Coleção pessoal de NatanaelGomesMachado

Encontrados 20 pensamentos na coleção de NatanaelGomesMachado

Quando se tenta escrever algo para soar inteligente, mas não há tal genialidade na mensagem, sua linha de raciocínio perde valor.


— inflação básica

Nunca vi um superdotado se importar com testes de QI

Pessoas inteligentes se importam com a mensagem tanto quanto pessoas que querem parecer inteligentes se importam em parecer inteligentes.

Em essência, ninguém sabe o que está fazendo.
Use isso para parar de sentir desvantagens da vida.

A maior verdade que existe no mundo é
"ㅤ"

A maior verdade é aquela que não afirma nada.

Não confie em respostas que não geram perguntas.

Alguns filósofos dizem "Prefiro saber e ser preso do que ser preso e não saber."


Eu prefiro saber e não ser preso.

Se você perder o encanto em algo, ganhará em outro.

O nada pode ser definido como um lugar com 0 coisas possíveis onde existem infinitas coisas para acontecer (ou não).

Coisa que resultaria em x/0

⁠Seja considerada a existência de Deus como uma verdade inquestionável, perceberemos que tal existência é sustentada por um princípio fundamental: “algo sempre existiu”. Esta característica — a eternidade e a necessidade do ser — é, em muitas tradições, atribuída a Deus. Contudo, se adotarmos a posição contrária e negarmos a existência de Deus, a lógica ainda nos leva a uma conclusão similar: a eternidade da existência. Se o universo ou a própria realidade não teve início, ela deve possuir um atributo divino — a eternidade, a autoexistência, a necessidade.

Dessa maneira, tanto na crença teísta quanto na visão ateísta, existe uma aceitação implícita de um princípio eterno, imutável e necessário. Se negamos a noção de Deus, ao mesmo tempo sustentamos uma crença em algo com características que tradicionalmente associamos ao divino: algo que não pode ser criado, que sempre foi, e que, portanto, permanece como o fundamento último de tudo o que é.

Assim, independentemente da perspectiva adotada — teísta ou ateísta — todos, de alguma forma, acreditam em algo que é essencialmente ‘divino’: eterno, necessário, sem começo ou fim. A diferença não está na essência desse ‘algo’, mas no nome que lhe damos e nas características que lhe atribuímos. No fim, a filosofia nos mostra que, ao questionarmos a natureza última da existência, acabamos, inevitavelmente, tocando no campo da divindade, seja de maneira consciente ou não.

Nesse contexto, a ideia do “nada absoluto” — frequentemente invocada como oposta à existência — revela-se logicamente insustentável. Se o nada for definido como um estado onde há zero possibilidades e, ao mesmo tempo, a ausência de qualquer restrição — um espaço onde infinitas coisas poderiam acontecer (ou não) — então ele entra em contradição. Tal concepção se assemelha à operação matemática da divisão por zero: não resulta em uma resposta coerente, mas em um colapso do sistema. Assim, o nada não apenas não pode existir; ele sequer pode ser pensado sem dissolver-se em paradoxo.

⁠Um paradoxo é necessário para evitar outros.

⁠Se Platão falasse à Diógenes que ateu é aquele que não acredita em Deus, no dia seguinte, Diógenes traria uma pedra e falaria; eis o vosso ateu.

⁠O extremo é impossível!

⁠⁠Pessoas pequenas em sabedoria gostam de exaltar erros dos grandes para se encher de um ego vazio.

⁠se você não serve, outro servirá!

⁠Perdedores falam que a vida não é justa com tristeza, vencedores não.

⁠Você odeia aquilo que você provavelmente faria se não odiasse.

⁠Filosofia é falar coisas óbvias.

⁠Não adianta ser um gênio se você tem preguiça de pensar.