Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
"" Quem deixa a saudade, mesmo que um pouquinho, mal sabe que ela é um carinho, que pra sempre vai ficar...""
Sou uma árvore centenária, que brota em um corpo de menino. Minha alma é um livro antigo, cheio de histórias, cheio de sabedoria. Meus olhos são dois poços de água profunda, onde o tempo se reflete, onde a eternidade habita.
Sou um homem que já viveu mil vidas, e ainda assim, sou um menino que brinca com o universo. Minha presença é um silêncio que fala, um vazio que está cheio de significado. Eu sou o resultado de todas as minhas vidas, e ainda assim, sou um mistério para mim mesmo.
Eu sou um enigma, um labirinto, onde a verdade se esconde e a mentira se revela. Mas eu não tenho medo do desconhecido, porque eu sei que sou o guardião de meu próprio destino.
Eu sou um rio que flui sem parar, mas que ainda assim, é profundo e tranquilo. Minha superfície é lisa e brilhante, mas minhas águas são turbulentas, cheias de correntes e redemoinhos. Eu sou um vulcão que dorme, mas que pode acordar a qualquer momento.
Minha vida é um tapete ricamente tecido, com fios de alegria e tristeza. Eu sou um poeta que escreve com o coração, e que canta com a alma. Eu sou um homem que ama profundamente, e que pode detestar com a mesma intensidade. Eu sou um ser humano, com todas as minhas contradições, e ainda assim, sou um mistério para mim mesmo. Mas eu não tenho medo de mim, porque eu sei que sou um ser em evolução.
Eu sou um rio que flui, um vulcão que dorme, um poeta que escreve, um homem que ama. E eu continuo a fluir, a dormir, a escrever, a amar, a viver. E quando eu finalmente chegar ao fim do meu caminho, eu saberei que vivi, que amei, que escrevi. E que deixei um pedaço de mim mesmo, no coração de todos que conheci. E assim, eu me tornarei imortal, um eco que permanecerá para sempre. Um eco de amor, de poesia, de vida. E eu serei feliz, porque vivi.
(“O velho jovem de mil vidas”, de Douglas Duarte de Almeida)
Muitas vezes pensamos conhecer as pessoas ao nosso redor, porém muitas vezes somos traídos pela imensa confiança que depositamos, na esperança de sermos aceitos. Confiança é um elo de vidro em uma corrente de aço. Se um dos lados fizer mais força o elo quebra. A força em questão é simbolizada pela quantidade de confiança que devemos depositar nas pessoas. Sendo assim, numa transação comercial a confiança seria uma conta sem fundos numa linha sem limites, pois quanto mais se investe, maior se espera ser o resultado. Mas quando vemos que tudo que investimos não passou de uma via de mão única onde fomos obrigados a dar aquilo que muitas vezes não recebemos em troca, passamos a viver uma vida baseada em valores onde o fiador se torna uma opção mais segura que a palavra de um homem.
"Minha vida é como um labirinto de espelhos, quando acho que encontrei a saída, me deparo com uma parede de vidro."
"A sua fragilidade é por manter a janela da vida fechada.
Quebre as barreiras transparentes, que te impossibilita de receber a brisa do horizonte , e siga adiante mesmo com todos os estilhaços, mas siga LIVRE "
Robson Gomes
As vezes abrimos mãos de nossos sonhos, projetos e daquilo que verdadeiramente acreditamos- de nossa fé- devido as circunstâncias.
Perdemos a pura essência do que há de valor dentro de nós e enfraquecemos a compaixão, a bondade, o controle e também o Amor ao próximo. Mas mesmo que tudo diz não, até mesmo quando nós dizemos, DEUS com sua infinita bondade diz SIM. Então é onde que devemos parar para refletir: Deus é quem faz o impossível dentro de nós, Ele cura, muda, liberta e transforma. Vamos parar de julgar as pessoas em meio as suas dificuldades e falhas porque só Deus sabe o que se passa em cada coração.
Não diga: Ah se fosse EU . Nunca... Jamais...
O que falta em nós é a ação de colocarmos no lugar do outro e ver que todos nós temos "teto de Vidro" e que todos teremos dias de lutas e dias de Glória. Se o seu próximo retomar sua fé nas coisas boas não o critique porque devemos lutar e acreditar, mesmo sem saber como fazer.
