Coleção pessoal de NatanaelGomesMachado

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Quando se tenta escrever algo para soar inteligente, mas não há tal genialidade na mensagem, sua linha de raciocínio perde valor.


— inflação básica

Nunca vi um superdotado se importar com testes de QI

Pessoas inteligentes se importam com a mensagem tanto quanto pessoas que querem parecer inteligentes se importam em parecer inteligentes.

Em essência, ninguém sabe o que está fazendo.
Use isso para parar de sentir desvantagens da vida.

A maior verdade é aquela que não afirma nada.

Não confie em respostas que não geram perguntas.

Alguns filósofos dizem "Prefiro saber e ser preso do que ser preso e não saber."


Eu prefiro saber e não ser preso.

⁠Seja considerada a existência de Deus como uma verdade inquestionável, perceberemos que tal existência é sustentada por um princípio fundamental: “algo sempre existiu”. Esta característica — a eternidade e a necessidade do ser — é, em muitas tradições, atribuída a Deus. Contudo, se adotarmos a posição contrária e negarmos a existência de Deus, a lógica ainda nos leva a uma conclusão similar: a eternidade da existência. Se o universo ou a própria realidade não teve início, ela deve possuir um atributo divino — a eternidade, a autoexistência, a necessidade.

Dessa maneira, tanto na crença teísta quanto na visão ateísta, existe uma aceitação implícita de um princípio eterno, imutável e necessário. Se negamos a noção de Deus, ao mesmo tempo sustentamos uma crença em algo com características que tradicionalmente associamos ao divino: algo que não pode ser criado, que sempre foi, e que, portanto, permanece como o fundamento último de tudo o que é.

Assim, independentemente da perspectiva adotada — teísta ou ateísta — todos, de alguma forma, acreditam em algo que é essencialmente ‘divino’: eterno, necessário, sem começo ou fim. A diferença não está na essência desse ‘algo’, mas no nome que lhe damos e nas características que lhe atribuímos. No fim, a filosofia nos mostra que, ao questionarmos a natureza última da existência, acabamos, inevitavelmente, tocando no campo da divindade, seja de maneira consciente ou não.

Nesse contexto, a ideia do “nada absoluto” — frequentemente invocada como oposta à existência — revela-se logicamente insustentável. Se o nada for definido como um estado onde há zero possibilidades e, ao mesmo tempo, a ausência de qualquer restrição — um espaço onde infinitas coisas poderiam acontecer (ou não) — então ele entra em contradição. Tal concepção se assemelha à operação matemática da divisão por zero: não resulta em uma resposta coerente, mas em um colapso do sistema. Assim, o nada não apenas não pode existir; ele sequer pode ser pensado sem dissolver-se em paradoxo.

⁠O extremo é impossível!

⁠⁠Pessoas pequenas em sabedoria gostam de exaltar erros dos grandes para se encher de um ego vazio.

⁠se você não serve, outro servirá!

⁠Não adianta ser um gênio se você tem preguiça de pensar.