Real
Eu quero ser real e nunca se esquecido, e como premio as lembranças de um homem romântico que um dia eu fui;
É mais fácil encontrar conforto em versões próprias do que é "real" do que encarar a complexidade e, por vezes, a dureza do que realmente existe.
"o Real - o fato - é universal! A realidade é individual! Ela é a interpretação dos fatos pelo indivíduo, mediante seus desejos, sentimentos e expectativas. Para compreender se sua vida é real ou fantasia, cada um tem que entender se os fatos coincide com a realidade!"
"Muitos julgam o MMN sem nunca terem estudado o seu funcionamento real. O desconhecimento é o solo fértil para o preconceito, enquanto a análise técnica revela um modelo de empreendedorismo legítimo e reconhecido mundialmente."
"Por que descontar a sua frustração na minha forma de empreender? O meu esforço é real, o meu produto é de valor e a minha ética é inegociável. Vamos conversar sobre fatos, não sobre o seu mau humor."
A DESGRAÇA REAL: A VISÃO ESPÍRITA SOBRE O SOFRIMENTO, A FELICIDADE E O DESTINO ETERNO DA ALMA.
O ser humano, desde os primórdios da civilização, procura evitar a dor e alcançar a felicidade. Entretanto, aquilo que normalmente chamamos de "desgraça" nem sempre o é diante das leis divinas. Em O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo V – Bem-aventurados os aflitos, item 24, a mensagem do Espírito Delfina de Girardin apresenta uma das mais profundas reflexões sobre a natureza do sofrimento e do verdadeiro destino da alma.
Sob a ótica espírita, os acontecimentos terrenos não podem ser avaliados apenas pelas aparências imediatas. A vida corporal representa apenas um breve instante da existência imortal. Aquilo que hoje parece uma calamidade pode transformar-se na maior bênção espiritual, enquanto aquilo que aparenta ser felicidade pode esconder os germes da mais profunda infelicidade futura.
A falsa ideia humana de desgraça.
Segundo a linguagem comum, a desgraça é identificada com a pobreza, a doença, o abandono, a morte de um ente querido, a traição, a humilhação, a perda de bens materiais ou qualquer circunstância que provoque sofrimento imediato.
Essas dores são reais e profundamente sentidas. O Espiritismo, porém, convida-nos a ampliar o horizonte da compreensão.
Nossa visão costuma limitar-se ao presente, enquanto Deus contempla simultaneamente o passado, o presente e o futuro do Espírito. Dessa forma, acontecimentos aparentemente dolorosos podem representar oportunidades indispensáveis de regeneração, aprendizado, reparação de débitos e crescimento moral.
A verdadeira medida dos acontecimentos não está no instante em que ocorrem, mas nas consequências espirituais que produzem.
As consequências valem mais do que os acontecimentos.
Delfina de Girardin utiliza uma comparação extremamente significativa.
A tempestade arranca árvores, destrói plantações e assusta os homens. Todavia, ao mesmo tempo, purifica a atmosfera, elimina os miasmas e preserva inúmeras vidas.
Assim também ocorre com muitas provações.
Uma enfermidade pode despertar a fé.
Uma falência pode destruir o orgulho.
Uma perda afetiva pode aproximar o coração de Deus.
Uma perseguição pode ensinar humildade.
Uma limitação física pode desenvolver virtudes que jamais floresceriam na abundância.
Aquilo que parece destruição muitas vezes constitui preparação para uma vida espiritual mais elevada.
A verdadeira infelicidade.
O ensinamento apresenta então um dos maiores paradoxos do Evangelho.
A verdadeira desgraça não é necessariamente o sofrimento.
A verdadeira infelicidade pode esconder-se exatamente naquilo que o mundo mais deseja.
O Espírito afirma:
"A infelicidade é a alegria, é o prazer, é o tumulto, é a vã agitação, é a satisfação louca da vaidade..."
Essas palavras surpreendem porque invertem completamente os valores humanos.
Quando a criatura vive exclusivamente para os prazeres materiais, para a riqueza, para o orgulho, para a aparência e para as ilusões do mundo, sua consciência acaba adormecendo.
O excesso de conforto pode produzir esquecimento de Deus.
O sucesso pode alimentar o egoísmo.
O poder pode fortalecer a vaidade.
