Querer algo de Verdade
A meditação renova a mente, pois nos conduz à verdade que liberta. Ao meditarmos, somos preenchidos com a Palavra de Deus, que alimenta nossa fé, fortalece nosso espírito e nos guia em cada decisão.
Clientes high ticket de verdade não clicam em anúncios, eles se conectam com experiências memoráveis.
A única maneira de conhecer a verdade
Sobre a vontade de Deus
É por meio das escrituras
Qualquer coisa fora delas é anátema.
"Humildade é a verdade. Um homem humilde não elogia nem menospreza a si mesmo. A subestimação pode ser tão falsa quanto a sob estimação... O homem humilde abre espaço para o progresso; o homem orgulhoso acredita que já está lá.”
A verdade é que, por muito tempo, me senti uma alma perdida, mas Deus sempre insistiu para que eu salvasse vidas.
O sucesso na advocacia não nasce do ego, mas do estudo incansável, da ética inabalável e da verdade como companheira de ofício.
"Só a verdade de Deus pode nos mostrar quem realmente somos — e quem Ele nos chama a ser.
A verdade é que não fomos criados para viver à mercê do reflexo, mas da Palavra."
Aquele que busca o amor no dinheiro e na aparência encontrará apenas o vazio do efêmero. A verdadeira união nasce onde a alegria reside, no simples prazer de ver o outro feliz e, com isso, serem felizes juntos.
O Destino dos Lúcidos
O destino dos lúcidos é carregar o peso da verdade
como quem leva água num vaso rachado:
sabendo que, a cada passo, algo se perde,
e mesmo assim caminhando.
Ver além dos olhos é uma ferida secreta,
uma lâmina de luz que sangra devagar,
enquanto a maioria adormece embalada
pelo suave consolo da ilusão.
Os lúcidos atravessam cidades silenciosas,
templos abandonados, desertos sem nome.
Carregam nos ombros o que não pode ser dito
e nos olhos o que o mundo se recusa a ver.
Por vezes, desejam também dormir —
mas a lucidez é uma chama que não se apaga:
ela arde nos ossos,
ela queima no coração,
ela sussurra entre os passos:
“Segue…”
Pois o que vê não pode fingir que é cego,
e o que sabe não pode regressar à ignorância
sem rasgar a própria alma.
O destino dos lúcidos é ser ponte entre mundos,
eco entre silêncios,
voz entre os adormecidos
e chama acesa
nas noites sem estrelas.
Não desejo passar por mais uma queda, mas é verdade que em algum momento da minha vida eu já experimentei essa sensação de fracasso. Não quero me esgotar emocionalmente, mas já houve um tempo em que me deixei levar por essa vulnerabilidade e me entreguei a um estado de exaustão. Sinto que há pessoas ao meu redor que desejam me destruir, mas já enfrentei a devastação em uma fase anterior. De fato, houve um dia em que passei por todas as experiências, por todos os altos e baixos da vida, e me lembro de cada um deles. Hoje, o que eu mais anseio é não sentir dor, mas a verdade é que já vivi momentos de profunda tristeza em que as lágrimas foram inevitáveis.
A triste e dura verdade que te direi hoje:
No local de trabalho ou estudo, saiba impôr limites e não confunda, não se deixe levar pela emoção a ponto de se entregar a 100%, colega não é família nem amigo, é apenas colega, na primeira oportunidade, se não haver carácter, vai te trair.
Imponha limites e mantenha o respeito!
A Bolsa de Valores de Nova York é na verdade o maior cassino do mundo.
Em qualquer relação, a beleza que realmente importa é a da verdade compartilhada e da confiança construída no dia a dia.
A verdade tem a ver com caráter e não com religião. Ou você tem, ou não. As pessoas são naturalmente boas e acolhem, não roubam, não matam, não violentam. E deveras naturalmente más. Mentem, enganam, traem, roubam e matam. O que se esconde por detrás de uma religião para se dizer bom, na verdade é apenas um hipócrita.
Liberdade Verdadeira: Servir à Verdade e Viver com Propósito
“Liberdade não é escapar das barreiras externas, mas alinhar a alma com o eterno. Não há escolha neutra: cada decisão é um ato que constrói ou destrói a essência interior. O verdadeiro livre é aquele que serve à verdade, mesmo quando ela exige renúncia. Viver com propósito é seguir o caminho estreito que leva à luz, e somente quem honra a própria consciência encontra a paz que o mundo não pode oferecer.”
Educação é ir para além do currículo, é na verdade, fazer do currículo uma porta para as inúmeras possibilidades que estão expostas na realidade diversificada do aluno. É nao se limitar ao saber enciclopédico, pois devemos, quanto educadores, buscarmos uma formação omnilateral, excluindo de nossos objetivos, ao planejar, o resultado, porque o foco não deve ser o desempenho dos alunos em avaliações, mas o próprio aluno e o mesmo nao deve ser o caminho para uma excelência construída.
Seja considerada a existência de Deus como uma verdade inquestionável, perceberemos que tal existência é sustentada por um princípio fundamental: “algo sempre existiu”. Esta característica — a eternidade e a necessidade do ser — é, em muitas tradições, atribuída a Deus. Contudo, se adotarmos a posição contrária e negarmos a existência de Deus, a lógica ainda nos leva a uma conclusão similar: a eternidade da existência. Se o universo ou a própria realidade não teve início, ela deve possuir um atributo divino — a eternidade, a autoexistência, a necessidade.
Dessa maneira, tanto na crença teísta quanto na visão ateísta, existe uma aceitação implícita de um princípio eterno, imutável e necessário. Se negamos a noção de Deus, ao mesmo tempo sustentamos uma crença em algo com características que tradicionalmente associamos ao divino: algo que não pode ser criado, que sempre foi, e que, portanto, permanece como o fundamento último de tudo o que é.
Assim, independentemente da perspectiva adotada — teísta ou ateísta — todos, de alguma forma, acreditam em algo que é essencialmente ‘divino’: eterno, necessário, sem começo ou fim. A diferença não está na essência desse ‘algo’, mas no nome que lhe damos e nas características que lhe atribuímos. No fim, a filosofia nos mostra que, ao questionarmos a natureza última da existência, acabamos, inevitavelmente, tocando no campo da divindade, seja de maneira consciente ou não.
Nesse contexto, a ideia do “nada absoluto” — frequentemente invocada como oposta à existência — revela-se logicamente insustentável. Se o nada for definido como um estado onde há zero possibilidades e, ao mesmo tempo, a ausência de qualquer restrição — um espaço onde infinitas coisas poderiam acontecer (ou não) — então ele entra em contradição. Tal concepção se assemelha à operação matemática da divisão por zero: não resulta em uma resposta coerente, mas em um colapso do sistema. Assim, o nada não apenas não pode existir; ele sequer pode ser pensado sem dissolver-se em paradoxo.
