no meio dia nos edifício do centro pois não tem mais o treme treme... foi demolido.
Shopping da vinte cinco produtos chineses legais e ilegais.
Comida vendida na rua sem higiene igual a india ou pior.
Tem gente vem fora do estado de São Paulo para comprar vem ônibus clandestinos, e também de fora do pais do mesmo jeito clandestinos. Preço barato.
Outros vem pelos terminais de onibus.
Fazem contrate da feirinha da madrugada renda da famílias estão ali produto baixos e de boa qualidade.
Muitas vezes povo vai de carro ou taxi e tem gente se aproveita desta condição rouba as mercadorias.
Os eletrônicos são expostos atrativos.
Ate camelos perfumes falso cheios de agua. Logo ali perto carne porco exposta calçada e peixes e mariscos no sol escaldate.
O contraste com maquina de carne e suco gelado barado rápido ate os mosquitos gostam.
As ruas cheias dão contraste com policiais e metro cheio. Os ônibus são outra aventura.
Saúde existencial
Qual é o sentido da minha vida?
Como minhas escolhas refletem quem eu realmente sou?
Posso viver com significado mesmo diante da incerteza ou sofrimento?
Como eu lido com minha própria finitude (morte, perdas)?
Estas perguntas não têm respostas simples, mas fazem parte do processo de construção de uma vida mais plena e autêntica.
favorita.
Sabe quando a gente cai na real que aquela é a nossa pessoa favorita no mundo?
Não que fosse um mistério. Não que eu não soubesse antes. É mais como se, em algum momento, a vida começasse a apresentar as confirmações necessárias, as provas cabais de uma coisa que, no fundo, a gente já sabia. Como se o quebra-cabeça complexo que somos nós finalmente encontrasse uma peça que sempre pareceu ter sido feita exatamente para aquele espaço.
E o mais bonito é que essas confirmações nunca vêm em grandes acontecimentos.
Elas vem nas coisas mais simples do mundo.
Vem no cotidiano, naquele lugar onde ninguém está tentando impressionar ninguém, onde o amor não precisa fazer discurso porque está ocupado demais existindo. Vem numa mania que só aquela pessoa tem, numa maneira específica de rir, em uma frase que ela sempre fala, no jeito incomparável de enxergar alguma coisa. Vêm nos defeitos que, de tão únicos, acabam deixando de parecer defeitos. Naquelas pequenas particularidades que poderiam passar despercebidas para qualquer pessoa, mas que, para quem ama, se tornam quase uma impressão digital.
Você é assim pra mim.
E talvez seja justamente por isso que eu tenha tanta certeza.
Porque você costuma ter vários endereços. Está sempre em constante mudança, e não necessariamente geográfica. A vida te move, te transforma, te leva para lugares diferentes, muda algumas versões suas, acrescenta outras, tira algumas pelo caminho. Você pode estar na rua Joaquim de Paula 1129, na rua Matias Perez 183, na nossa própria Jorge Leite Vieira Home, ou até mesmo em alguma cidade perdida da Terra da Rainha.
E ainda assim, de algum jeito, continua sendo você.
Continua sendo aquela menina que eu aprendi a amar.
Não uma versão congelada no tempo, não alguém que precise permanecer exatamente como eu conheci para continuar sendo especial. Mas você, com todas as suas únicas e ímpares qualidades e defeitos. Até os defeitos eu amo. Talvez porque amar alguém de verdade seja justamente perceber que a pessoa não é uma coleção de características perfeitas, mas um conjunto inteiro, indivisível, de coisas que fazem dela quem ela é.
E acho que foi no cotidiano que eu mais entendi isso.
O momento que eu mais senti amor por alguém foi no cotidiano.
Foi ao acordar e ter café pronto.
Foi cozinhar junto ouvindo música.
Foi depois de limpar a casa inteira e deitar pra assistir.
Foi naquela sensação quase boba de olhar para o lado e pensar que, entre todas as possibilidades do mundo, era justamente aquela pessoa que estava ali comigo, dividindo uma manhã qualquer, uma cozinha qualquer, uma sala qualquer, uma música qualquer.
E talvez seja essa a maior prova de todas.
Porque grandes momentos podem ser confundidos com euforia. Viagens podem ser confundidas com felicidade. Declarações podem ser confundidas com paixão. Mas o cotidiano não mente.
TUDO TUDO que é amor nasce no cotidiano e tudo que não é amor, se desfaz no cotidiano.
É ali que a gente descobre quem realmente quer por perto.
Quando não existe viagem marcada, quando não existe ocasião especial, quando não existe nada para comemorar. Só existe uma terça-feira qualquer, uma casa para arrumar, alguma coisa para comer, uma música tocando baixo e duas pessoas dividindo o mesmo espaço.
É ali que o amor deixa de ser uma ideia bonita e vira presença.
E talvez seja por isso que você consiga estar em tantos lugares sem deixar de ser a mesma pessoa para mim.
Porque eu não aprendi a amar um endereço.
Eu aprendi a amar você.
E endereço nenhum consegue mudar isso.