A riqueza pode incentivar o apego.
O prazer contínuo pode anestesiar a consciência.
Essa é a verdadeira infelicidade: viver distante da finalidade espiritual da existência.
O ópio do esquecimento.
Delfina de Girardin compara os prazeres desordenados ao ópio.
Assim como uma droga anestesia temporariamente a dor, os excessos materiais podem fazer o Espírito esquecer sua realidade eterna.
Entretanto, o despertar inevitavelmente chega.
Quando termina a existência física, desaparecem:
o corpo;
os títulos;
a riqueza;
a posição social;
os aplausos humanos.
Permanece apenas aquilo que a alma construiu moralmente.
É então que muitos percebem que desperdiçaram uma existência inteira perseguindo sombras.
A felicidade segundo a lei divina.
Para o Espiritismo, felicidade verdadeira não significa ausência de problemas.
Significa possuir paz de consciência.
É conservar a fé durante a dor.
É praticar o bem sem esperar recompensas.
É desenvolver virtudes que sobreviverão à morte.
É aproximar-se continuamente de Deus.
Sob essa perspectiva, um pobre resignado pode ser infinitamente mais feliz que um rico dominado pela ambição.
Um doente paciente pode estar espiritualmente muito acima daquele que desfruta perfeita saúde, mas vive escravizado pelos vícios.
As provações como instrumentos de progresso.
Nada ocorre por acaso.
As dificuldades da existência possuem finalidade educativa.
Segundo a Doutrina Espírita, muitas provas foram escolhidas pelo próprio Espírito antes da reencarnação, visando acelerar seu progresso moral.
Outras decorrem do uso equivocado do livre-arbítrio durante a vida presente.
Em ambos os casos, Deus jamais pune por vingança.
As provações constituem oportunidades de crescimento, reparação e aperfeiçoamento.
A dor, quando compreendida e bem vivida, transforma-se em poderoso instrumento de libertação espiritual.
O soldado da vida.
Na conclusão da mensagem, Delfina de Girardin compara o cristão ao soldado que enfrenta a batalha.
O verdadeiro combatente não foge das dificuldades.
Aceita os desafios com coragem porque sabe que a vitória pertence àquele que persevera.
Pode perder riquezas.
Pode perder prestígio.
Pode perder o corpo físico.
Mas jamais perde aquilo que realmente importa: as conquistas morais da alma.
A morte representa apenas o término da batalha terrestre.
O Espírito retorna ao mundo espiritual levando consigo unicamente suas virtudes, seus conhecimentos, suas obras de amor e o patrimônio moral acumulado ao longo das existências.
Reflexão final.
A mensagem "A Desgraça Real" permanece extraordinariamente atual. Em uma sociedade que associa felicidade ao consumo, ao sucesso imediato e ao prazer incessante, o Espiritismo recorda que os verdadeiros valores são invisíveis aos olhos do mundo.
A maior desgraça não consiste em sofrer, mas em perder a oportunidade de evoluir.
A maior pobreza não é a falta de dinheiro, mas a ausência de virtudes.
A maior derrota não é morrer, mas atravessar a existência sem transformar o próprio coração.
Toda dor suportada com fé, humildade e confiança em Deus converte-se em degrau para a ascensão espiritual. Toda felicidade material, quando utilizada com egoísmo e vaidade, pode converter-se em obstáculo ao progresso da alma.
O Espírito imortal é chamado a olhar além da matéria, compreendendo que a verdadeira felicidade nasce da consciência tranquila, do amor praticado e da certeza de que a vida continua para além do túmulo.
Fontes:
O Evangelho segundo o Espiritismo – Capítulo V – Bem-aventurados os aflitos, item 24: "A Desgraça Real".
Allan Kardec.
Delfina de Girardin.
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O tempo é escoamento do real momento da vida
Se existimos em algum ponto crucial da história respiramos o instante da eternidade.
Nossos pensamentos são fragmentos na memória sanguínea.
Então estamos ligados pela eras de experiências na existência so quando temos essa experiência relembrada temos o ar mais profundo de nossos ancestrais...
O tempo é a extensão que somos..
Dentro deste contexto tempo e real e constante.
No linear da consciência a liberdade de pensar se torna nobre nos dá o recanto.
Entre dilúvio das almas perdidas na ilusão da alienação religiosa e social.