AREIAS DO TEMPO
Os minutos fogem rápidos
cúmplices dos segundos
que passam
vertiginosamente.
Minha vida esvai-se
por entre minúsculos grãos
que escoam
vagarosamente
dentro do vidro impenetrável
por onde deslizam
silenciosamente
as areias do tempo.
EM CASO DE ORGULHO
Não alimente o ego
que te deixa cego,
enquanto falas de ti próprio,
alienando-se de todo resto.
Orgulhar-se por demasiado
engorda a mente,
te faz demente.
Orgulho e
lágrimas engolidas com desdém,
palavras silenciadas,
jamais faladas.
Em caso de orgulho,
não quebre vidros,
o incêndio da vaidade já tomou conta de você,
só você não vê.
Em caso de orgulho,
mantenha a calma, desfaça-se de toda soberba que o rodeia,
vá atrás daquilo que o orgulho te tirou,
corra de braços abertos,
só assim apagará o fogo da falta de humildade.
As vezes pergunto-me porque me doí tanto, por muitas vezes ter me entregado tanto. Digo-lhes, porque se eu não for assim fico doente. As decepções cada dia mais me ensina crescer e ser forte por fora, mais por dentro sou como um caco de vidro que precisa ser pegado com uma pá para ser jogada ao lixo.
Um sorriso no rosto não mostra sua dor, não transparece seu sofrimento. Mas quem te olhar nos olhos, identificará a solidão de sua alma.
Veja como queima,
Flamejante e incessante.
Trazendo calor aos corações,
E aquecendo almas...
Mas que pena essa,
Quanto mais arde em chamas, mais se queima.
Será essa a maldição dela?
Se ferir aos poucos para fazer o bem a outros..
Vejo em seus olhos uma breve lágrima,
Que logo evapora ao correr por seu rosto quente.
Queria toca-la, mas assim me queimaria.
Talvez valesse a pena, uma queimadura por um abraço...
Ela não se importa de se machucar para me aquecer,
Então é a minha vez de sofrer para que ela possa sentir o que sinto... Esse calor, esse carinho... Esse amor.
Como és belo,
Não se importa com minhas chamas.
Mesmo sabendo que poderia mata-lo,
Continua a me observar de perto.
Queria abraça-lo,
Mas o destruiria.
Será esta a tua maldição?
Ser um anjo de gelo e se apaixonar pelo fogo..
Vejo em seu rosto, branco e frio,
Um sorriso sincero e feliz...
Mas ao mesmo tempo vejo uma lágrima...
Congelada em seu olhar...
Meu Anjo de vidro....
Não cabe a palavra Amor no que já se tornou banal e cotidiano. Amor é descoberta, vivência, sede de novos e imensos horizontes. Simplesmente não dá para prender o Amor em um vidro de conserva.
A vida é um contínuo movimento. Nada é estático.
Naveguei no cais dos sonâmbulos, nas fulgurantes crinas da angústia...
Barco de vidro...
No eco da minha alma no espelho, observo distâncias dissolvidas nos voos
Quando eu era criança...
Membro me com muita clareza
Adorava empinar pipas,
Os dedo machucados e cortados com cerol
Batia no poste olhando pra cima
Furava o pe em prego
Cortava em cacos de vidro
Me furava em espinhos
E ainda mais quando meu pipa era cortado eu ficava muito triste e chateado...
E pensava munca mais soltar pipas...
Me aquietava dentro de casa fazendo qualquer outra coisa
Mas quando eu olhava na janela e sentia aquele vento no rosto...
Corria pra pegar o pipa e novamente correr o risco de me ferir ou ficar triste com um possível corte, mas não importava, a felicidade de soltar pipas era muito maior doque os ferimentos
Hoje em dia não me vejo tão diferente...
Não me importo com o furo no pé né com as pipas cortadas
Basta um vento sobrar no meu rosto que a criança que sempre amou soltar pipas, fala mais alto as vezes até grita... MANDAAA BUUUSSSCAAAA
Limpe o espelho da alma, para revelar reflexos de luz pura, dispersando as sombras acumuladas no vidro.
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