Pode mudar a rua, a cidade, o país, a distância, a rotina, os planos, os mapas. Você pode estar em qualquer canto do mundo, construindo novas versões de si mesma, aprendendo coisas que eu ainda nem conheço, vivendo dias que eu talvez nunca veja.
Ainda assim, existe alguma coisa em você que permanece reconhecível para mim.
Aquela menina.
A menina das pequenas coisas.
Aquela que existe nos detalhes que ninguém mais percebe.
A pessoa que, sem fazer esforço, conseguiu ocupar um espaço que parecia ter sido desenhado para ela dentro de mim.
E talvez seja isso que significa encontrar a nossa pessoa favorita no mundo.
Não é descobrir alguém perfeito.
É descobrir alguém cuja imperfeição parece familiar.
Alguém que você reconhece mesmo quando ela muda.
Alguém que poderia atravessar o mundo inteiro, trocar de endereço quantas vezes quisesse, aparecer em outra cidade, em outro país, em outra fase da vida, e ainda assim fazer você pensar:
“É ela.”
Não porque você nunca teve dúvidas.
Mas porque, depois de tantas pequenas confirmações, você simplesmente não precisa mais delas.
Você sabe.
E se algum dia alguém me perguntasse onde exatamente mora a pessoa que eu aprendi a amar, talvez eu não soubesse responder.
Por isso eu vivo me perguntando porque é proibido pisar na grama?
Mas, no fundo, eu saberia que nenhum desses endereços seria suficiente.
Porque você não mora em nenhum deles.
Você mora no cotidiano.
Na memória do café pronto.
Na música enquanto a gente cozinha.
Na casa limpa depois de um dia inteiro de esforço.
No sofá onde duas pessoas simplesmente deitam e assistem alguma coisa sem precisar que o mundo aconteça.
E talvez seja justamente por isso que, não importa onde você esteja, eu continue sabendo exatamente quem você é para mim.
Minha peça.
Do meu quebra-cabeça complexo.
Minha pessoa favorita no mundo.
Aquela que a vida pode levar para qualquer endereço, mas que, de algum jeito, continua sempre encontrando o caminho de volta para o mesmo lugar.
Aqui
A sabedoria não está em acumular certezas, mas em reconhecer a forma do real antes que o hábito a disfarce.
Fique longe de quem tem sorriso fácil no rosto e veneno no peito; o sucesso real só pertence a quem cresce plantando o bem, respeitando o próximo e honrando os bons.
Bom domingo, o dia mais parecido com o natal e ambos com a vida real, salve as saúdes, vontades de aprender cada vez mais e poder trabalhar perseverando com alegria sem reclamações em ótimos pensamentos, na terra onde prosperidade é nascer, ademais é cocriar em rumo a própria essência, onde estão todas soluções nas manhãs que insistentemente apresentam harmonias, gratidão graças de Deus! Salve a mente e a natureza.
"o Real - o fato - é universal! A realidade é individual! Ela é a interpretação dos fatos pelo indivíduo, mediante seus desejos, sentimentos e expectativas. Para compreender se sua vida é real ou fantasia, cada um tem que entender se os fatos coincide com a realidade!"
Continue acreditando na força do seu bom coração. O valor real não se perde com as modas ou com o tempo; ele se multiplica na vida de quem sabe plantar o bem!
Enganar quem vende na rua é uma covardia dupla: tira o tempo de uma venda real e fere a esperança de quem só quer trabalhar em paz.
"A bondade real não precisa de justificativas nem de discursos: ela se prova no respeito diário e na prática sem holofotes."
“A gente
nao precisa
de coisas perfeitas.
A gente
precisa de gente.
De gente
que seja real”
Carmen Eugenio
ZÉ VOLANTE E MERCEDINHA (A DESPEDIDA)
Após conseguir minha habilitação, muitas viagens realizei nesta vida, mas existe uma que chamo de despedida. Não havia entregas, e a 1313 na garagem permanecia. Era um dia, como tantos outros, de idas e vindas.
A família reunida com os amigos que nos visitavam todos os dias. Era sagrado esse encontro em todas as vindas. Meu pai, Zé Volante, contando as viagens de um jeito que só ele sabia, não perdia um detalhe, pelo contrário, acrescentava e sorria.
À tardinha, seu cochilo era certo, e todos já sabiam que horas depois ele voltaria. A gente ficava aguardando pra saber que nova história Zé Volante contaria. Fiquei desconfiado do aceno do meu pai naquele dia, sentindo no fundo do coração um sentimento de despedida.
Muitas horas se passaram, e Zé Volante não aparecia. Alguns já perguntava se ele ainda dormia. Minha mãe foi procurar saber o que acontecia. Houve gritos e muito desespero, e eu nada entendia. Minha mãe pediu chorando: “Acorde Zé Volante!” Mas, por mais que eu suplicasse, ele não acordaria.
Ele fez a viagem que todos nós faremos um dia. Naquele aceno, meu pai de mim se despedia. Os olhos mostram o que o coração sentiria. Caminhando lento, ele, pela última vez, me ensinou que nessa viagem não tem correria. O destino tá traçado, e a encomenda é a nossa vida.