Um labirinto moral se abre...
Questionar as grades da prisão intelectual sera te livra das garras do silêncio da sua consciência?
O vazio da existência social é opcional...?
Distância no despertar o silêncio cruel e libertador...
Se conhecer a ti mesmo dentro de um mundo de conceitos te dá opinião própria, Suas escolhas são suas...
Ate onde a ostentação vai te levar ?
O consumismo é seu ou é opção deles que escolhe o que consuma e seja consumado?
Na alienação dos nossos pensamentos..
Caverna de Platão nunca foi tão real,
Abriu se mundo da nova carvena,
A carvena era um buraco na parede com uma fogueira algumas pessoas em volta alguém alimenta o fogo e outro conta histórias.
E outros caçam comida que era pouco e também levam alguns peixes e cascas de arvore e raízes. Esta comida seria suficiente? A uma pirâmide de sobrevivência? Alienação de sair da fogueira será obstáculo intelectual? Para liberdade moral?
Hoje em dia Caverna está cabeça de cada um de nós celulares e computadores são as verbais visuais histórias contadas pelo xamã o que somos diante da pirâmide ancestral.
A escravidão daqueles dias continuam os escravocratas são mesmos donos da sua vida ate que seja substituido...
25 de março mundo real de batedores de carteira trombadinha.
Gente trabalhadora vem de outros paises buscar pouco de dignidade.
Polícia e fiscais fazem batidas contantes de mercadorias ilegais depois vendem para outros ambulante ou em suas proprias lojas.
A prostituição no meio dia nos edifício do centro pois não tem mais o treme treme... foi demolido.
Shopping da vinte cinco produtos chineses legais e ilegais.
Comida vendida na rua sem higiene igual a india ou pior.
Tem gente vem fora do estado de São Paulo para comprar vem ônibus clandestinos, e também de fora do pais do mesmo jeito clandestinos. Preço barato.
Outros vem pelos terminais de onibus.
Fazem contrate da feirinha da madrugada renda da famílias estão ali produto baixos e de boa qualidade.
Muitas vezes povo vai de carro ou taxi e tem gente se aproveita desta condição rouba as mercadorias.
Os eletrônicos são expostos atrativos.
Ate camelos perfumes falso cheios de agua. Logo ali perto carne porco exposta calçada e peixes e mariscos no sol escaldate.
O contraste com maquina de carne e suco gelado barado rápido ate os mosquitos gostam.
As ruas cheias dão contraste com policiais e metro cheio. Os ônibus são outra aventura.
o que é real?
o que você acha que real?
dentro deste mundo o que é real?
tudo um político diz é real?
suas animações são reais?
tudo que se permite viver e real?
porquê a realidade te assusta?
compreenda verdade que te cerca!
o mundo real esta mais perto que acha..
achismo é um caminho sem volta.
entenda sua realidade, e assim nao perturtube a derradeira realidade....
acorde, acorde, seu mundo nao é real....
Libertino do capitalismo...
Entre dilúvio das moedas queimadas.
O real motivo e o real em seus bolsos
No peito uma camisa ver e amarela.
Traidor de uma patria
Doma o povo com ossos e resto de comida...
Filhos da alienação, palhas de um patria.
Somos esquecidos numa prisão de balelas discursos falsos.
Eco centrismo da palco ao empobrecimento do intelecto político e desequilíbrio de tomar decisões.
Vemos aglomerados de pessoas tornando se evidência da coisificação.
O real propósito da vida está nas perguntas que vocês faz a si próprio, quando você compreender e entender essas perguntas fica mais fácil conseguir as respostas.
"O real poder humano reside em mudar o botão da frequência mental para uma sintonia mais elevada, preservando a dignidade e o respeito ao fluxo natural do destino."
O desejo humano raramente suporta a presença real do outro, porque o outro verdadeiro contradiz, escapa, possui vontade própria e rompe as fantasias que sustentam a idealização. Por isso, prefere-se muitas vezes amar versões fabricadas: silenciosas, previsíveis, obedientes ao roteiro interno de quem deseja. Não se ama o outro em sua alteridade, mas a imagem domesticada que dele se constrói. E é aí que muitos afetos fracassam — não pela ausência de amor, mas pela incapacidade de suportar que o outro exista para além da própria imaginação.
